EXIDE OBRIGADA A REINTEGRAR TRABALHADOR COM VINCULO PRECÁRIO

O SIESI, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Eléctricas, moveu uma acção contra a EXIDE pelo facto desta ter despedido ilicitamente um trabalhador com vinculo precário, que ocupava um posto de trabalho permanente, sendo a sua respectiva função necessária ao normal e regular funcionamento da empresa, o trabalhador respondia directamente às orientações dadas pela EXIDE durante vários anos.

O Tribunal da Relação de Lisboa deu razão ao sindicato e a EXIDE foi obrigada a reintegrar ao serviço um trabalhador que havia sido despedido.

Este é mais um exemplo da importância de estar sindicalizado, nos sindicatos da CGTP-IN, e de como é fundamental resistir e acreditar de que vale a pena lutar!

DESPEDIDOS DA EMEF: A LUTA NÃO PAROU!

Se nos próximos dias não houver resposta à reivindicação de anulação do despedimento dos 10 trabalhadores com vínculos precários da EMEF, dia 03 de Agosto, pelas 10h30, estaremos novamente, concentrados em frente à sede do Conselho de Ministros.

Entretanto vamos continuar com os contactos junto dos ministérios para que seja desbloqueado o processo de retorno dos 10 despedido à EMEF e que retomem o posto de trabalho permanente que ocupavam e onde fazem falta.

Com a saída destes trabalhadores cresceu o número de material imobilizado, com tradução na qualidade do serviço que é prestado e com custos finais mais elevados do que aqueles que resultam da permanência.

Todos reconhecem que é necessário resolver este assunto, mas o facto é que os trabalhadores continuam sem ocupação, quando deviam estar a desempenhar as suas funções nas oficinas da EMEF em Santa Apolónia.

VIGÍLIA DE GUARDAS-FLORESTAIS DO SEPNA/GNR E DO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) promove no dia 28 de Julho, entre as 11.00h e as 14.00 horas, uma vigília de dirigentes e de activistas sindicais de guardas-florestais do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente e do Parque Florestal de Monsanto, junto ao Ministério da Administração Interna, no Terreiro do Paço, em Lisboa.

Esta acção de luta tem por objectivo, exigir da Ministra da Administração Interna a abertura de negociações com a FNSTFPS, para a revogação da norma legal que extingue a carreira de Guarda-Florestal à medida que os lugares no mapa de pessoal civil da GNR forem vagando e para a atribuição dos suplementos pelo exercício de funções da carreira de guarda-florestal, pelo trabalho em equipa de protecção florestal e abono para falhas.

Aos dirigentes e activistas sindicais do SEPNA/GNR, irão juntar-se os do Corpo da Guarda-Florestal do Parque Florestal de Monsanto que, presentemente, lutam pela manutenção do seu estatuto de Guardas-Florestais, profundamente desvalorizado pela Câmara Municipal de Lisboa, que procura transformar estes trabalhadores numa mera polícia administrativa quando, actualmente, os mesmos têm a natureza de órgão de polícia criminal.

TRABALHADORES DO MINIPREÇO VOLTAM À GREVE

As negociações do Caderno Reivindicativo dos trabalhadores do Dia/Minireço terminaram e as resposta às reivindicações dos trabalhadores foram nulas ou insuficientes.

O CESP - Sindicato dos Trabalhadores dos Escritórios, Comércio e Serviços vai, por isso, repôr o pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário e ao
trabalho normal em dia feriado, o qual se manterá, para todo o país, nas lojas e armazéns, até que a voz dos trabalhadores seja ouvida.

LUTA COM RESULTADOS - SUSPENSAS GREVES NO METROPOLITANO DE LISBOA

Perante o pré-aviso de greve no Metropolitano de Lisboa, para os dias 1 e 3 de Agosto, a administração apressou-se a dar algumas das respostas que há muito tempo se exigiam e, face a  isto, sem deixar de estar mobilizados para futuras lutas caso as outras respostas não cheguem, os trabalhadores, no plenário hoje realizado, decidiram não prosseguir com a greve nos dias indicados.

Apesar de algumas respostas importantes, continua a haver um problema de fundo criado pelo Governo: a falta de autorização de admissão dos trabalhadores necessários, na tracção, na manutenção e nas estações, que tem como consequência a degradação do serviço prestado aos utentes, o atraso na recuperação do material circulante, deficiente e/ou falta de atendimento nas estações.

Por isso, vamos continuar a intervir para a resolução dos problemas existentes e de cuja resolução resultará um serviço público de melhor qualidade.

A UNIÃO DOS SINDICATOS DE LISBOA PROMOVE ABAIXO-ASSINADO CONTRA A DEGRADAÇÃO DO METRO – POR UM TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE

A União dos Sindicatos de Lisboa, em conjunto com a FECTRANS e a Comissão de Utentes de Transporte públicos de Lisboa, lançaram um abaixo-assinado contra  o estado de degradação da rede do Metro e, em geral, a situação dos transportes públicos na cidade de Lisboa  que têm conhecido um profundo agravamento nos últimos anos, tornando a vida de todos aqueles que vivem, estudam ou trabalham em Lisboa num verdadeiro inferno.

São 7 as reivindicações que as organizações apresentam tais como: a reparação  e manutenção das linhas e material circulante, (20 carruagens paradas por falta de peças); a contratação de mais  trabalhadores, (nos últimos anos houve uma redução de cerca de 300 trabalhadores); a redução dos tempos de espera e o fim das constantes “perturbações” na linha, (é frequente haver tempos de espera superiores a 10 minutos); o funcionamento regular em todas as linhas, acabando com os percursos alternados e com as habituais reduções no serviço no período de Verão.

Lisboa, é uma cidade onde há um número significativo de idosos, muitos deles têm mobilidade reduzida,  a falta de manutenção e reparação das escadas rolantes e elevadores são obstáculos à população com mobilidade reduzida, de utilizar este meio de transporte colectivo, é urgente intervenções e obras necessárias para assegurar mais e melhores acessibilidades.

Com o encerramento para obras na estação de Arroios, deve ser assegurados percursos alternativos pela Carris para servir as populações enquanto.

As organizações exigem garantias de fornecimento de bilhética e redução dos preços. 

 

Descarregue aqui o Abaixo-Assinado

TRABALHADORES DO HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA MANDATARAM OS SINDICATOS PARA DECRETAREM ACÇÕES DE LUTA

Os Trabalhadores do Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa (HVCP) aprovaram em Plenário, uma Moção que foi enviada à Administração, onde reafirmaram a sua determinação na defesa do Acordo de Empresa (AE) em vigor.

No Plenário que contou com a presença de cerca de meia centena de Trabalhadores, estes exigem ainda que sejam regularizados todos os vínculos precários, integrando todos os trabalhadores subcontratados, com funções permanentes.

Decidiram também enviar proposta de aumento de remunerações, de 5% e num mínimo de 50€, dado que desde 2010, a Administração não actualiza os salários dos trabalhadores.

Na Moção entretanto enviada à Administração, os Trabalhadores esperam que esta altere a sua postura, assumindo uma atitude dialogante e de boa-fé, no processo de Conciliação que vai ser iniciado no Ministério do Trabalho, caso contrário, mostraram-se determinados para voltar a lutar contra as injustiças, a exploração e pela defesa e pelo efectivo cumprimento do AE. 

Os Trabalhadores consideram ainda inadmissível e incompreensível, a recusa desta Administração, em negociar o AE e de pretender anular os direitos nele consagrados.

Esta convenção alterada em anos anteriores tem permitido manter a estabilidade laboral e a elevada qualidade dos cuidados prestados aos utentes, promovendo e projectando uma imagem de elevada reputação, desta instituição.

Neste contexto, os Trabalhadores mandataram os seus Sindicatos, para decretarem as acções de luta que sejam necessárias, caso a Administração não altere a sua postura e atitude negocial, negociando e cumprindo o AE.

GREVE OBRIGA ADMINISTRAÇÃO DA CELCAT A NEGOCIAR

Depois da demonstração da força e unidade dos trabalhadores da CelCat, evidente nas paragens da produção durante as greves de Maio e Junho, a Administração da empresa recuou e pediu uma nova reunião com o SIESI, já realizada em 14 de Julho. Na próxima quarta-feira, dia 19, irá decorrer um plenário onde os resultados desta reunião serão comunicados aos trabalhadores e estes decidirão se têm de tomar medidas de forma a exigir a valorização do trabalho e dos trabalhadores.

GREVE NA LIMPEZA DO HOSPITAL DE SANTA MARIA

Os trabalhadores da empresa de limpeza industrial Safira a prestar serviço no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, cumprem no dia 17 de junho um dia de luta com uma greve de 24 horas e uma concentração de protesto à porta do hospital. Estão em luta por aumentos salariais de acordo com a sua categoria profissional, pelo aumento do subsídio de alimentação, pelo cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) em relação ao pagamento dos feriados e respectivo descanso compensatório e ao pagamento do acréscimo dos 16%, pelo trabalho em domingos, sobre o salário base, pelo cumprimento e aplicação a todos os trabalhadores, do acordo de condições específicas existente no local de trabalho e pela atualização e pagamento do valor do subsídio de transporte – passe de Lisboa – a todos os trabalhadores sem descriminação, entre outras reivindicações.

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