PLENÁRIO DE TRABALHADORES DAS INFRAESTRUTURAS DE PORTUGAL

PLENÁRIO DE TRABALHADORES DAS INFRAESTRUTURAS DE PORTUGALPor convocatória da Comissão de Trabalhadores e de organizações sindicais, os trabalhadores das Infraestruturas de Portugal, realizaram esta manhã um plenário em frente à Secretaria de Estado da tutela, tendo como motivo o modelo desta medida do governo do PSD/CDS, agora seguida pelo actual ministro da tutela, que na prática e por aquilo que é mais saliente, se tem mostrado como um projecto de promoção de negócios imobiliárias, que em nada se reflecte na melhoria do sistema de transportes e em particular na qualidade, segurança e melhoria do transporte ferroviário. A luta dos trabalhadores da REFER e das Estradas de Portugal continuará, contra a destruição destas empresas no processo de fusão na Infraestruturas de Portugal.

PRIVATIZAÇÃO DA CP-CARGA É PREJUDICIAL PARA O PAÍS!

PRIVATIZAÇÃO DA CP-CARGA É PREJUDICIAL PARA O PAÍS!As organizações de trabalhadores ( FECTRANS/SNTSF, Comissões de Trabalhadores da CP e CP-Carga) realizaram esta manhã um cordão humano, demonstrando o seu desacordo com o processo de privatização da CP-Carga. Há razões de fundo para esta posição, uma vez que, os Sectores Estratégicos da nossa economia devem estar nas mãos do Estado e que o transporte ferroviário de mercadorias é um Sector Estratégico. Há também razões circunstanciais, face ao processo de privatização em concreto, com inúmeras situações irregulares e ilegais, que foram denunciadas ao Tribunal de Contas, e onde se destaca a questão amplamente denunciada de a empresa ser vendida por 2 milhões de euros depois de o Estado a ter capitalizado em mais de 116 milhões. A privatização desta empresa configura um desastre para o país, tanto ao nível económico como energético, ambiental e social. 

CP CARGA – CORDÃO HUMANO - 28 DE JANEIRO

CP Carga – GREVE COM CORDÃO HUMANO - 28 DE JANEIROO Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, reuniu com o Ministro do Planeamento e Infra-Estruturas, este informou …”que não está nos seus objectivos a reversão do processo de privatização". A Privatização da CP-Carga, mais parece uma "doação", considerando que a CP capitaliza a CP- Carga com 116 milhões de euros, para vender por 2 milhões de euros. A privatização desta empresa configura um desastre para o país, tanto ao nível económico como energético, ambiental e social. Sem deixarmos de reconhecer que foram dados passos importantes neste novo quadro governativo, que responderam a importantes reivindicações e lutas dos trabalhadores, é preciso sublinhar que o Governo dá sinais de pretender manter o processo de destruição da ferrovia nacional, de que é exemplo o pretender concretizar o processo de privatização da CP-Carga lançado pelo anterior governo, pelo que dia 28 os trabalhadores da empresa realizarão um “Cordão Humano em defesa da CP-Carga pública.

CP CARGA - CONTINUA A ENTREGA DO PATRIMÓNIO PÚBLICO AOS PRIVADOS!

concentração contra privatização da cp cargaPelas 17 horas de ontem, uma delegação sindical manifestou-se junto à sede da CP, onde decorreu a assinatura da venda definitiva da CP Carga ao grupo privado MSC. Numa execução pelo Ministério e Planeamento e Infraestruturas de uma decisão do governo do PSD/CDS, apesar de, durante a campanha eleitoral, terem reconhecido que a privatização da empresa da carga da CP, nos termos em que estava a ser feita, era no mínimo pouco transparente e, assistimos à assinatura final, sem que o Ministro da Tutela tenha tornado público todos os contornos do negócio. Como é público neste negócio a CP entrega ao privado 116 milhões e recebe deste 2 milhões de euros, ou seja, paga-se aos privados para tomarem conta de uma empresa estratégica para o país, que será colocada, no futuro, a operar em função do negócio da MSC, o transporte de contentores. Também aqui não estamos perante um negócio traduzido num investimento estrangeiro, mas a entrega, pura e simples, de património público.

TRABALHADORES DIZEM NÃO À LIQUIDAÇÃO OU PRIVATIZAÇÃO DA CP CARGA!

TRABALHADORES DIZEM NÃO À LIQUIDAÇÃO OU PRIVATIZAÇÃO DA CP CARGA!Após as insistências para a realização da reunião com o Ministro do Planeamento e Infraestruturas para discutir o processo de privatização/liquidação da CP-Carga, e não tendo sido concretizada, uma delegação das organizações de trabalhadores – SNTSF/FECTRANS, CT da CP e CT da CP-Carga, esteve esta manhã em frente à Residência Oficial do Primeiro Ministro, ondefoi entregue um documento sobre a posição das estruturas de trabalhadores face à intenção de liquidação/privatização da CP-Carga. Estas organizações têm expressado publicamente o seu desacordo com o processo de privatização da CP Carga apresentando duas ordens de razões: 

Razões de fundo, considerando que os Sectores Estratégicos da nossa economia devem estar nas mãos do Estado e que o transporte ferroviário de mercadorias é um Sector Estratégico;

Razões circunstanciais, face ao processo de privatização em concreto, com inúmeras situações irregulares e ilegais, de que temos dado conta ao Tribunal de Contas, e onde se destaca a questão amplamente denunciada de a empresa ser vendida por 2 milhões depois de o Estado a capitalizar em mais de 116 milhões.

LUTARAM E VENCERAM - A REPOSIÇÃO DO DIREITO AO TRANSPORTE AOS FERROVIÁRIOS!

luta ferroviáriosOs trabalhadores e os reformados do sector ferroviário, após uma árdua luta contra a retirada do direito ao transporte aos reformados e familiares, conseguiram na Assembleia da República, por proposta do PCP e apoiada pelo PS e pelo BE, a decisão de reposição deste importante direito. A deliberação é da responsabilidade do Conselho de Administração da CP e que se traduz na reposição do direito, mas com alterações relativamente ao que era aplicado em 2012, com efeitos a 1 de Janeiro deste ano e que, simultaneamente, será a base de discussão, em sede de contratação colectiva, a partir de meados de Janeiro, pelo que pode ainda ser melhorado.

PLATAFORMA EM DEFESA DO SNS SOLICITA AUDIÊNCIA AO MINISTRO DA SAÚDE

Plataforma em defesa do Serviço Nacional de Saúde Plataforma em defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) já tinha alertado para a degradação galopante do SNS e não se calou, tendo exigido do governo dessa altura, PSD/CDS-PP uma clara mudança na política da saúde que dotasse de meios financeiros e humanos o SNS para garantir o acesso universal e de qualidade à população.

O anterior ministro da saúde, Paulo Macedo, mostrou sempre intransigência e desprezo pela população, continuando uma política de destruição do serviço público, com o encerramento de unidades e serviços de saúde para além do aumento das injustas taxas moderadoras e da falta de recursos humanos. Atendendo a esta situação é preciso agir, pois o inverno está-se a aproximar e com ele a gripe e o agravamento dos doentes com doenças crónicas, das crianças e dos idosos.

É verdade que o governo PSD/CDS já foi mandado embora pelos portugueses, nas eleições legislativas do passado dia 4 de Outubro, mas os graves problemas ficaram e, por isso, por isso não podemos ficar expectantes e neste sentido a Plataforma pediu uma reunião ao novo ministro da saúde do governo do PS agora em funções.

 

Damos voz às preocupações das populações e às suas aspirações! Queremos dizer ao actual governo que é urgente adoptar medidas para atacar os problemas imediatos mas também os estruturais para que princípios gerais consagrados na Constituição da República de acesso para todos ao SNS se materializem.

Ler carta ao Ministro da Saúde.

FÓRUM FERROVIÁRIO - CP E EMEF - REGRESSO AO FUTURO

FÓRUM FERROVIÁRIO - CP E EMEF - REGRESSO AO FUTURORealizou-se esta manhã, no Clube Ferroviário em Lisboa, um fórum de ferroviários organizado pelas comissões de trabalhadores da CP e EMEF. Tendo como tema o regresso ao futuro das empresas representadas pelos seus trabalhadores, podia-se ler no documento de trabalho que deu a base à discussão realizada, destacam-se questões como o alargamento da discussão de todas as comissões de trabalhadores do sector ferroviário, a reintegração da EMEF na CP pois só será partindo de uma EMEF desenhada para dar respostas à CP que se projectará uma empresa com futuro e reais objectivos de exportação de produtos e serviços. O fim das limitações à gestão das empresas públicas, acabar com a precariedade e contratar mais trabalhadores.

A ferrovia precisa de se desenvolver, de crescer, de assegurar novas ofertas e novos padrões de fiabilidade e qualidade. Para isso é preciso investir na infraestrutura e no material circulante, fazer a CP crescer e preparar a EMEF para esse crescimento. É preciso uma visão integrada da ferrovia, onde os trabalhadores, com a sua opinião e esforço, são parte integrante e insubstituível para que tal aconteça, num crescimento com construção, reparação e manutenção.

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