Frente Comum Entrega Prendas ao Governo

FRENTE COMUM ENTREGA PRENDAS/REIVINDICAÇÕES AO GOVERNO
Frente Comum realizou um Cordão Humano com a  participação de Delegados, Dirigentes e Activistas Sindicais no, dia 12 de Dezembro, pelas 14h30, em Lisboa, com início na Praça da Figueira e terminou em frente ao Ministério das Finanças, houve uma entrega ao Governo de “prendas” que correspondem a justas reivindicações sobre problemas que se arrastam e que os trabalhadores da Administração Pública exigem que se resolvam em 2019!
O anuncio do aumento de 635€ para os trabalhadores da Administração Publica é profundamente demagógico considerando que  esta actualização não decorre de qualquer vontade politica, mas sim da aplicação obrigatória da Lei em vigor, que impede que haja trabalhadores na 3ª. posição remuneratória única, 583€,  se não que ficariam remunerados abaixo do SMN, aprovado em sede Concertação Social.
Esta actualização salarial é justa e necessária é pena, é que não abranja os cerca de 600 mil trabalhadores que estão sem aumento salarial desde há 10 anos, quando todos os dias está a subir o custo de vida. Não é honesto que o Governo tente confundir os trabalhadores, e misture  progressão de carreira (que só alguns irão ter) com aumentos salariais onde se defende que abranja todos os trabalhadores.
A aplicação das 35 hde trabalho para todos, o combate à precariedade, o sistema de avaliação (SIADAP) e a questão das carreiras, foram algumas das reivindicações apresentadas durante o percurso, os activistas sindicais entoaram canticos adaptados à quadra festiva em que nos encontramos...”dlim dlim dlão, dlim dlim dlão, a negociaaaação, queremos mais salários, pra comprar pão”.

Enfermeiros do IPO em Luta

ENFERMEIROS DO IPO EM LUTA PELA PROGRESSÃO NA CARREIRA
A Direcção Regional de Lisboa do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), realizou no dia 12 uma concentração com os enfermeiros em frente do Instituto Português de Oncologia de Lisboa.
Os Enfermeiros exigem que o seu trabalho seja valorizado, mas para isso é preciso que o Governo dê indicações precisas no sentido de descongelar os milhares de enfermeiros que não progridem na carreira desde 2005. Após a concentração foi entregue aos Utentes um documento, onde explicam as razões da sua luta, ...”sabia que: A Adminiatração do IPO de Lisboa, ...“voltou com a palavra atrás, quanto à progressão das carreiras dos enfermeiros; discrimina negativamente os enfermeiros em função da tipologia do contrato de trabalho”... “Enfermeiros com 22 anos de serviço, neste momento, têm o mesmo salário que outros colegas em inicio de funções”. Esta situação poderia ser resolvida pelo Conselho de Administração do IPO, que tem autonomia gestionária para proceder à contagem de pontos para efeito de progressão dos Contratos dos Trabalhadores em Funções Públicas e dos trabalhadores com Contrato Individual de trabalho.
Face à falta de resposta às justas reivindicações, a contagem dos pontos e o justo descongelamento das carreiras os enfermeiros aprovaram a marcação de uma greve para dia 8 de Janeiro.

Trabalhadores da Plural em Luta

TRABALHADORES EM GREVE NA PLURAL ENTERTAINMENT
Os trabalhadores da empresa de criação de conteúdos iniciaram no dia 4 de Dezembro uma greve parcial, até ao dia 10 de Dezembro.
Os trabalhadores da Plural Entertainment, que integra o Grupo Média Capital (GMC) da TVI, iniciaram uma greve, onde exigem melhores condições de trabalho. O sindicato dos trabalhadores de espectáculos, do audiovisual e dos Musicos (CENA-STE), que representa estes trabalhadores, afirmam que a empresa.. “que estes trabalhadores não estão a ser respeitados, nem valorizados...” e exigem a redução do Período Normal de Trabalho (PNT), regra geral os trabalhadores fazem doze horas de trabalho diário.
É por isso que esta greve assume a forma de greve às horas que excedam as 8h de trabalho em cada um dos turnos e equipas. Porque a estes trabalhadores não pode ser aplicado o regime de Isenção do Horário de Trabalho (IHT), porque as suas funções não requerem disponibilidade total para a empresa e porque o seu PNT devem ser as 8h diárias.
Os trabalhadores exigem negociações com o GMC e já apresentarm uma proposta que contém um conjunto de reivindicações nomeadamente: aumentos saláriais, a fixação de horário de trabalho que permita a conciliação do trabalho com a vida pessoal e familiar, a formação profissional e o combate à precariedade. A luta já teve reesultado prático que foi a apresentação de uma contra proposta por parte da empresa, os trabalhadores em conjunto com o sindicato ficaram de analisar.

Bombeiros avançam para a greve

 

181203 ProtestoBombeiros 056 288px b7b41 GRANDE PROTESTO EM LISBOA

Centenas de bombeiros sapadores e municipais manifestaram-se hoje em Lisboa, contra as medidas gravosas que o governo pretende impôr ao sector, de forma prepotente e unilateral.

Na resolução aprovada, os sindicatos acusam o governo de "ofender os bombeiros profissionais, degradando o seu estatuto, desvalorizando a sua carreira e obstaculizando as condições da sua aposentação", e avançam com um pré-aviso de greve entre os dias 19 de Dezembro e 2 de Janeiro, caso o governo se recuse a dar resposta às suas justas reivindicações.

Ver resolução aprovada

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(fonte www.stal.pt)

15 de Novembro: "uma das mais belas e impressionantes jornadas de luta"

A maior manifestação dos últimos tempos, promovida pela CGTP - Intersindical Nacional, encheu e transbordou a Avenida da liberdade!

Milhares de trabalhadores, de Norte a Sul do país, das fábricas aos call centers, da justiça à limpeza urbana, da educação à saúde, estiveram na rua e reinvindicaram a urgência de "avançar, avançar para os trabalhadores valorizar".

Acusam o Governo de não alcançar a urgente e necessária valorização do trabalho, dos salários, do emprego e da contratação colectiva.

Esta grandiosa manifestação deixou bem expressa a necessidade da luta e a certeza de que esta vai ter que continuar.

Trabalhadores da Limpeza Urbana da Junta de Campolide em luta pelos seus direitos!

Os trabalhadores da limpeza urbana da Junta de Freguesia de Campolide realizaram hoje, dia 14 de Novembro, um plenário convocado pelo STML, junto à sede da Junta.

A concentração teve como objectivo entregar ao Presidente André Couto o abaixo-assinado que recolheu a concordância da imensa maioria dos trabalhadores deste importante sector profissional.

O referido abaixo-assinado identificava os problemas que afectam os trabalhadores da limpeza urbana, e que se arrastam há vários meses, sem merecer do respectivo Executivo da Junta de Freguesia de Campolide a devida atenção e, principalmente, as respostas necessárias

Esta iniciativa teve, para já, o ganho imediato de o Presidente da Junta de Freguesia assumir o seu o compromisso em reunir brevemente com o Sindicato no sentido de debater e encontrar soluções aos vários problemas denunciados.

No final da acção de luta ficou ainda o compromisso destes trabalhadores levarem as suas reivindicações ( e o pano que empunhavam) á Manifestação Nacional da CGTP-IN do dia seguinte.

Greve das Trabalhadoras da Limpeza Industrial

DIA DE LUTA NACIONAL PARA OS TRABALHADORES DA LIMPEZA INDUSTRIAL
No dia 9 de Novembro largas centenas de trabalhadores da limpeza industrial (limpeza de hospitais, escolas, transportes e universidades, centros comerciais, fabricas, escritórios, entre outros) estiveram em greve e promoveram uma manifestação do Parque Eduardo VII para a sede da associação patronal, situada na Rua Conde Redondo.
Os trabalhadores da limpeza industrial lutam pela revisão do Contrato Colectivo de Trabalho e pelo cumprimento dos direitos laborais. Há 14 anos que a associação patronal (APFS – Associação Portuguesa de Facility Services) recusa negociar com o STAD a revisão deste CCT, desculpando-se que está caducado, apesar do Ministério nunca o ter declarado e quando existem inúmeras sentenças de processos em tribunal favoráveis aos trabalhadores e que condenam os patrões, o que destrói o seu argumento falacioso!
Os processos colocados em Tribunal prendem-se com o não cumprimento de importantes direitos como o pagamento das horas nocturnas a 30% e a 50%, o pagamento dos feriados a 100% e a concessão de um dia de folga compensatória, o pagamento dos domingos, quando trabalhados, com acréscimo de 16% sobre a remuneração mensal e o pagamento desse acréscimo nos Subsídios de Férias e de Natal e a violação do direito ao local de trabalho através de transferências abusivas feitas pelos patrões. Estiveram presentes o Coordenador da União dos sindicatos de Lisboa, Libério Domingues, e o Secretário geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, que apelaram à participação na manifestação do dia 15 de Novembro.

Trabalhadores do Novo Banco em Luta!

NA LUTA CONTRA A PRECARIEDADE PELOS DIREITOS
Trabalhadores dos Serviços de Suporte Operacional, ACE do Grupo NovoBanco, S.A.
A administração do Novo Banco não aceita negociar o AE com o SINTAF (Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira) e ameaça com a possibilidade de externalização dos serviços, nomeadamente os Serviços de Suporte Operacional, ACE do Grupo NovoBanco, S.A. (GNB-SSO) e o consequente despedimento dos trabalhadores, factor que poderá causar instabilidade e contribuirá para aumentar a precariedade.
Nesse sentido os trabalhadores decidiram em plenário participar na manifestação da CGTP-IN, ao abrigo do pré-aviso de greve emitido pelo sindicato.

15 de Novembro - Grande Dinâmica de Luta nas Empresas e na Rua!

Já se sente o ambiente para a manifestação convocada pela CGTP-IN para o dia 15 de Novembro sob o lema "Avançar nos direitos, valorizar os trablhadores". As principais artérias, entradas e praças da cidade de Lisboa encontram-se decoradas com faixas e pendões que vestem os postes de iluminação. Os carros de som chamam a atenção para a importância da participação nesta grande manifestação.
Tanto os sindicatos da Administração Pública como os do sector privado emitiram pré-avisos de Greve (Auchan, Pingo Doce, Sonae, Grupo Inditex, Novo Banco, Sector da Hotelaria e Turismo, Indústria Alimentar, OGMA,  Câmaras Municipais, Escolas, Serviços Públicos, etc.) possibilitando a todos os trabalhadores participarem na manifestação. São também muitos os plenários, acções de distribuição e de contacto com os trabalhadores.
Este protesto decorre no momento em que está em discussão, na Assembleia da República, o Orçamento do Estado para 2019. Em simultâneo, o Governo PS avançou com um acordo que fez com a UGT e o patronato, para alterar a lei laboral.
É possível e necessário ir mais longe na reposição de rendimentos e direitos dos trabalhadores e pensionistas. Este é o momento para exigir a revogação das normas gravosas da legislação laboral. Este é o momento de avançar nos direitos.

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