1º DE MAIO – LUTAR PELOS DIREITOS! - VALORIZAR OS TRABALHADORES

O 1º de Maio é um dia um dia de luta e de festa. A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN, promove um dia repleto de actividades. Logo de manhã vamos fazer desporto, podemos correr 4Km, na mini-corrida, ou fazer os 15 Km.  Na Alameda D. Afonso Henriques teremos música e as tasquinhas dos sindicatos com: o Caldo Verde, sardinha assada, bifanas, couratos, granada, entre outros petiscos.

Maio é Luta, por isso marcamos encontro com todos às 14h30 no Martim Moniz e participar na manifestação do Dia Internacional do Trabalhador, vamos expressar na rua as nossas reivindicações, vamos lutar pelos direitos e exigir a valorização dos trabalhadores, porque são os trabalhadores que produzem riqueza, por isso exigem melhores condições de trabalho.

LUTAR POR ABRIL

Este ano comemora-se o 44º Aniversário do 25 de Abril sob o lema “ Lutar por Abril”. A USL-CGTP-IN apela a todos para participarem nas comemorações populares da Revolução Abril que se inicia às 15h00, na praça do Marquês de Pombal, em Lisboa.

A revolução de Abril constituiu um momento ímpar da história do povo português, um acto de emancipação social e nacional. Comemorar e cumprir Abril é ter presente o heróico levantamento militar do Movimento das Forças Armadas (MFA), logo seguido de grandioso apoio e decidida intervenção popular, que derrubou o regime fascista. Foram profundas as transformações democráticas, restituiu a liberdade aos portugueses, consagrou direitos, impulsionou alterações políticas, económicas, sociais e culturais, afirmou a soberania e a independência nacionais, consagrando-as na Constituição da República Portuguesa de 1976.

PELA DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO NO MARIA MATOS TEATRO MUNICIPAL!

A 7 de Fevereiro, uma delegação composta pela Direcção do STML - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa e trabalhadores do Maria Matos Teatro Municipal (MMTM) entregaram um abaixo-assinado dirigido ao Presidente da CML onde repudiam a intenção em concessionar a privados a gestão deste equipamento cultural, além de exigirem a salvaguarda dos seus direitos, postos de trabalho e o respeito pelos respectivos perfis profissionais.

O abaixo-assinado entregue recolheu a concordância de cerca de 60% dos trabalhadores da EGEAC, materializando uma vontade inequívoca contra a política que actualmente o Executivo Municipal procura impor na cidade.

De sublinhar,  a presença do CENA-STE (Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos) na ação realizada nos Paços do Concelho demonstrando a sua solidariedade para com os trabalhadores do MMTM, assumindo idêntica posição sobre a concessão de um espaço cultural de referência e excelência que pode e deve manter-se sob alçada de uma gestão pública, passível de ser devidamente escrutinada face aos interesses da população e agentes culturais da cidade de Lisboa.
 

O Sindicato assumiu que não baixará os braços na luta contra a concessão do MMTM, defendendo intransigentemente os interesses dos seus trabalhadores. Luta igual será assumida contra qualquer forma,  disfarçada ou não, de privatização dos equipamentos ou espaços de interesse público.

TRABALHADORES DAS EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO CONTINUAM A LUTA!

Os trabalhadores das empresas de distribuição:

EXIGEM:

  • o aumento dos salários de todos os trabalhadores;
  • o fim da tabela B; 
  • a progressão automática dos operadores de armazém até ao nível de especializado.

NÃO ACEITAM:

  • a redução do valor pago pelo trabalho suplementar prestado;
  • a redução do valor pago pelo trabalho em dia Feriado;
  • o Banco de Horas.

O CESP e os trabalhadores do sector vão continuar a luta pelas suas justas reivindicações, com acções de denúncia à porta de vários locais de trabalho. Nestas acções denunciaremos situações concretos de irregularidades em cada um dos locais de trabalho/empresa e a intransigência patronal na revisão do Contrato Colectivo de Trabalho. 

No dia 6 de Fevereiro de 2018, às 11h, dirigentes, delegados sindicais e trabalhadores das empresas de distribuição vão concentrar-se frente ao Ministério do Trabalho, data da primeira reunião de conciliação nos serviços do Ministério do Trabalho. Considera o CESP que não há qualquer movo para que as empresas e a APED insistam na retirada ou redução de direitos aos trabalhadores para aumentar salários e corrigir injustiças. Não podemos aceitar que a mesma empresa pague salários mais baixos, 40 euros, a trabalhadores com a mesma categoria profissional e antiguidade na empresa, apenas porque trabalham em distritos diferentes. Nalguns casos a distância entre lojas é inferior a 2 ou 3km. 

Não podemos aceitar que nos armazéns destas cadeias de distribuição, em que o trabalho é altamente qualificado e desgastante, com os trabalhadores a carregar alguns milhares de quilos todos os dias, se continuem a pagar, a trabalhadores a 8, 10, 15 e 20 anos de antiguidade, salários de 580 ou 590 euros, menos que os trabalhadores com igual antiguidade nas lojas. Ambos fazem trabalho igualmente qualificado, ambos têm de ter salários iguais porque o trabalho é de valor igual. 

Cerca de 40% dos trabalhadores deste sector recebem salários abaixo dos 600 euros. 80% recebem salários abaixo dos 640 euros. É injusto! 

E por isso os trabalhadores não desarmam e continuam a luta pelo aumento dos salários de todos os trabalhadores, pelo fim da tabela B (mais baixa que se aplica em todos os distritos, excepto Lisboa, Porto e Setúbal) e pela correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém. 

Dia 10 Fevereiro 2018 - a luta será no El Corte Inglês, Lisboa 

CONCENTRAÇÃO DE TRABALHADORES DAS EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO E SEUS REPRESENTANTES!

No próximo dia 6 de Fevereiro de 2018, pelas 11h, nos Serviços da DGERT no Ministério do Trabalho em Lisboa, realiza-se a primeira reunião de conciliação para revisão do CCT para as empresas de Distribuição.

Como é do conhecimento de todos, as empresas e a APED insistem na redução do valor pago pelo trabalho suplementar, pelo trabalho em dia feriado e pretendem a introdução do regime de banco de horas no CCT.

O CESP não aceita e exige o aumento dos salários de todos os trabalhadores e o fim da tabela B e a promoção automática até ao nível de especializado do operador de armazém.

No dia da primeira reunião de conciliação decidiu a direcção do CESP realizar uma concentração com todos os membros da DN do CESP, todos os delegados sindicais das empresas de distribuição e trabalhadores em folga.

TRABALHADORES DAS IPSS's REUNIDOS EM ENCONTRO

Dezenas de trabalhadores das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), estiveram reunidos no passado dia 26 de Janeiro, em Lisboa.

No final, foi aprovada uma Resolução  que para além de caracterizar o sector, contém as principais reivindicações dos trabalhadores.


TRABALHADORES DOS SERVIÇOS DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA EM LUTA!

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais vai realizar uma concentração nacional de trabalhadores dos serviços do Ministério da Justiça, no próximo dia 19 de Janeiro, pelas 14.30 horas, em frente ao Ministério, no Terreiro do Paço, em Lisboa.

Passados dois anos sobre a sua tomada de posse, o Governo continua sem resolver os problemas dos trabalhadores do Ministério da Justiça, numa manifesta falta de vontade política, pondo em causa os direitos daqueles e a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos.

É inaceitável que decorrido todo este tempo, os responsáveis pelo Ministério da Justiça não tenham ainda demonstrado a necessária vontade política para negociar com esta Federação, o vasto conjunto de reivindicações apresentadas que apontam para a resolução dos problemas existentes nos diversos organismos deste Ministério.

Deste modo, a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais decidiu convocar uma concentração nacional de trabalhadores dos serviços do Ministério da Justiça, para o próximo dia 19 de Janeiro, pelas 14.30 horas, em frente ao Ministério da Justiça, no Terreiro do Paço, em Lisboa.

 

 

TRABALHADORES DA APAPOL EM LUTA!

Os trabalhadores da empresa do sector da alimentação APAPOL – Aliança Panificadora de Algés, Paço de Arcos e Oeiras, Lda., vão estar em greve ao trabalho prestado aos sábados e domingos a partir do dia 20 de Janeiro até ao final do mês de Fevereiro/18, com os seguintes objectivos;

  •  Pelo trabalho em dia de descanso complementar;
  • Pelo cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho;
  • Pelo direito á Contratação Colectiva;
  • Pelo não cumprimento por parte da empresa do acordo sobre matérias pecuniárias;

Apesar da empresa ter acordado e já estar a aplicar algumas das várias reivindicações dos trabalhadores, os mesmos  decidiram continuar a recorrer à greve aos sábados e domingos, sendo que já no próximo fim-de-semana (20 e 21 de Janeiro) estarão em Greve como forma a manifestar o seu descontentamento porque a Administração da empresa ainda não acedeu às suas reivindicações pelo trabalho em dia de descanso complementar.

CONCENTRAÇÃO E DENÚNCIA DOS TRABALHADORES DO MERCADO DE ALGÉS

 

TRABALHADORES DO MERCADO DE ALGÉS EM LUTA! 

Desde Março/2017, cerca de 60 trabalhadores da área da Restauração do Mercado de Algés, junto com o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul, tem denunciado a falta de condições para trabalhar no que concerne à falta de segurança e saúde, devido à total ausência de responsabilidade da empresa concessionária, “Naipe d’Emoções” que desde Maio de 2014, possui a concessão, por quinze anos, entregue pela Câmara Municipal de Oeiras.

Apesar das diversas intervenções e reabilitação realizadas, até à data não foi garantido aos trabalhadores condições dignas para trabalhar, entre outras situações, destaca-se a inexistência de um refeitório para realizar as pausas de refeição com dignidade e higiene; número insuficiente de casas de banho/balneários, apenas, um wc masculino e um wc feminino ou ausência de limpeza regular das instalações sanitárias e outros espaços.

Há ainda um profundo incumprimento das relações laborais, quanto às categorias profissionais, a não progressão das carreiras, retribuições inferiores ao que estabelece a convenção do sector da Restauração, o desrespeito pelo cumprimento das 8h/diárias e as 40 h/semanais, existência de horários superiores; não pagamento do trabalho extraordinário; não cumprimento das 10h de descanso entre duas jornadas de trabalho (trabalhadores que saem à 01h/02h da manhã e são “obrigados” a entrar ao serviço às 09h/10h desse mesmo dia) torna impossível a conciliação da nossa vida profissional com a vida familiar.

O recurso à intimidação junto dos trabalhadores, o desrespeito pelos horários de trabalho e a alteração constante dos horários de trabalho, recibos de vencimento irregulares e o recurso ao trabalho precário é uma prática que tem sido concretizada pela “Naipe d’Emoções”.

Por tudo isto, trabalhadores denunciaram estas situações junto das entidades competentes, tendo a administração, como represália, recusado o pagamento dos acertos de contas finais relativo às cessações dos contratos de trabalho a trabalhadores que desde Julho/17, ainda não viram os seus salários pagos, tendo ainda dificultado a entrega de declarações para o fundo de desemprego ou ainda, trabalhadores que foram coagidos a assinar recibos de quitação com valores errados, para que estes não pudessem reclamar seus direitos em tribunal.

 TUDO ISTO É INADMISSÍVEL!

O Sindicato junto com os trabalhadores do Mercado de Algés, independentemente da diversidade e multiplicidade de balcões da restauração existentes neste espaço de Restauração, irá promover uma concentração/Denúncia pública, amanhã, dia 18 de Janeiro, a partir das 17h30,junto ao Mercado de Algés, sito na Rua Elias Garcia, 22-A, em Algés, concelho de Oeiras.

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