Serviços Públicos

Mais Trabalhadores, Mais Transportes

Foi o mote dado a uma acção promovida pela FECTRANS em conjunto com a União dos sindicatos de Lisboa e Setubal e o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, que teve lugar no dia 17 Julho junto à residencia oficial do 1º Ministro. Esta é uma acção que não é dirigida só aos trabalhadores do sector, pelo contrário.

Os transportes públicos são um serviço público fundamental para todos os trabalhadores, é por isso importante que todos os sectores estejam envolvidos, este é um direito de todos e que a todos afecta.

A USL/ CGTP-IN alerta para a necessidade urgente de tomada de medidas em defesa, pela melhoria e maior proximidade aos utentes dos transportes públicos.

É fundamental o aumento dos trabalhadores neste sector, que
permita, nomeadamente: a reparação de Comboios, navios e infraestruturas; a garantia da operacionalidade e circulação de Comboios e Navios; O reforço nas estações, bilheteiras e atendimento de utentes.

Na Concentração foi aprovada uma resolução, que aponta para a realização no inicio de Setembro de um encontro de estruturas de trabalhadores e utentes para avaliar oos impactos decorrentes o crescimento dos utentes e a resposta das empresas e decidir outras iniciativas na defesa de mais transportes e mais trabalhadores.

Mais trabalhadores para garantir melhores transportes públicos

A União dos sindicatos de Lisboa - CGTP-IN  participana Tribuna Pública "Em Defesa Do Transporte Público", promovida pela FECTRANS no dia 25 de Junho de 2019, entre as 8h00 e as 10h30, na estação do Cais do sodré, em Lisboa.

Esta iniciativa conta com a participação das Comissões de trabalhadores, Autarquias e Grupos Parlamentares e tem como fim denunciar a falta de trabalhadores e chamar a atenção para a necessidade de haver mais investimento no sector dos transportes afim de garantir mais operacionalidade melhor circulação de comboios e navios. As comissões de utentes também se juntam a esta iniciativa e reclamam a importancia de reforçar as estações, bilheteiras e o atendimento a utentes.

Plataforma Em Defesa do SNS toma posição

Hospitais Amadora-Sintra e de Cascais
Plataforma Em Defesa do SNS toma posição, MAIS UMA VEZ POR MAUS MOTIVOS

A Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, perante a existência de diversos e graves problemas em alguns hospitais, nomeadamente os mais recentes nos Hospitais Amadora-Sintra e de Cascais, manifesta a sua grande preocupação pelos acontecimentos e pelas consequências que estas situações estão a ter nos utentes.

De facto, no Hospital Amadora-Sintra continua a existir uma significativa falta de profissionais de saúde, designadamente de médicos, o que obrigou os anestesistas a recorrerem à greve dado que o prolongamento desta situação estava a pôr em causa a qualidade e a própria segurança na prestação de cuidados de saúde.

É urgente a solução deste problema pois há cirurgias e exames de diagnóstico a serem adiados e há grávidas a serem transferidas para outros hospitais para a realização dos partos. É também urgente fixar os profissionais de saúde em regime de exclusividade, com a garantia de um salário digno, de forma a acompanhar a evolução científica e tecnológica e a qualidade do serviço público prestado.

Quanto ao Hospital de Cascais (PPP), trata-se deste estar a ser objecto de uma investigação, por parte das entidades competentes, por suspeita de inflação do número de actos clínicos para terem como contrapartida o recebimento de maior financiamento por parte do Estado, ou seja, do bolso de todos os que pagam os seus impostos.

É urgente o apuramento dos factos para que, caso haja culpados, estes sejam punidos exemplarmente, pois é também o dinheiro dos contribuintes que está em causa.

Como se tem comprovado ao longo dos anos, a solução não passa pelo encerramento de serviços no SNS para investir no privado, como acontece com as PPP que já provaram serem ruinosas para o Estado e não trouxeram ganhos em saúde para a população.

Para esta Plataforma Lisboa em defesa do SNS, como consta da Resolução aprovada no Encontro de Saúde, realizado no passado dia 15 de Maio, a solução passa por investir mais no serviço público, com um olhar estratégico para os cuidados de saúde primários, não renovar os contratos com as PPP, começar a construir um novo hospital para o concelho de Sintra e acelerar a admissão de mais trabalhadores do SNS, valorizando as suas carreiras e remunerações.

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, PRESENTE NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE LISBOA

Vários membros das organizações que compõem a Plataforma Lisboa em defesa do Serviço Nacional de Saúde, marcaram presença, no passado dia 23 de Janeiro, na Assembleia Municipal de Lisboa.

Foi lida a seguinte intervenção, por Fátima Amaral, em nome da Plataforma:

Como lisboeta e representante da Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, constituída por várias organizações, queremos falar da falta de resposta do estado na área da saúde.

Não vimos falar da profunda degradação do SNS, dado o contínuo desinvestimento, com reflexos nas más condições de trabalho dos seus profissionais, nas longas listas de espera para consultas e cirurgias com o encerramento de vários serviços, na escandalosa falta de médicos e enfermeiros de família e de cuidados continuados e paliativos.

Em vez de melhorar o SNS, o Governo socorre-se, cada vez mais de acordos/convenções/protocolos com o sector privado, desviando para aí os utentes do SNS, garantindo aos privados a obtenção de avultados lucros à custa do erário público.

É neste contexto que queremos colocar à reflexão desta Assembleia a questão da criação de um novo hospital em Lisboa e as últimas evoluções reflectidas no despacho governamental, de 9 de novembro de 2017. Aí é colocado o lançamento de concurso público para a celebração do contrato em regime de parceria público-privada para a conceção, o projecto, a construção, o financiamento, a conservação, a manutenção e a exploração do Hospital de Lisboa Oriental para absorver a oferta de cuidados de saúde, correspondente à maior parte da área de influência de seis unidades hospitalares – Hospitais S. José, Santa Marta, Santo António dos Capuchos, Curry Cabral, Dona Estefânia e MAC.

Para esta Plataforma Lisboa em defesa do SNS, a construção do novo Hospital de Lisboa Oriental não pode servir para destruir os hospitais do Centro Hospitalar de Lisboa Central.

Refutamos muitos dos argumentos governamentais expressos nesse despacho, nomeadamente o de aproveitamento de sinergias pela concentração de serviços numa só unidade hospitalar pois tal não significa por si só maior e melhor capacidade de resposta às necessidades da população.

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COMISSÃO DE UTENTES DOS TRANSPORTES DE LISBOA EM CONTACTO COM A POPULAÇÃO!

Foto de Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa.

A Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa lançou uma nova campanha de agitação e luta, a primeira acção realizou-se ontem, segunda-feira, dia 22, na estação Marquês de Pombal. A vergonhosa degradação do serviço, a redução dos tempos de espera, a exigência da resolução do problema das carruagens sobrelotadas, a contratação de mais meios humanosa atempada reparação das escadas rolantes e outros equipamentos, e a criação de verdadeiras acessibilidades nas estações do Metro, bem como a luta contra o brutal aumento dos preços e o desinvestimento,são o mote desta Campanha.

 

Esta primeira acção de Campanha contou com uma presença especial

o Vitor Utente - um utente que de tanto esperar pelo Metro virou esqueleto!

 

Leia aqui  o comunicado distribuído à população.

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE ALERTA PARA A FALTA DE CAPACIDADE DE RESPOSTA EM VÁRIAS URGÊNCIAS!

A Plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde reunida hoje, dia 9 de Janeiro, decidiu manifestar o seu veemente protesto pela falta de capacidade de resposta em várias urgências nos hospitais, agravada com o surto de gripe, com consequências muito graves no atendimento da população.

 A responsabilidade desta situação é do Governo que já teve tempo suficiente para tomar medidas e não o fez.

 O Governo continua:

  •  A impedir a contratação atempada e em número suficiente de médicos, enfermeiros, auxiliares e outros profissionais de saúde, não dando autonomia às Administrações dos Hospitais Públicos para que o possam fazer;
  • A não contratar médicos de família em número suficiente e em tempo útil bem como de outros profissionais, de equipamentos e a não garantir o acesso a determinadas especialidades médicas nos Centros de Saúde.

Neste contexto é ainda mais inexplicável que o governo, através de um despacho de Novembro de 2017, decida a par do lançamento de concurso público para mais uma Parceria Público Privada – PPP para o novo Hospital de Lisboa Oriental, encerrar seis unidades hospitalares de excelência - Hospitais de S. José, S. António dos Capuchos, Curry Cabral, Santa Marta, Estefânia e Maternidade Alfredo da Costa.

A PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, RECLAMA:

  1. A anulação do processo de encerramento dos 6 hospitais do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) e que o novo Hospital de Lisboa Oriental seja público e do Serviço Nacional de Saúde (SNS);
  2. Mais investimento no SNS, designadamente nos cuidados de saúde primários e o respeito pelos direitos dos seus trabalhadores e da população.

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

 Comissão de Utentes de Saúde da Amadora, Comissão de Utentes da Cidade de Lisboa, FARPIL/MURPI, Movimento Democrático de Mulheres, Inter-Reformados CGTP-IN/Lisboa, Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, Sindicato Enfermeiros Portugueses (Dir Reg de Lisboa), Sindicato Nacional dos Psicólogos (Reg. Lisboa), Sindicato Médicos da Zona Sul, Sindicato Trab. das Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, União dos Sindicatos de Lisboa - CGTP-IN

GREVE DOS MÉDICOS A 10 E 11 DE MAIO

Os médicos mantêm a greve marcada para a próxima semana, quarta e quinta-feira.

Conferência de Imprensa após a conclusão da reunião entre o Ministério e os sindicatos.

LUTA NO HOSPITAL BEATRIZ ÂNGELO EM LOURES

O Conselho de Administração viola direitos dos trabalhadores. A liberdade sindical e a conciliação da actividade profissional com a vida familiar são direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa. A Direcção do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, tem vindo de forma ilegal e pouco democrática a pressionar os trabalhadores violando estes direitos. Aos trabalhadores com filhos menores de 12 anos está a ser recusado o direito a trabalharem em horário flexível de modo a poderem acompanhar os filhos. A dirigente sindical vive sob ameaça de ser transferida de serviço se continuar a ser requisitada para actividade sindical. Os trabalhadores realizam turnos de 10 horas consecutivas, muitas vezes sozinhos quando devia haver dois ou mais trabalhadores.

Esta situação põe em causa a prestação dos cuidados aos utentes como a dignidade e qualidade exigida.

O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas está ao lado dos trabalhadores e utentes e tudo fará para defender e exigir o cumprimento dos seus direitos.

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