TRABALHADORES DA GEBALIS EXIGEM O CUMPRIMENTO DO ACORDO DE EMPRESA

Dirigentes do STML e do STAL, em conjunto com membros da Comissão de Trabalhadores da GEBALIS, entregaram, no dia 11 de Julho ao Presidente da CML, o abaixo-assinado que reuniu a concordância de cerca de 80% dos trabalhadores da empresa.

Neste abaixo-assinado denunciou-se a interpretação abusiva do Conselho de Administração da empresa em relação à transição para a nova tabela remuneratória, decisão incompreensível considerando o disposto no Acordo de Empresa celebrado em 2017 com ambos os sindicatos.

 

A luta irá continuar nos moldes que os trabalhadores decidirem.

DIRIGENTES E ACTIVISTAS SINDICAIS CONCENTRAM-SE EM FRENTE À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

A CGTP-IN não desarma e levou a cabo uma grande concentração frente à Assembleia da República, no dia 6 de Julho, “… porque hoje muito se discute sobre o futuro dos trabalhadores”.
Neste dia o Governo levou à Assembleia da República a discussão da proposta de alteração da legislação laboral que sob a capa  do combate à precariedade e da dinamização da contratação colectiva, que pretende aniquilar contratos colectivos que contêm direitos, aumentar a precariedade e a exploração.
Na concentração foi lembrado a todos que “… lutámos intensamente para derrubar as políticas impostas pela troika, a política de direita, por isso afirmamos não há política de esquerda com  legislação laboral de direita!”. A luta vai continuar! 

PLENÁRIO DE SINDICATOS SAI À RUA

Sob o lema LUTAR PELOS DIREITOS, VALORIZAR OS TRABALHADORES, realizou-se no dia 21 de Junho, no Forum Roma o Plenário de Sindicatos da CGTP-IN. Os  sindicatos deram um grande enfoque sobre a situação social que se vive em muitos sectores de actividade tanto no sector público como no sector privado. Foi reafirmada a necessidade de um grande combate e esclarecimento sobre o acordo firmado entre a UGT e o patronato na concertação social, que é contrário aos interesses dos trabalhadores e ao desenvolvimento do país, acentua desequilíbrios na repartição da riqueza, que põe em causa a segurança no emprego, que perpetua a precariedade, que ataca a contratação colectiva e que reduz direitos e rendimentos dos trabalhadores.
O plenário saiu à rua e dirigiu-se para o Ministério do Emprego, na Praça de Londres, onde foi aprovada uma resolução que também apelava  à participação na Concentração Nacional de 6 de Julho, junto da Assembleia da República, dia em que será discutida a proposta de lei do Governo PS, que merece de todos os trabalhadores o mais veemente repúdio, o seu protesto e a luta.

JUNTOS PELA VALORIZAÇÃO DO TRABALHO

No dia 9 de Junho, a CGTP-IN realizou uma grande manifestação Nacional,  sob o lema Lutar pelos Direitos, Valorizar os Trabalhadores. Esta acção partiu do Campo Pequeno e culminou junto ao Marquês de Pombal. Esta acção constituiu um grande protesto contra as propostas apresentadas pelo governo em matéria de legislação laboral (caducidade da contratação colectiva, a imposição do banco de 150 horas anuais, alargamento do período  experimental para 180 dias) que comprovam a justeza da convocação desta acção de luta. Arménio Carlos, Secretário Geral da CGTP-IN, referiu que a valorização dos trabalhadores passa também pelo aumento geral dos salários, pelo aumento das pensões de reforma e pela fixação em 650€ do SMN em Janeiro de 2019. Nesta acção foi aprovada uma resolução. 

MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 9 DE JUNHO - CAMPO GRANDE - MARQUÊS DE POMBAL

MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 9 DE JUNHO - CAMPO GRANDE - MARQUÊS DE POMBALÉ preciso aumentar os salários, pensões de reforma e os apoios sociais e revogar as normas gravosas da legislação laboral.

São os trabalhadores que produzem a riqueza, têm direito a uma vida digna!

O mundo do trabalho continua marcado por graves problemas e profundas injustiças, prosseguindo-se uma política de baixos salários, de enorme precariedade laboral, de horários desregulados, desrespeito pelo direito de contratação colectiva, em que a caducidade assume papel decisivo, repressão, violação dos direitos e discriminações de todo o tipo.

GREVE DOS ENFERMEIROS NOS HOSPITAIS: FERNANDO DA FONSECA E AMADORA SINTRA

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses realizou, no dia 22 de Maio, uma acção de luta no Hospital Fernando Fonseca (Amadora - Sintra).

No dia 24 de Maio realiza-se outra acção no Centro Hospitalar Lisboa Norte (H. Sta Maria). Ambas as acções consistem em concentrações às 11h, com greve das 10h30 às 12h30.

A luta prende-se com a falta de enfermeiros nos dois hospitais e pela exigência de admissão de mais enfermeiros. No Hospital Fernando da Fonseca, o sindicato exige a resolução célere do acordo de empresa que permite, nomeadamente, o pagamento do suplemento remuneratório aos enfermeiros especialistas, a concretização dos descongelamentos das progressões de carreira e a redução do horário de trabalho para as 35 horas.

TRABALHADORES DO HOSPITAL DOS LUSÍADAS EM LISBOA FAZEM GREVE

O CESP, Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, convocou uma greve para os trabalhadores do Grupo Lusíadas Saúde , em Lisboa, no dia 9 de Maio. 

Durante a concentração os trabalhadores distribuíram um documento aos clientes em que os trabalhadores denunciaram as desigualdades salariais, a aplicação pela administração para iguais categorias valores diferentes criando disparidades entre as mesmas funções e responsabilidades; o congelamento da progressão das carreiras criando assim injustiças salariais; questões de assédio, pressões e repressões; o desrespeito e violação dos direitos de amamentação.

UM GRANDE 1º DE MAIO DA CGTP-IN

O 1º de Maio da CGTP -IN contou com muitos milhares de trabalhadoras e trabalhadores, jovens, desempregados, reformados, dos distritos de Setúbal e Lisboa, que deram corpo à grande manifestação do Martim Moniz até à Alameda.

A luta contra a precariedade, a desregulação dos horários de trabalho e a exigência de aumento dos salários foram as grandes reivindicações mais ouvidas neste Dia Internacional do Trabalhador.  Os trabalhadores do comércio e grande distribuição estiveram em greve no Dia Internacional do Trabalhador, levando ao encerramento de algumas lojas, para além desta luta que outros sectores encetaram processos de luta tais como:  os trabalhadores das águas de Portugal, EPAL, INCM, da Panrico e Bimbo, das cantinas hospitalares e escolares, dos trabalhadores das artes e cultura, das Forças de Segurança (PSP, GNR, SEF, Guarda Prisional), das IPSS’s Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros, da Sacopor, da Petrogal, da Fisipe, da Alkion e dos SAMS.

O Secretário Geral da CGTP Arménio Carlos, afirmou que a luta vai continuar e anunciou uma grande acção de luta e protesto para dia 9 de Junho, bem como a reivindicação de aumento do SMN para 2019 de 650€.

1º DE MAIO – LUTAR PELOS DIREITOS! - VALORIZAR OS TRABALHADORES

O 1º de Maio é um dia um dia de luta e de festa. A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN, promove um dia repleto de actividades. Logo de manhã vamos fazer desporto, podemos correr 4Km, na mini-corrida, ou fazer os 15 Km.  Na Alameda D. Afonso Henriques teremos música e as tasquinhas dos sindicatos com: o Caldo Verde, sardinha assada, bifanas, couratos, granada, entre outros petiscos.

Maio é Luta, por isso marcamos encontro com todos às 14h30 no Martim Moniz e participar na manifestação do Dia Internacional do Trabalhador, vamos expressar na rua as nossas reivindicações, vamos lutar pelos direitos e exigir a valorização dos trabalhadores, porque são os trabalhadores que produzem riqueza, por isso exigem melhores condições de trabalho.

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