PLATAFORMA EM DEFESA DO SNS SOLICITA AUDIÊNCIA AO MINISTRO DA SAÚDE

Plataforma em defesa do Serviço Nacional de Saúde Plataforma em defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) já tinha alertado para a degradação galopante do SNS e não se calou, tendo exigido do governo dessa altura, PSD/CDS-PP uma clara mudança na política da saúde que dotasse de meios financeiros e humanos o SNS para garantir o acesso universal e de qualidade à população.

O anterior ministro da saúde, Paulo Macedo, mostrou sempre intransigência e desprezo pela população, continuando uma política de destruição do serviço público, com o encerramento de unidades e serviços de saúde para além do aumento das injustas taxas moderadoras e da falta de recursos humanos. Atendendo a esta situação é preciso agir, pois o inverno está-se a aproximar e com ele a gripe e o agravamento dos doentes com doenças crónicas, das crianças e dos idosos.

É verdade que o governo PSD/CDS já foi mandado embora pelos portugueses, nas eleições legislativas do passado dia 4 de Outubro, mas os graves problemas ficaram e, por isso, por isso não podemos ficar expectantes e neste sentido a Plataforma pediu uma reunião ao novo ministro da saúde do governo do PS agora em funções.

 

Damos voz às preocupações das populações e às suas aspirações! Queremos dizer ao actual governo que é urgente adoptar medidas para atacar os problemas imediatos mas também os estruturais para que princípios gerais consagrados na Constituição da República de acesso para todos ao SNS se materializem.

Ler carta ao Ministro da Saúde.

FÓRUM FERROVIÁRIO - CP E EMEF - REGRESSO AO FUTURO

FÓRUM FERROVIÁRIO - CP E EMEF - REGRESSO AO FUTURORealizou-se esta manhã, no Clube Ferroviário em Lisboa, um fórum de ferroviários organizado pelas comissões de trabalhadores da CP e EMEF. Tendo como tema o regresso ao futuro das empresas representadas pelos seus trabalhadores, podia-se ler no documento de trabalho que deu a base à discussão realizada, destacam-se questões como o alargamento da discussão de todas as comissões de trabalhadores do sector ferroviário, a reintegração da EMEF na CP pois só será partindo de uma EMEF desenhada para dar respostas à CP que se projectará uma empresa com futuro e reais objectivos de exportação de produtos e serviços. O fim das limitações à gestão das empresas públicas, acabar com a precariedade e contratar mais trabalhadores.

A ferrovia precisa de se desenvolver, de crescer, de assegurar novas ofertas e novos padrões de fiabilidade e qualidade. Para isso é preciso investir na infraestrutura e no material circulante, fazer a CP crescer e preparar a EMEF para esse crescimento. É preciso uma visão integrada da ferrovia, onde os trabalhadores, com a sua opinião e esforço, são parte integrante e insubstituível para que tal aconteça, num crescimento com construção, reparação e manutenção.

FOI SUSPENSA A GREVE DOS TRABALHADORES METRO

FOI SUSPENSA A GREVE DOS TRABALHADORES METRODepois de uma reunião com o Ministério da Tutela em que o mesmo assumiu o compromisso de suspender as medidas da administração do Metro que originaram o actual conflito e, igualmente, se ter comprometido a promover um processo de discussão e negociação com a administração da empresa a partir de 15 de Janeiro, os trabalhadores, reunidos ontem em plenário, decidiram suspender as greves que estavam marcadas para os próximos dias. O que se passou hoje demonstra que há uma opção ao conflito, a negociação frontal dos problemas, em que os sindicatos serão os principais empenhados nessa via.

A União dos Sindicatos de Lisboa saúda os trabalhadores, que com a sua luta e convicção têm lutado pelos seus direitos, contra a privatização e por um serviço público de transportes ao serviço dos utentes e das populações.

PLENÁRIO DE REFORMADOS E TRABALHADORES DO METRO JUNTO À PORTA DA AMINISTRAÇÃO DA EMPRESA!

PLENÁRIO DE REFORMADOS E TRABALHADORES DO METRO JUNTO À  PORTA DA AMINISTRAÇÃO DA EMPRESA!Para debater as questões relativas ao Acordo de Empresa, Negociação colectiva, Salários e pensões, subconcessão/privatização e reestruturação interna, os trabalhadores e reformados do Metropolitano de Lisboa, realizaram esta manhã diversos plenários descentralizados. No Cais do Sodré o plenário reuniu os trabalhadores do Movimento e Tracção da Linha Verde e os trabalhadores do Edifício do Cais do Sodré. No Campo Grande reuniram os trabalhadores do Movimento e Tracção da Linha Amarela e os trabalhadores do PMO II – Calvanas e da Fontes Pereira de Melo. Em São Sebastião os trabalhadores do movimento e Tracção das Linhas Azul e Vermelha e Trabalhadores do PMO III – Pontinha e da Sidónio Pais. Por fim e junto à Administração da empresa reuniram-se os reformados com a solidariedade de muitos trabalhadores. Neste plenário contou-se com a participação de Arménio Carlos, Secretário-geral da CGTP-IN

No percurso realizado desde a Sidónio Pais até à Rua Andrade Corvo, os trabalhadores e reformados do Metro fizeram uma distribuição junto da população, com um documento que visa explicar as razões da sua justa luta.

 

GREVE DOS ENFERMEIROS – VALORIZAÇÃO E DIGNIFICAÇÃO DA CARREIRA - EM DEFESA DO SNS E DAS POPULAÇÕES

greve efermeiros agosto 2015A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN saúda a luta dos enfermeiros, com início a 11, 12, e 13 de Julho abrangendo a região de Lisboa e vale do Tejo, Alentejo e o Algarve respectivamente. Os Enfermeiros têm sido um dos sectores profissionais mais atingidos com as políticas do actual Governo PSD/CDS-PP contra os seus direitos sociais e laborais e de destruição do Serviço Nacional de Saúde. A USL/CGTP- IN ,conjuntamente com o SEP, tem vindo a dinamizar um conjunto significativo de acções através da Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, procurando sensibilizar as populações para as graves consequências do desmantelamento dos serviços públicos de saúde, com fechos de serviços e valências, de unidades de saúde e urgências, com a falta de profissionais de saúde, designadamente enfermeiros, de equipamentos, de materiais de camas e com o aumento dos custos para os utentes. É neste contexto que não podemos deixar de salientar que esta Greve tem também como objectivos a defesa SNS e das populações, direito fundamental para o desenvolvimento do país e de maior justiça social.

Mais informação sobre a greve dos enfermeiros.

TAP - OS PRETENDENTES, AS PROPOSTAS E OUTRAS COISAS

TAP - OS PRETENDENTES, AS PROPOSTAS E OUTRAS COISASÀ medida que passam os dias e as verdades se vão sabendo, mais claro vai ficando também para todos, o desastre que se aproxima a passos largos. Afirmamo-lo com inteira convicção e, para isso, basta olhar à nossa volta. Afinal quem se perfila para “tomar de assalto” a TAP? O SITAVA, a seu tempo, falou de todos eles, recordando aos trabalhadores os seus antecedentes e as suas práticas, claramente reveladoras do respeito que nutrem pelos direitos dos trabalhadores. Todos eles sem excepção.

Ler comunicado do SITAVA aos trabalhadores da TAP

 

LUTA DOS TRABALHADORES DO METRO CONTRA A PRIVATIZAÇÃO E NA DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS!

LUTA DOS TRABALHADORES DO METRO CONTRA A PRIVATIZAÇÃO E NA DEFESA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS!Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa estão em greve. Lutam em defesa do transporte público ao serviço dos utentes e do país e pelo seu Acordo de Empresa, lutam também contra a destruição da empresa e da entrega à exploração dos privados de todas as actividades operacionais. A circulação de composições no Metropolitano esteve suspensa desde das 23h20 do dia de ontem. O secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, esteve junto dos trabalhadores do Metropolitano, na Av. Sidónio País, para manifestar apoio e solidariedade para com a luta destes homens e mulheres.

MARCHA CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES DOS TRANSPORTES JUNTA MAIS DE MIL!

MARCHA CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES DOS TRANSPORTES JUNTA MAIS DE MIL!Entre os trabalhadores das várias empresas públicas de transportes, utentes dos serviços públicos, reformados, dirigentes e activistas sindicais, foram mais de mil os que esta manhã marcharam entre o Largo de Camões e a Assembleia da República. Numa marcha que afirmou - PÚBLICO É DE TODOS, PRIVADO É SÓ DE ALGUNS. O Governo PSD/CDS nesta fase final do seu mandato intensificou a ofensiva contra o serviço público de transportes e contras as empresas públicas do sector. Com o intuito de as transformar num negócio para os grandes grupos económicos, com os prejuízos para o País, para os utentes e para os trabalhadores.

Juntar esforços na luta contra o objectivo central do Governo, privatizar tudo o que é público, é também uma forma de defender cada uma das empresas sob agressão. Foi isso, o que todos os que hoje se uniram e juntaram vozes fizeram, lutaram por um futuro melhor para os trabalhadores, para o povo e para Portugal. Porque a luta é o caminho, nas empresas e nas ruas!

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