TRABALHADORES DO CHLN EM GREVE - “TEMPO DE SERVIÇO NÃO É PARA IR PARA O LIXO”

O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Açores promoveram hoje, a partir das 11h00, uma concentração em frente ao Hospital Santa Maria. Os trabalhadores com Contrato Individual  de trabalho (CIT) do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), exigem a contagem do tempo serviço, para efeito de posicionamento remuneratório.

O Governo impediu que ficasse salvaguardado no Acordo Colectivo de Trabalho celebrado com a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Em Funções Públicas e Sociais e os Hospitais E.P.E., a contagem do tempo serviço, para efeito de posicionamento remuneratório, para os trabalhadores em CIT, tendo empurrado esta responsabilidade para os Concelhos de Administração, através de regulamento Interno.

É inaceitável que trabalhadores, alguns há mais de 20 anos a trabalhar nos hospitais E.P.E., não vejam reconhecido o tempo de serviço, recebendo salários de miséria, e nalguns casos não poderem optar pelas 35 horas de trabalho semanal, sob pena de receberem menos salário. O Sindicato exige uma resposta urgente por parte do C. A. para a injustiça com que estão confrontados muitos destes trabalhadores.

FECTRANS-CGTP/IN CONTESTA INTRODUÇÃO DE PAGAMENTO AOS TRABALHADORES NÃO SINDICALIZADOS!

A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN solidarizou-se com a luta desenvolvida pela FECTRANS e pelo STRUP, na concentração realizada no dia 24 de Julho em frente à CML. Esta acção foi convocada após a administração da CARRIS ter alterado o texto final, introduzindo uma nova cláusula que pretende regular a adesão dos trabalhadores não sindicalizados ao novo A.E., obrigando esses trabalhadores a pagar aos sindicatos 0,4% do salário ilíquido. A FECTRANS/CGTP-IN recusa esta matéria, pois interfere com a autonomia e organização dos sindicatos.

FORTE ADESÃO À LUTA CONVOCADA PELA FENPROF

A FENPROF convocou  greve e concentrações em 16 cidades do país, no dia 13 de Julho. Em Lisboa foi em frente ao Ministério da Educação que Professores e Educadores se concentraram para exigir a contabilização o tempo de serviço de 9 anos, 4 meses e dois dias que o Governo teima em não considerar.

A luta desenvolvida pela contabilização total dos anos de serviço levou a que o Governo aceitasse voltar à mesa negocial e estudar a possibilidade de descongelamento da carreira. Os professores aprovaram uma Moção, onde está sublinhado a continuação da luta, nomeadamente na semana que termina a 5 de Outubro, Dia Mundial do Professor. Esta acção terminou com a exigência de mais investimento na escola pública e na qualidade da educação.

TRABALHADORES DA GEBALIS EXIGEM O CUMPRIMENTO DO ACORDO DE EMPRESA

Dirigentes do STML e do STAL, em conjunto com membros da Comissão de Trabalhadores da GEBALIS, entregaram, no dia 11 de Julho ao Presidente da CML, o abaixo-assinado que reuniu a concordância de cerca de 80% dos trabalhadores da empresa.

Neste abaixo-assinado denunciou-se a interpretação abusiva do Conselho de Administração da empresa em relação à transição para a nova tabela remuneratória, decisão incompreensível considerando o disposto no Acordo de Empresa celebrado em 2017 com ambos os sindicatos.

 

A luta irá continuar nos moldes que os trabalhadores decidirem.

DIRIGENTES E ACTIVISTAS SINDICAIS CONCENTRAM-SE EM FRENTE À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

A CGTP-IN não desarma e levou a cabo uma grande concentração frente à Assembleia da República, no dia 6 de Julho, “… porque hoje muito se discute sobre o futuro dos trabalhadores”.
Neste dia o Governo levou à Assembleia da República a discussão da proposta de alteração da legislação laboral que sob a capa  do combate à precariedade e da dinamização da contratação colectiva, que pretende aniquilar contratos colectivos que contêm direitos, aumentar a precariedade e a exploração.
Na concentração foi lembrado a todos que “… lutámos intensamente para derrubar as políticas impostas pela troika, a política de direita, por isso afirmamos não há política de esquerda com  legislação laboral de direita!”. A luta vai continuar! 

PLENÁRIO DE SINDICATOS SAI À RUA

Sob o lema LUTAR PELOS DIREITOS, VALORIZAR OS TRABALHADORES, realizou-se no dia 21 de Junho, no Forum Roma o Plenário de Sindicatos da CGTP-IN. Os  sindicatos deram um grande enfoque sobre a situação social que se vive em muitos sectores de actividade tanto no sector público como no sector privado. Foi reafirmada a necessidade de um grande combate e esclarecimento sobre o acordo firmado entre a UGT e o patronato na concertação social, que é contrário aos interesses dos trabalhadores e ao desenvolvimento do país, acentua desequilíbrios na repartição da riqueza, que põe em causa a segurança no emprego, que perpetua a precariedade, que ataca a contratação colectiva e que reduz direitos e rendimentos dos trabalhadores.
O plenário saiu à rua e dirigiu-se para o Ministério do Emprego, na Praça de Londres, onde foi aprovada uma resolução que também apelava  à participação na Concentração Nacional de 6 de Julho, junto da Assembleia da República, dia em que será discutida a proposta de lei do Governo PS, que merece de todos os trabalhadores o mais veemente repúdio, o seu protesto e a luta.

JUNTOS PELA VALORIZAÇÃO DO TRABALHO

No dia 9 de Junho, a CGTP-IN realizou uma grande manifestação Nacional,  sob o lema Lutar pelos Direitos, Valorizar os Trabalhadores. Esta acção partiu do Campo Pequeno e culminou junto ao Marquês de Pombal. Esta acção constituiu um grande protesto contra as propostas apresentadas pelo governo em matéria de legislação laboral (caducidade da contratação colectiva, a imposição do banco de 150 horas anuais, alargamento do período  experimental para 180 dias) que comprovam a justeza da convocação desta acção de luta. Arménio Carlos, Secretário Geral da CGTP-IN, referiu que a valorização dos trabalhadores passa também pelo aumento geral dos salários, pelo aumento das pensões de reforma e pela fixação em 650€ do SMN em Janeiro de 2019. Nesta acção foi aprovada uma resolução. 

MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 9 DE JUNHO - CAMPO GRANDE - MARQUÊS DE POMBAL

MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 9 DE JUNHO - CAMPO GRANDE - MARQUÊS DE POMBALÉ preciso aumentar os salários, pensões de reforma e os apoios sociais e revogar as normas gravosas da legislação laboral.

São os trabalhadores que produzem a riqueza, têm direito a uma vida digna!

O mundo do trabalho continua marcado por graves problemas e profundas injustiças, prosseguindo-se uma política de baixos salários, de enorme precariedade laboral, de horários desregulados, desrespeito pelo direito de contratação colectiva, em que a caducidade assume papel decisivo, repressão, violação dos direitos e discriminações de todo o tipo.

GREVE DOS ENFERMEIROS NOS HOSPITAIS: FERNANDO DA FONSECA E AMADORA SINTRA

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses realizou, no dia 22 de Maio, uma acção de luta no Hospital Fernando Fonseca (Amadora - Sintra).

No dia 24 de Maio realiza-se outra acção no Centro Hospitalar Lisboa Norte (H. Sta Maria). Ambas as acções consistem em concentrações às 11h, com greve das 10h30 às 12h30.

A luta prende-se com a falta de enfermeiros nos dois hospitais e pela exigência de admissão de mais enfermeiros. No Hospital Fernando da Fonseca, o sindicato exige a resolução célere do acordo de empresa que permite, nomeadamente, o pagamento do suplemento remuneratório aos enfermeiros especialistas, a concretização dos descongelamentos das progressões de carreira e a redução do horário de trabalho para as 35 horas.

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