PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, PRESENTE NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE LISBOA

Vários membros das organizações que compõem a Plataforma Lisboa em defesa do Serviço Nacional de Saúde, marcaram presença, no passado dia 23 de Janeiro, na Assembleia Municipal de Lisboa.

Foi lida a seguinte intervenção, por Fátima Amaral, em nome da Plataforma:

Como lisboeta e representante da Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, constituída por várias organizações, queremos falar da falta de resposta do estado na área da saúde.

Não vimos falar da profunda degradação do SNS, dado o contínuo desinvestimento, com reflexos nas más condições de trabalho dos seus profissionais, nas longas listas de espera para consultas e cirurgias com o encerramento de vários serviços, na escandalosa falta de médicos e enfermeiros de família e de cuidados continuados e paliativos.

Em vez de melhorar o SNS, o Governo socorre-se, cada vez mais de acordos/convenções/protocolos com o sector privado, desviando para aí os utentes do SNS, garantindo aos privados a obtenção de avultados lucros à custa do erário público.

É neste contexto que queremos colocar à reflexão desta Assembleia a questão da criação de um novo hospital em Lisboa e as últimas evoluções reflectidas no despacho governamental, de 9 de novembro de 2017. Aí é colocado o lançamento de concurso público para a celebração do contrato em regime de parceria público-privada para a conceção, o projecto, a construção, o financiamento, a conservação, a manutenção e a exploração do Hospital de Lisboa Oriental para absorver a oferta de cuidados de saúde, correspondente à maior parte da área de influência de seis unidades hospitalares – Hospitais S. José, Santa Marta, Santo António dos Capuchos, Curry Cabral, Dona Estefânia e MAC.

Para esta Plataforma Lisboa em defesa do SNS, a construção do novo Hospital de Lisboa Oriental não pode servir para destruir os hospitais do Centro Hospitalar de Lisboa Central.

Refutamos muitos dos argumentos governamentais expressos nesse despacho, nomeadamente o de aproveitamento de sinergias pela concentração de serviços numa só unidade hospitalar pois tal não significa por si só maior e melhor capacidade de resposta às necessidades da população.

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COMISSÃO DE UTENTES DOS TRANSPORTES DE LISBOA EM CONTACTO COM A POPULAÇÃO!

Foto de Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa.

A Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa lançou uma nova campanha de agitação e luta, a primeira acção realizou-se ontem, segunda-feira, dia 22, na estação Marquês de Pombal. A vergonhosa degradação do serviço, a redução dos tempos de espera, a exigência da resolução do problema das carruagens sobrelotadas, a contratação de mais meios humanosa atempada reparação das escadas rolantes e outros equipamentos, e a criação de verdadeiras acessibilidades nas estações do Metro, bem como a luta contra o brutal aumento dos preços e o desinvestimento,são o mote desta Campanha.

 

Esta primeira acção de Campanha contou com uma presença especial

o Vitor Utente - um utente que de tanto esperar pelo Metro virou esqueleto!

 

Leia aqui  o comunicado distribuído à população.

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE ALERTA PARA A FALTA DE CAPACIDADE DE RESPOSTA EM VÁRIAS URGÊNCIAS!

A Plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde reunida hoje, dia 9 de Janeiro, decidiu manifestar o seu veemente protesto pela falta de capacidade de resposta em várias urgências nos hospitais, agravada com o surto de gripe, com consequências muito graves no atendimento da população.

 A responsabilidade desta situação é do Governo que já teve tempo suficiente para tomar medidas e não o fez.

 O Governo continua:

  •  A impedir a contratação atempada e em número suficiente de médicos, enfermeiros, auxiliares e outros profissionais de saúde, não dando autonomia às Administrações dos Hospitais Públicos para que o possam fazer;
  • A não contratar médicos de família em número suficiente e em tempo útil bem como de outros profissionais, de equipamentos e a não garantir o acesso a determinadas especialidades médicas nos Centros de Saúde.

Neste contexto é ainda mais inexplicável que o governo, através de um despacho de Novembro de 2017, decida a par do lançamento de concurso público para mais uma Parceria Público Privada – PPP para o novo Hospital de Lisboa Oriental, encerrar seis unidades hospitalares de excelência - Hospitais de S. José, S. António dos Capuchos, Curry Cabral, Santa Marta, Estefânia e Maternidade Alfredo da Costa.

A PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, RECLAMA:

  1. A anulação do processo de encerramento dos 6 hospitais do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) e que o novo Hospital de Lisboa Oriental seja público e do Serviço Nacional de Saúde (SNS);
  2. Mais investimento no SNS, designadamente nos cuidados de saúde primários e o respeito pelos direitos dos seus trabalhadores e da população.

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

 Comissão de Utentes de Saúde da Amadora, Comissão de Utentes da Cidade de Lisboa, FARPIL/MURPI, Movimento Democrático de Mulheres, Inter-Reformados CGTP-IN/Lisboa, Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, Sindicato Enfermeiros Portugueses (Dir Reg de Lisboa), Sindicato Nacional dos Psicólogos (Reg. Lisboa), Sindicato Médicos da Zona Sul, Sindicato Trab. das Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, União dos Sindicatos de Lisboa - CGTP-IN

GREVE DOS MÉDICOS A 10 E 11 DE MAIO

Os médicos mantêm a greve marcada para a próxima semana, quarta e quinta-feira.

Conferência de Imprensa após a conclusão da reunião entre o Ministério e os sindicatos.

LUTA NO HOSPITAL BEATRIZ ÂNGELO EM LOURES

O Conselho de Administração viola direitos dos trabalhadores. A liberdade sindical e a conciliação da actividade profissional com a vida familiar são direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa. A Direcção do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, tem vindo de forma ilegal e pouco democrática a pressionar os trabalhadores violando estes direitos. Aos trabalhadores com filhos menores de 12 anos está a ser recusado o direito a trabalharem em horário flexível de modo a poderem acompanhar os filhos. A dirigente sindical vive sob ameaça de ser transferida de serviço se continuar a ser requisitada para actividade sindical. Os trabalhadores realizam turnos de 10 horas consecutivas, muitas vezes sozinhos quando devia haver dois ou mais trabalhadores.

Esta situação põe em causa a prestação dos cuidados aos utentes como a dignidade e qualidade exigida.

O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas está ao lado dos trabalhadores e utentes e tudo fará para defender e exigir o cumprimento dos seus direitos.

DEBATE: "PASSADO COM FUTURO - AS LUTAS DOS ENFERMEIROS NOS ANOS 60, 70 E 80"

DEBATE: "PASSADO COM FUTURO - AS LUTAS DOS ENFERMEIROS NOS ANOS 60, 70 E 80"A Direcção Regional de Lisboa com o grupo de reformados do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, irão realizar no dia 19 de Abril, pelas 14h30, no auditório daquela instituição, um debate sob o tema ‘Passado com Futuro - As lutas dos enfermeiros nos anos 60, 70 e 80’.

Ver programa.

DEBATE - O PÚBLICO É DE TODOS, O PRIVADO É SÓ DE ALGUNS

DEBATE - O PÚBLICO É DE TODOS, O PRIVADO É SÓ DE ALGUNS Sindicatos de vários sectores promovem quinta-feira, 6 de Abril, em Lisboa, um debate sobre as privatizações sob o lema «O público é de todos, o privado é só de alguns». A iniciativa, que contará com a intervenção de representantes de trabalhadores e utentes, tem como objectivos fazer o balanço das privatizações em Portugal, analisar os avanços e recuos verificados nos diversos sectores e identificar objectivos comuns ou convergentes na luta pela gestão pública de funções e serviços essenciais. Organizado pela Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, (STAL), Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário (SNTSF), e a Federação de Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo (FESAHT), o debate decorrerá a partir das 14.30 horas, na sede da FESAHT (Pátio do Salema, nº 4, Lisboa).

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GREVE NACIONAL DOS TRABALHADORES DOS MONUMENTOS, MUSEUS, PALÁCIOS E SÍTIOS CLASSIFICADOS

GREVE NACIONAL DOS TRABALHADORES DOS MONUMENTOS, MUSEUS, PALÁCIOS E SÍTIOS CLASSIFICADOSA Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais convocou, para dias 14 e 15 de Abril - 6ª feira Santa e Sábado de Aleluia - uma Greve Nacional dos trabalhadores dos monumentos, museus, palácios e sítios arqueológicos dependentes do Ministério da Cultura.

O Ministro da Cultura continua sem dar resposta às reivindicações dos trabalhadores dos museus, palácios e sítios classificados, dependentes da Direcção-Geral do Património Cultural e das Direcções Regionais de Cultura, apresentadas há largos meses, numa clara demonstração de que este Governo tarda em romper com as políticas de recursos humanos dos anteriores governos do PS, do PSD e CDS.

Fartos de esperar, os trabalhadores exigem que sejam tomadas medidas concretas para a resolução da crónica falta de pessoal e do sistemático recurso à precariedade para satisfazer necessidades permanentes dos serviços. Exigem, igualmente, a integração nos mapas de pessoal, com contratos sem termo, de todos os trabalhadores sujeitos à precariedade.

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