Intervenção sobre Informação e Comunicação Sindical - Célia Portela

A informação e comunicação sindical constituem um instrumento fundamental para a acção sindical, têm como objectivo informar, esclarecer, melhorar a ligação dos trabalhadores aos sindicatos, reforçar a consciência de classe, mobilizar para a luta. Neste mandato a mensagem centrou-se inevitavelmente na luta contra as consequências de uma política que roubou nos salários e direitos dos trabalhadores, os reformados e os pensionistas, esmagou os desempregados e expulsou os jovens para fora do país.

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Intervenção sobre a Administração Local - João Coelho

João CoelhoO Poder Local Democrático é um pilar fundamental da democracia portuguesa, constituindo um dos eixos fundamentais da definição do Estado Português. Foi uma das maiores conquistas da democracia nascida com a revolução de Abril e um elemento fundamental na sua consolidação e afirmação. Ao longo dos últimos 39 anos, contribuiu de forma ímpar para a recuperação do atraso infraestrutural, para a redução das assimetrias regionais e para o desenvolvimento dos mais recônditos locais, prestando serviços públicos essenciais às populações e desempenhando também um papel primordial na dinamização do investimento, publico e privado sendo também responsável pela criação de emprego, directo e indirecto, promovendo desta forma profundas alterações económicas e sociais  marcando o rumo da descentralização democrática do Estado.

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Intervenção de abertura - Libério Domigues

Eis-nos chegados ao 11º Congresso da USL, o mais importante e significativo acontecimento na vida desta organização, a maior e mais representativa estrutura intermédia da CGTP-IN. Este é sempre o momento por excelência para a análise e balanço do trabalho realizado e simultaneamente para definir e lançar o trabalho futuro.

Nestes últimos 4 anos o mundo ficou mais desigual e perigoso. 

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Intervenção de encerramento - Libério Domingues

Libério DominguesGostaria antes de mais, em nome da Direcção da USL, saudar e agradecer a todos os convidados que durante este dia e meio nos honraram com a sua presença. Estamos a chegar ao fim dos trabalhos deste 11º Congresso da USL e o balanço que desde já se pode adiantar, é que ele correspondeu por inteiro aos objectivos que lhe estavam subjacentes nomeadamente, quanto à análise e balanço do trabalho realizado e quanto à definição das principais linhas, objectivos e orientações para o trabalho futuro. Pelo conjunto e pelo conteúdo dos testemunhos aqui trazidos, é fácil concluirmos, que o que fizemos nestes últimos 4 anos foi de uma extraordinária riqueza e dimensão, no que respeita à luta desenvolvida, nos mais diversos sectores e aos mais variados níveis.Por aqui passaram muitas das lutas travadas pelos trabalhadores dos sectores privado, público e empresarial do Estado.

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Intervenção sobre unidade na acção e luta dos trabalhadores por uma política alternativa - Fátima Messias

Fátima MessiasOcorrendo num momento histórico particular, o Congresso da União coloca-nos novos e acrescidos desafios para o desenvolvimento do trabalho sindical no distrito. Chegámos de um tempo em que a impunidade e a prepotência pareciam ser os únicos valores que o patronato e o governo queriam fazer perpetuar.

Os vencedores – que eram eles – não tinham deveres.

Os vencidos – que éramos nós – não tinham direitos.

Temos agora nas nossas mãos a possibilidade de escrever uma nova história. A nossa. Alicerçados no projecto, nos valores e nos princípios, indissociáveis uns dos outros, que nos identificam, como a unidade na acção, baseada em interesses de classe comuns e no combate a todas as medidas tendentes à sua divisão. É a partir de cada local de trabalho que a unidade se constrói, com o conhecimento e tratamento dos problemas concretos dos trabalhadores e das trabalhadoras, independentemente da sua sindicalização ou filiação partidária, de serem mais velhos ou mais novos, de serem homens ou mulheres, do vínculo de trabalho efectivo ou precário, ou de serem trabalhadores do sector privado ou do sector público. A primeira condição para modificar a realidade consiste em conhecê-la. É fundamental encarar as questões e tratar os problemas laborais concretos, não dissociados da política mais geral, dado que cada vez se acentua mais o confronto ideológico entre o trabalho e o capital.

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Intervenção sobre actividade sindical e a igualdade - Maria das Dores Gomes

Dores GomesCamaradas, passados mais de 40 anos de liberdade em Portugal, muitos avanços se deram nos direitos sociais e laborais, no desenvolvimento económico e na justiça social; Direitos esses consagrados na Constituição da República Portuguesa, na contratação colectiva e na legislação, em particular no que diz respeito à igualdade de oportunidades e de tratamento entre mulheres e homens, em todas as vertentes da vida em sociedade, ou seja no trabalho e no emprego.

Mas hoje vivemos tempos de retrocesso histórico e civilizacional. Os trabalhadores e trabalhadoras portugueses enfrentam a situação mais grave da história recente, fruto da política de direita, que investiu contra os direitos conquistados nestes anos de liberdade e progresso.

Desde 2008, o país perdeu um em cada sete postos de trabalho, em especial a partir de 2014, com o chamado memorando da TROIKA, atingindo principalmente a camada jovem, cuja taxa de desemprego é de 37% e destes 40% atinge jovens mulheres.

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Intervenção sobre organização e descentralização sindical - Jorge Antunes

Jorge AntunesA Organização sindical tem o seu início na sindicalização. Os trabalhadores sindicalizados são a base de toda a nossa estrutura: eleger ou ser eleito para os diversos cargos sindicais, obriga primeiro a estar sindicalizado. É certo que existem dificuldades, entraves nas empresas ao trabalho sindical, apelos ao individualismo, discriminação e perseguição a activistas sindicais, mas todas essas dificuldades que nos criam não têm sido suficientes para desmotivarem este grande colectivo de mulheres e homens que no dia a dia trabalha no reforço da Organização Sindical de Base do MSU. Com confiança vamos trabalhar para que se cumpra o objectivo estabelecido no Programa de Acção de se sindicalizarem neste mandato 25 mil trabalhadores. O aumento da sindicalização, como principal prioridade organizativa, ligada ao desenvolvimento de uma acção sindical forte e à resolução dos problemas existentes, à reivindicação, ao exercício e defesa da contratação colectiva e à efectivação dos direitos é o contribuir para o reforço da organização sindical de base é dar corpo à Acção Sindical.

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