17 DE FEVEREIRO - ACÇÃO EM DEFESA DA LINHA DE CASCAIS - PELA SUA MODERNIZAÇÃO - PELO SERVIÇO PÚBLICO DE TRANSPORTES!

PELA MODERNIZAÇÃO DA LINHA DE CASCAIS E DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO DE TRANSPORTESA linha ferroviária de Cascais tem sido alvo de um grande desinvestimento nos últimos 20 anos. Esta situação está a ter repercussões a vários níveis e são sistemáticas as avarias no material circulante que colocam em causa a segurança e afectam a já diminuta oferta de comboios previstos. A situação só não é mais grave porque os trabalhadores da EMEF e da CP têm conseguido reduzir os impactos negativos da falta de investimento na infra-estrutura e material circulante da linha de Cascais. Acresce a supressão dos comboios de São Pedro e a redução do número de comboios fora das horas de ponta e ao fim de semana. Esta situação tem contribuído para a degradação da qualidade do serviço prestado, considerando que os passageiros, em hora de ponta, deparam-se com carruagens cheias e sem lugares sentados, piorando ainda mais a segurança dos utentes.

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ASSINA A PETIÇÃO EM DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE ÁGUA, SANEAMENTO E RESÍDUOS

PETIÇÃO EM DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE ÁGUA, SANEAMENTO E RESÍDUOSO anterior Governo PSD/CDS, prosseguindo aquele que foi sempre o seu objectivo, entregar os serviços públicos de águas e resíduos aos grupos privados, vendeu a Empresa Geral do Fomento (EGF), ao consórcio liderado pela SUMA/Mota-Engil, um negócio escandaloso que criou um monopólio privado de resíduos sem paralelo na Europa, com gravíssimas consequências e perigos para o ambiente e a saúde, e impôs a fusão dos sistemas multimunicipais de água e saneamento, criando três mega empresas, a Águas de Lisboa e Vale do Tejo - concessionada à EPAL, a Águas do Norte e a Águas do Centro-Litoral (mantendo-se a Águas Públicas do Alentejo e a Águas do Algarve), abrindo assim caminho à privatização e à transformação da água, bem essencial à vida, num negócio.

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PLENÁRIO DE TRABALHADORES DAS INFRAESTRUTURAS DE PORTUGAL

PLENÁRIO DE TRABALHADORES DAS INFRAESTRUTURAS DE PORTUGALPor convocatória da Comissão de Trabalhadores e de organizações sindicais, os trabalhadores das Infraestruturas de Portugal, realizaram esta manhã um plenário em frente à Secretaria de Estado da tutela, tendo como motivo o modelo desta medida do governo do PSD/CDS, agora seguida pelo actual ministro da tutela, que na prática e por aquilo que é mais saliente, se tem mostrado como um projecto de promoção de negócios imobiliárias, que em nada se reflecte na melhoria do sistema de transportes e em particular na qualidade, segurança e melhoria do transporte ferroviário. A luta dos trabalhadores da REFER e das Estradas de Portugal continuará, contra a destruição destas empresas no processo de fusão na Infraestruturas de Portugal.

PRIVATIZAÇÃO DA CP-CARGA É PREJUDICIAL PARA O PAÍS!

PRIVATIZAÇÃO DA CP-CARGA É PREJUDICIAL PARA O PAÍS!As organizações de trabalhadores ( FECTRANS/SNTSF, Comissões de Trabalhadores da CP e CP-Carga) realizaram esta manhã um cordão humano, demonstrando o seu desacordo com o processo de privatização da CP-Carga. Há razões de fundo para esta posição, uma vez que, os Sectores Estratégicos da nossa economia devem estar nas mãos do Estado e que o transporte ferroviário de mercadorias é um Sector Estratégico. Há também razões circunstanciais, face ao processo de privatização em concreto, com inúmeras situações irregulares e ilegais, que foram denunciadas ao Tribunal de Contas, e onde se destaca a questão amplamente denunciada de a empresa ser vendida por 2 milhões de euros depois de o Estado a ter capitalizado em mais de 116 milhões. A privatização desta empresa configura um desastre para o país, tanto ao nível económico como energético, ambiental e social. 

CP CARGA – CORDÃO HUMANO - 28 DE JANEIRO

CP Carga – GREVE COM CORDÃO HUMANO - 28 DE JANEIROO Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, reuniu com o Ministro do Planeamento e Infra-Estruturas, este informou …”que não está nos seus objectivos a reversão do processo de privatização". A Privatização da CP-Carga, mais parece uma "doação", considerando que a CP capitaliza a CP- Carga com 116 milhões de euros, para vender por 2 milhões de euros. A privatização desta empresa configura um desastre para o país, tanto ao nível económico como energético, ambiental e social. Sem deixarmos de reconhecer que foram dados passos importantes neste novo quadro governativo, que responderam a importantes reivindicações e lutas dos trabalhadores, é preciso sublinhar que o Governo dá sinais de pretender manter o processo de destruição da ferrovia nacional, de que é exemplo o pretender concretizar o processo de privatização da CP-Carga lançado pelo anterior governo, pelo que dia 28 os trabalhadores da empresa realizarão um “Cordão Humano em defesa da CP-Carga pública.

CP CARGA - CONTINUA A ENTREGA DO PATRIMÓNIO PÚBLICO AOS PRIVADOS!

concentração contra privatização da cp cargaPelas 17 horas de ontem, uma delegação sindical manifestou-se junto à sede da CP, onde decorreu a assinatura da venda definitiva da CP Carga ao grupo privado MSC. Numa execução pelo Ministério e Planeamento e Infraestruturas de uma decisão do governo do PSD/CDS, apesar de, durante a campanha eleitoral, terem reconhecido que a privatização da empresa da carga da CP, nos termos em que estava a ser feita, era no mínimo pouco transparente e, assistimos à assinatura final, sem que o Ministro da Tutela tenha tornado público todos os contornos do negócio. Como é público neste negócio a CP entrega ao privado 116 milhões e recebe deste 2 milhões de euros, ou seja, paga-se aos privados para tomarem conta de uma empresa estratégica para o país, que será colocada, no futuro, a operar em função do negócio da MSC, o transporte de contentores. Também aqui não estamos perante um negócio traduzido num investimento estrangeiro, mas a entrega, pura e simples, de património público.

TRABALHADORES DIZEM NÃO À LIQUIDAÇÃO OU PRIVATIZAÇÃO DA CP CARGA!

TRABALHADORES DIZEM NÃO À LIQUIDAÇÃO OU PRIVATIZAÇÃO DA CP CARGA!Após as insistências para a realização da reunião com o Ministro do Planeamento e Infraestruturas para discutir o processo de privatização/liquidação da CP-Carga, e não tendo sido concretizada, uma delegação das organizações de trabalhadores – SNTSF/FECTRANS, CT da CP e CT da CP-Carga, esteve esta manhã em frente à Residência Oficial do Primeiro Ministro, ondefoi entregue um documento sobre a posição das estruturas de trabalhadores face à intenção de liquidação/privatização da CP-Carga. Estas organizações têm expressado publicamente o seu desacordo com o processo de privatização da CP Carga apresentando duas ordens de razões: 

Razões de fundo, considerando que os Sectores Estratégicos da nossa economia devem estar nas mãos do Estado e que o transporte ferroviário de mercadorias é um Sector Estratégico;

Razões circunstanciais, face ao processo de privatização em concreto, com inúmeras situações irregulares e ilegais, de que temos dado conta ao Tribunal de Contas, e onde se destaca a questão amplamente denunciada de a empresa ser vendida por 2 milhões depois de o Estado a capitalizar em mais de 116 milhões.

LUTARAM E VENCERAM - A REPOSIÇÃO DO DIREITO AO TRANSPORTE AOS FERROVIÁRIOS!

luta ferroviáriosOs trabalhadores e os reformados do sector ferroviário, após uma árdua luta contra a retirada do direito ao transporte aos reformados e familiares, conseguiram na Assembleia da República, por proposta do PCP e apoiada pelo PS e pelo BE, a decisão de reposição deste importante direito. A deliberação é da responsabilidade do Conselho de Administração da CP e que se traduz na reposição do direito, mas com alterações relativamente ao que era aplicado em 2012, com efeitos a 1 de Janeiro deste ano e que, simultaneamente, será a base de discussão, em sede de contratação colectiva, a partir de meados de Janeiro, pelo que pode ainda ser melhorado.

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