MUNICIPALIZAÇÃO DA CARRIS NÃO RESOLVE OS PROBLEMAS DOS TRABALHADORES

MUNICIPALIZAÇÃO DA CARRIS NÃO RESOLVE OS PROBLEMAS DOS TRABALHADORESOntem entrou em vigor o decreto lei que determina que a posse administrativa da Carris passe para a Câmara Municipal de Lisboa, o que quase de certeza será motivo para acrescentar mais ruído ao dos últimos dias, mas a nova realidade a partir de hoje, só por si não resolve os problemas dos trabalhadores das empresas do grupo Carris e só a determinação, unidade e luta destes determinará a resolução dos seus problemas e a concretização das suas reivindicações. 

A Câmara de Lisboa, “herda” hoje a Carris e com ela as CarrisTur e CarrisBus e nestas empresas que há muito a FECTRANS e o seu Sindicato na empresa – o STRUP – lutam;

Reposição dos direitos e da contratação colectiva, com a aplicação dos direitos laborais consignados no AE da Carris e ainda suspensos, com a calendarização de reposição faseada neste ano, nos termos do Orçamento do Estado;

Pela publicação atempada de como serão aplicadas as normas do OE, de modo a que os trabalhadores se possam pronunciar sobre as atribuições das diuturnidades e das progressões profissionais;

Para que se negoceie a contratação colectiva na CarrisTur e na CarrisBus;

Para sue sejam repostos os valores dos salários na CarrisTur reduzidos por decisão do governo desde Fevereiro do ano passado;

Para que passem a efectivos todos os trabalhadores com vínculos precários porque estão a ocupar postos de trabalho permanentes;

Para que sejam admitidos os trabalhadores em falta, porque isso é determinante para que seja garantido um serviço público de qualidade;

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VIGÍLIA DE UTENTES E TRABALHADORES DOS TRANSPORTES PÚBLICOS DE LISBOA

VIGÍLIA DE UTENTES E TRABALHADORES DOS TRANSPORTES PÚBLICOS DE LISBOAA União dos Sindicatos de Lisboa associou-se à iniciativa levada a cabo pela Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa na vigília, realizada no dia 18 de Janeiro, em frente à Residência Oficial do Primeiro-Ministro onde entregaram um manifesto e uma carruagem de Metro em cartão e algumas embalagens de sardinha em lata. Esta acção deu continuidade à luta que esta comissão, a USL e estruturas representativas dos trabalhadores do sector têm realizado contra a degradação e falta de investimento, quer em meios humanos quer materiais, nos transportes públicos da capital do país, politica esta que prejudica seriamente utentes, trabalhadores e cidadãos que vivem, trabalham ou visitam a cidade. Numa altura em que se notam mais os efeitos desta degradação e se agravam os preços para a utilização dos transportes públicos, é fundamental continuar a reivindicar transportes públicos de qualidade! Durante o protesto foi anunciada a reunião com o Ministro do Ambiente, que tutela os transportes, no próximo dia 26 de Janeiro. Os utentes lamentam, no entanto, o facto de o encontro solicitado em Novembro não ter acontecido antes dos aumentos. Também a Câmara Municipal de Lisboa e a Administração do Metro e da Carris receberam pedidos de audiência por parte da Comissão de Utentes, mas até ao momento não foi dada resposta.

Ler intervenção da USL. Ler manifesto.

PS, PSD E CDS-PP IMPEDEM A CONSAGRAÇÃO NA LEI DO DIREITO À ÁGUA

PS, PSD E CDS-PP IMPEDEM A CONSAGRAÇÃO NA LEI DO DIREITO À ÁGUAA campanha «Água é de todos» condena fortemente a rejeição da iniciativa legislativa de cidadãos "Protecção dos direitos individuais e comuns à água" com os votos do PS, PSD e CDS-PP, cuja votação teve lugar, na sexta-feira dia 6 de Janeiro, no Parlamento.

O Parlamento rejeitou, com os votos do PS, PSD e CDS, os Projectos de lei do PCP e do BE - o P.L. n.º 358/XIII/2.ª (PCP) e o P.L n.º 335/XIII/2.ª (BE), diplomas que retomavam na íntegra o conteúdo da iniciativa legislativa de cidadãos "Protecção dos direitos individuais e comuns à água", apresentada em 2013. Nesta sessão, foi igualmente rejeitado o Projecto de Resolução apresentado pelos Verdes sobre o direito à água. Recorde-se que a iniciativa legislativa de cidadãos, apoiada por mais de 44 mil cidadãos, foi discutida em plenário em 2014, onde foi rejeitada pelos votos contra da maioria PSD/CDS e os votos a favor de PS, PCP, PEV e BE.

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UTENTES DO TRANSPORTE FLUVIAL, PROTESTAM EM DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO FLUVIAL DE TRANSPORTES

UTENTES DO TRANSPORTE FLUVIAL, PROTESTAM EM DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO FLUVIAL DE TRANSPORTESO terminal de transporte fluvial no Cais do Sodré em Lisboa, foi ontem a partir das 17h30, local onde se concentraram, os utentes em defesa do serviço público fluvial. A degradação do transporte Fluvial, está colocar em causa o direito à mobilidade por parte da população, ultimamente é frequente os utentes ficarem duas horas à espera de barco para o Seixal. A maioria da frota da Transtejo/Soflusa está parada devido à falta de certificados de navegabilidade e falta de manutenção, actualmente dos 22 navios só 6 é que estão em condições; a falta de trabalhadores, é também um dos grandes problemas apontados pelas organizações promotoras.

Ler tarjeta distribuída aos utentes.

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PLATAFORMA LISBOA DEFENDE INTEGRAÇÃO DO HOSPITAL DE CASCAIS NA REDE HOSPITALAR PÚBLICA

PLATAFORMA LISBOA DEFENDE INTEGRAÇÃO DO HOSPITAL DE CASCAIS NA REDE HOSPITALAR PÚBLICAA Plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde lamenta a decisão do Ministro da Saúde de abrir concurso para eventual novo contrato de Parceria Público Privada (PPP) para o Hospital de Cascais quando é público que, este tipo de Parceria tem sido um sugadouro de dinheiros públicos (só com esta unidade hospitalar e em 2016 foram despendidos, 73 milhões de euros), pois têm sido gastos largos milhões de euros dos Orçamentos do Serviço Nacional de saúde (SNS); a qualidade dos serviços prestados pelos hospitais PPP não é melhor que a dos hospitais públicos conforme tem sido demonstrado através dos relatórios do Observatório dos Sistemas de Saúde (OBSS) e da Entidade Reguladora da Saúde (ERS).

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GREVE NACIONAL DOS TRABALHADORES NÃO DOCENTES DAS ESCOLAS - 3 DE FEVEREIRO

GREVE NACIONAL DOS TRABALHADORES NÃO DOCENTES DAS ESCOLAS - 3 DE FEVEREIROO actual Governo do PS tem demonstrado uma manifesta falta de vontade política para resolver os problemas que há anos afectam os Trabalhadores Não Docentes dos estabelecimentos de educação e ensino da Rede Pública. São problemas que justificam uma resolução urgente, para bem dos direitos dos trabalhadores e da qualidade da Escola Pública.

A Federação e os trabalhadores, com o apoio já manifestado publicamente por toda a comunidade escolar, exigem medidas políticas efectivas para pôr fim à falta crónica de pessoal e ao recurso sistemático e ilegal à contratação precária. Só no ano de 2016, foram contratados a termo certo 2600 trabalhadores a tempo completo e cerca de 1200 trabalhadores a tempo parcial. Há ainda largas centenas de trabalhadores com contrato de emprego e inserção, sem os quais as escolas não funcionam.

Ler comunicado aos trabalhadores.

INICIATIVA LEGISLATIVA DE CIDADÃOS ESTEVE EM DEBATE NO PARLAMENTO - AGORA EXIGIMOS A SUA APROVAÇÃO, A ÁGUA É DE TODOS!

INICIATIVA LEGISLATIVA DE CIDADÃOS ESTEVE EM DEBATE NO PARLAMENTO - AGORA EXIGIMOS A SUA APROVAÇÃO, A ÁGUA É DE TODOS!No passado dia 23, o Parlamento debateu a petição «Em defesa dos serviços públicos de água, saneamento e resíduos», entregue em Abril passado, promovida por uma Plataforma de Sindicatos (STAL, STML, SITE-SUL), Movimento de Utentes de Serviços Públicos e Associação Água Pública. Neste contexto, os grupos parlamentares do PCP e do BE apresentaram dois Projectos de lei, o Projecto de Lei n.º 358/XIII/2.ª (PCP) e o Projecto de Lei n.º 335/XIII/2.ª (BE), propostas que assumem o articulado da ILC entregue em 2013.  Em discussão esteve ainda um Projecto de Resolução n.º 584/XIII/2.ª do PEV, tendo como objectivo garantir o direito à água e ao saneamento. 

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MUNICÍPIO DE MAFRA REMUNICIPALIZA OS SERVIÇOS DE ÁGUA

MUNICÍPIO DE MAFRA REMUNICIPALIZA OS SERVIÇOS DE ÁGUAO primeiro município a privatizar/concessionar a água em Portugal, corria o ano de 1994, para a então Générale des Eaux, é o primeiro a remunicipalizar os serviços de água e saneamento. Recorde-se que a Génerale des Eaux, hoje Veolia, vendeu em 2013, todas as concessões que detinha em Portugal aos chineses da Beijing Waters, por 95 milhões de euros. A campanha - Água é de todos - saúda e apoia a decisão da C.M. de Mafra de retomar o controlo e a gestão pública da água, pondo fim a um contrato ruinoso que, como uma vez mais se comprova, lesa gravemente os interesses municipais, os direitos das populações e dos trabalhadores. 

Esta primeira remunicipalização, esperando nós que outras se sigam, defende os interesses do município, dos habitantes de Mafra, prevendo-se a redução de tarifas em 5%, e dos direitos dos trabalhadores do sector, assumindo que todos os trabalhadores transitarão para a futura entidade gestora municipal. Perante esta decisão, apelamos ao município de Vila Real de Santo António, que se prepara para privatizar os serviços de água. para que recue nesse caminho e mantenha a água sob gestão 100% municipal.

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