TEMPO DE ANTENA DA CGTP-IN - MANIFESTAÇÃO NACIONAL, SÁBADO, DIA 18 DE NOVEMBRO!

Tempo de Antena da CGTP-IN. 18 de Novembro - Manifestação Nacional em Lisboa às 15 horas do Marquês de Pombal aos Restauradores.

É preciso afirmar e exercer direitos.

É preciso valorizar o trabalho e os trabalhadores.

Recuperámos alguns direitos, rendimentos e salários. Melhorámos pensões, reformas e apoios sociais. Mas avançámos pouco.

Foram progressos tímidos face ao que é necessário e possível.

Persistem as consequências da política de agravamento da exploração e empobrecimento resultantes da acção do Governo PSD / CDS/PP.

De uma vez por todas, é preciso romper com a política de direita do passado. Não podemos continuar reféns das imposições da União Europeia, dos constrangimentos do euro, e do peso da dívida.

É preciso recuperar salários, direitos e a dignidade de quem trabalha.

Veja aqui o tempo de antena da CGTP-IN

LOCAIS DE CONCENTRAÇÃO E ORDEM DO DESFILE

 

                          LOCAIS DE CONCENTRAÇÃO E ORDEM DO DESFILE:

 

 

MILHARES DE PROFESSORES EM LUTA!

 

Milhares de professores marcaram presença no dia 15 de Novembro, frente à Assembleia da Republica, exigindo ao Ministério que  não  “apagasse” 9 anos e 4 meses  da contagem do tempo de serviço, para efeitos de progressão na carreira.

A luta dos professores e educadores, muito particularmente a boa greve e esta excelente concentração forçou o governo a reconhecer a justeza da luta e, consequentemente, a abertura do processo de negociações.

POSIÇÃO DA CGTP SOBRE ORÇAMENTO DE ESTADO, PARA 2018

Orçamento de Estado para 2018: Uma oportunidade a não perder para afirmar a mudança necessária!

A discussão na especialidade da Proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) constitui uma oportunidade para dar centralidade a políticas que priorizem a resposta aos problemas dos trabalhadores, das populações e do país.

A CGTP-IN valoriza algumas das medidas anunciadas que, embora limitadas, só são possíveis devido à actual correlação de forças na Assembleia da República e à luta dos trabalhadores.

No entanto, o OE2018 tem necessariamente de ir muito mais longe no que concerne à melhoria dos salários, das progressões e carreiras profissionais na Administração Pública, bem como ao nível da política fiscal, das pensões e protecção social, dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, nomeadamente no Serviço Nacional de Saúde, Escola Pública, Justiça e Poder Local Democrático.

Para a CGTP-IN o OE2018 constitui uma oportunidade para reduzir a despesa supérflua e parasitária com as PPP’s e a banca privada e aumentar a receita através de uma política fiscal mais justa. Este é o tempo para pôr termo à sobreposição dos interesses do capital aos direitos dos trabalhadores e do povo, acabar com a subsidiodependência do sector privado do OE, evitar cativações que prejudicam a resposta dos serviços públicos a problemas sociais e priorizar o aumento do investimento público.

É neste contexto que se justifica e exige que o Governo assegure no imediato o reforço das verbas previstas na proposta de OE para apoiar as populações das regiões mais devastadas pelos incêndios e inicie, desde já, um processo que privilegie, nomeadamente, o repovoamento dos territórios, o reordenamento da floresta, da agricultura e da indústria e o combate às assimetrias e à desertificação com vista a concretizar a tão prometida e nunca concretizada regionalização, instrumento central para a promoção de uma verdadeira coesão económica, social e territorial do país.

Romper com os constrangimentos do Tratado Orçamental e do Semestre Europeu

Este é um OE que tem de colocar os direitos fundamentais dos trabalhadores e das famílias, assim como o interesse estratégico do desenvolvimento do país acima do Tratado Orçamental e da obsessão do défice, que condiciona o investimento público, limita a capacidade de resposta dos serviços públicos às necessidades das populações e secundariza os direitos dos assalariados em geral e os do sector público em particular.

A CGTP-IN tem vindo a denunciar a contradição do Governo do PS, entre o objectivo do desenvolvimento de Portugal e a opção por seguir as “orientações” externas, sendo este um paradoxo cada vez mais evidente. Desde logo, torna-se imperiosa uma renegociação da dívida, num quadro em que os juros suportados pelo erário público transformam um superavit orçamental previsto para o final de 2018 de mais de 5,3 mil milhões de euros, num défice de quase 2 mil milhões de euros, continuando assim a rapina ao excedente acumulado em saldo primário desde 2014.

Valorizar o trabalho e os trabalhadores

A melhoria da situação económica do país exige medidas de reposição mais ousadas e a implementação de outras que rompam com décadas em que se cristalizou o modelo assente em baixos salários, precariedade dos vínculos laborais e uma produção que se traduz num baixo valor acrescentado.

Por outro lado, os trabalhadores do sector público, enquanto credores do Estado, não podem continuar a ser negligenciados. A CGTP-IN considera que se pode e deve ir mais longe em várias áreas, designadamente no cumprimento do princípio da actualização anual dos salários e na reposição e progressão das carreiras dos trabalhadores da administração pública, na melhoria da protecção social e no desagravamento fiscal dos rendimentos do trabalho e pensões. Reconhecendo-se e valorizando-se alguns progressos feitos, consideramos que o processo de devolução de direitos e rendimentos tem que ser acelerado. Além de ser justo que assim seja, os dados oficiais indicam que no 1º semestre de 2017 as remunerações nominais por trabalhador no sector público têm sido negativas (-0,4% em termos homólogos).

Tal como a CGTP-IN vem advertindo, é imperiosa uma aposta na valorização dos rendimentos do trabalho, na qualidade dos serviços públicos e funções sociais do Estado e um impulso que potencie a dinamização de outro perfil produtivo, o que implica a remoção dos cerceamentos impostos pelas regras, ingerências e chantagens externas e internas, que condenam o país à extorsão de recursos e o deixam refém da ditadura do défice e da opressão da dívida, que condicionam gravemente o seu desenvolvimento económico e social.

ORGANIZAÇÕES REPRESENTANTIVAS DOS TRABALHADORES DO METRO DE LISBOA, EXIGEM MAIS UMA VEZ MEDIDAS PARA SOLUCIONAR PROBLEMAS

Quatro organizações de trabalhadores do Metropolitano de Lisboa – STRUP/FECTRAS; STTM; SINDEM e SITRA, endereçaram uma carta ao Presidente da República Portuguesa, 1º Ministro do Governo de Portugal, Ministro do Ambiente, Ministro das Finanças, Presidente da Câmara de Lisboa, Presidente da Câmara de Loures, Presidente da Câmara de Odivelas, Presidente da Câmara de Amadora, onde, novamente, alertam para o estado de degradação no serviço prestado pelo Metro de Lisboa e identificando as causas.

“…tomámos a iniciativa de enviar esta missiva para relatar e manifestar a nossa preocupação com um conjunto de factos que consideramos de extrema importância, que colocam em causa o serviço público oferecido à população da Área Metropolitana de Lisboa e que em nosso entender colidem até com questões de segurança, problemática pela qual o Metropolitano deve primar o seu serviço, que tem andado arredado da excelência a que habituou os seus utentes.”

Assim não podemos aceitar que se encontrem imobilizadas mais de 30 Unidades Triplas, das 111 que a empresa possui para utilizar no seu serviço de transporte. Tal situação implica uma supressão do número de comboios em linha aumentando o intervalo entre composições, o tempo de espera e o desgaste antecipado de alguns componentes do próprio material circulante”.

Todos sabemos que esta situação resulta de uma política de desinvestimento que pretendeu entregar o serviço público prestado pelo Metro a entidades privadas, onde foram cerceados todos os incrementos de capital para reposição e/ou substituição de equipamentos em final de vida, onde foram reduzidas as intervenções de manutenção do material circulante,  onde foram implementadas medidas de diminuição de efectivos, onde foram minoradas as intervenções ao nível do equipamento das estações (nomeadamente escadas mecânicas e elevadores), etc.

Sendo esta a verdade, não podemos deixar de recordar que o actual executivo governamental está em funções desde 2015, e apesar de já algo ter sido feito, muito ainda existe por realizar e o tempo urge, não se compadecendo com qualquer hesitação no planeamento do capital humano e material a que uma empresa estratégica (como o é o Metropolitano de Lisboa) tem que estar sujeita. Planeamento esse que nos parece ser muito deficiente, ou mesmo inexistente.

Neste oficio, são identificadas um conjunto de situações que urgem resolver para melhorar o serviço prestado, tais como:

  • Falta de efectivos na área operacional da manutenção, levando à imobilização no imediato de mais de 30 UT’s – não sendo difícil prever o seu aumento para cerca de 40 UT’s a curto prazo;
  • Falta de materiais (peças/equipamentos) para reposição da operacionalidade dos comboios, nomeadamente ao nível das portas. A circulação com este tipo de avaria levanta questões muito graves relacionadas com a segurança dos passageiros;
  • Deficiente iluminação no cais e sujidade/inoperância dos monitores de apoio à tarefa de abertura/fecho de portas realizada pelo maquinista;

    Estes são apenas alguns exemplos dos problemas que são uma preocupação constante de todos os que lidando com o público, tripulando comboios, fazendo a manutenção das infraestruturas e do material circulante, trabalham naquele que foi considerado durante vários anos, o melhor serviço de transporte. Porque deixou de o ser?

A LUTA CONTINUA NA SOMINCOR!

O Sindicato dos Trabalhadores das Industrias Mineiras e Trabalhadores da Extracção e Lavarias das Minas Neves Corvo, que tem vindo a desenvolver uma forte luta, apesar da administração da Somincor mandar espalhar vedações e portões em diversos locais da empresa e da interferência que a Unidade de intervenção da GNR na greve em curso, procurando criar dificuldades ao exercício da actividade do piquete de greve, deslocaram-se no dia 10 de Novembro ao Ministério do Trabalho, em Lisboa, exigindo que o mesmo intervenha na resolução do conflito que vem mantendo com a empresa concessionária da exploração daquelas minas.

Os  principais motivos da luta são:

 - Pelo fim do actual horário no fundo da mina;
 - Pela humanização dos horários de trabalho;
 - Pelo estabelecimento de protocolo, entre a empresa e a Segurança Social, que permita a antecipação da idade de reforma dos trabalhadores adstritos às lavarias, pastefill, backfill e central de betão;
 - Pela progressão nas carreiras e o fim das discriminações e pela reposição dos direitos dos trabalhadores que resistiram à laboração contínua;
 - Pela revogação das alterações unilaterais na política de prémios;
 - Pelo fim da pressão e repressão sobre os trabalhadores.

MOTORISTAS: NÃO AO AUMENTO DA IDADE DE REFORMA

No dia 10 de Novembro, dirigentes e delegados sindicais do sector rodoviário concentraram-se em frente ao Ministério do Trabalho, a fim de entregarem ao Ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, um documento onde dão continuidade à exigência da reposição do limite da idade para o exercício da actividade aos 65 anos, tal como existia antes da última alteração do Código da Estrada e com a possibilidade de reforma sem penalização.

 

Leia aqui o comunicado da FECTRANS - Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações

O PINGO DOCE COLOCA EM PERIGO, DIARIAMENTE, A SAÚDE DOS TRABALHADORES E CLIENTES DA LOJA NA GRAÇA, EM LISBOA!

 

O edifício onde se insere o supermercado está em estado avançado de degradação, e corre o risco de ruir! Devido à antiguidade do edifício e à falta de manutenção do mesmo, as falhas de segurança são enormes. Um trabalhador sofreu já um acidente de trabalho gravíssimo que o deixou com uma incapacidade para o resto da vida! Um dos maiores riscos está no tecto, pois as mercadorias da loja estão no piso superior, criando uma sobrecarga sobre o chão, podendo este desabar a qualquer momento. A isto junta-se um problema de infiltrações no telhado, que faz escorrer água para zonas onde se encontram fornos e instalações eléctricas.

 

Dada esta situação, o CESP - Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal,  realizou no dia 9 de Novembro, uma acção de denúncia à porta da loja, sensibilizando os clientes para as más práticas da empresa.

100 ANOS DA REVOLUÇÃO DE OUTUBRO

A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN decidiu associar-se às comemorações do Centenário da Revolução de Outubro (1917-2017).

Assinalar esta data histórica, é um acto de denúncia da natureza exploradora, agressiva e predadora do capitalismo e de afirmação da necessidade e possibilidade da sua superação revolucionária. É afirmar o papel determinante da classe operária e dos trabalhadores, da sua unidade organização e luta enquanto forças determinantes da resistência à ofensiva do grande capital e da transformação da sociedade.

Assim, realizou-se, no passado dia 3 de novembro, um debate na Casa do Alentejo que, para além da presença de mais de uma centena de dirigentes, delegados e ativistas sindicais, contou com as intervenções de Maria da Piedade Morgadinho, resistente anti-fascista, de Libério Domingues, Coordenador da USL/CGTP-IN e ainda de Arménio Carlos, Secretário-geral da CGTP-IN.

Leia aqui o discurso do Coordenador da USL/CGTP-IN, Libério Domingues

Está em... Home Acção Reivindicativa