GREVE E MARCHA DOS TRABALHADORES DA CARRIS A 14 DE MAIO!

greve e marcha na carrisNo cumprimento das decisões do plenário que decidiu a greve do próximo dia 14 de Maio, o STRUP (Sindicato dos trabalhadores de transportes rodoviários e urbanos de Portugal), filiado na FECTRANS, realizará uma marcha dos trabalhadores da Carris, CarrisTur e CarrisBus. Marcha com início marcado para a estação de Santo Amaro às 07h30 e que irá até à Assembleia da República. A administração da Carris, e também do Metropolitano, está a promover uma profunda e negativa reestruturação, onde se integra o processo de subconcessão da exploração comercial do Metro e dos autocarros, mas vai muito mais longe. Este processo de reestruturação está a ser conduzido violando os direitos das Comissões de Trabalhadores e afrontando a lei. Toda a solidariedade para com a luta destes trabalhadores será pouca.

PETIÇÃO CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA CARRIS, METRO DE LISBOA, TRANSTEJO E SOFLUSA!

petição por melhores transportes públicosA Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS) lançou uma petição, sob o lema: Por melhores Transportes Públicos, travar as Privatizações, na Carris, Metro de Lisboa, Transtejo e Soflusa. Esta petição exige o imediato cancelamento dos concursos para a subconcessão da Carris e do Metro de Lisboa, bem como dos que se preparam para a Transtejo e a Soflusa. É necessária e urgente uma política de transportes públicos ao serviço dos utentes e do país.

TRABALHADORES DO SECTOR FERROVIÁRIO EM GREVE!

SECTOR FERROVIÁRIO EM GREVE!A greve no sector ferroviário está a ter um impacto grande na circulação ferroviária, no primeiro período da manhã, tendo estado, no essencial reduzida aos chamados serviços mínimos na CP, REFER e CP-Carga, três das quatro empresas abrangidas pelo pré-aviso de greve subscrito por diversas organizações sindicais representativas de trabalhadores ferroviários. Desde a entrega do pré-aviso de greve, nada se alterou que justifique qualquer alteração à decisão tomada pelas organizações de trabalhadores, de lutar pela defesa da ferrovia e dos ferroviários, condição imprescindível para garantir um serviço de qualidade aos utentes.

CARAVANA PELOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SERVIÇOS!

CARAVANA PELOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SERVIÇOS!O Grupo EGF (Empresa Geral de Fomento) é uma empresa pública que teve investimentos do Estado e dos municípios de 2000 milhões de euros, nos últimos 20 anos, tem um património de mil milhões de euros, um volume de negócios de 173 milhões de euros e 15 milhões de euros de lucros, em 2013. Tem fundos comunitários por receber no valor de 320 milhões de euros. O Governo quer vender a EGF à SUMA/Mota-Engil por 150 milhões de euros. Esta intenção do Governo ocorre contra a vontade dos municípios, das populações e dos trabalhadores. O Grupo EGF tem 2000 trabalhadores, detém 11 empresas, em 174 municípios, e controla 65% dos resíduos urbanos do país – 6,4 milhões de pessoas.
Contra isto há uma Caravana em Defesa da Gestão Pública dos Resíduos, que está a percorrer o país, de 16 a 31 de Março, organizada pelo STAL (Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local), e a  sensibilizar a população e contactar com os trabalhadores do sector. A iniciativa decorre sob o lema "Não ao Negócio do Lixo! Pelos serviços públicos de resíduos" e assume como objectivos fundamentais a defesa da Gestão Pública dos Resíduos, dos direitos dos Trabalhadores, dos Serviços Públicos de proximidade e dos direitos das Populações constitucionalmente consagrados.

METRO PARADO EM MAIS UMA JORNADA DE LUTA DOS SEUS TRABALHADORES!

METRO PARADO EM MAIS UMA JORNADA DE LUTA DOS SEUS TRABALHADORES!Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa estiveram em greve, hoje, até às 10 horas da manhã, resultando no encerramento de todas as estações e na paralisação total do metro até àquela hora. Esta luta decorre em defesa da empresa como empresa pública - ao serviço dos utentes e pela defesa dos postos de trabalho - do Acordo de Empresa e da dignidade dos trabalhadores, principalmente no que se reporta às condições de trabalho e ao respeito pela contratação colectiva.

PLENÁRIO DE LUTA NA VALORSUL!

plenário de luta na valorsulEsta manhã, num plenário que contou com a participação do secretário-geral da CGTP-IN e outros dirigentes, os trabalhadores da Valorsul reafirmaram a exigência de que o Governo pare com a privatização da holding EGF e reclamaram da administração respostas imediatas a questões há muito colocadas. Na resolução aprovada, recorda-se que tem havido uma degradação das condições de vida e de trabalho, nos últimos tempos, nomeadamente através dos cortes e congelamento dos salários e do impedimento de progressão nas carreiras profissionais, bem como por via do aumento da precariedade, da redução de postos de trabalho em sectores fundamentais da empresa e do não cumprimento do Acordo de Empresa que está em vigor. Tudo isto é fruto da política ruinosa do Governo, que a EGF e a Administração da empresa cegamente executam, criando um grande descontentamento nos trabalhadores.

Ler resolução aprovada pelo plenário.

Mais... PLENÁRIO DE LUTA NA VALORSUL!

DEFENDEMOS A SAÚDE PARA TODOS E DENUNCIAMOS OS RESPONSÁVEIS PELO CAOS NAS URGÊNCIAS!

DEFENDEMOS A SAÚDE PARA TODOS E DENUNCIAMOS OS RESPONSÁVEIS PELO CAOS NAS URGÊNCIAS!Centenas de utentes e trabalhadores concentraram-se esta tarde junto ao Hospital Amadora-Sintra. Marcaram presença numa importantíssima jornada de luta em defesa do Serviço Nacional de Saúde, conquista de Abril. Luta que defendeu a saúde mas que denúncia também o caos que sem tem vivido nas urgências dos nossos hospitais, ao longo de todo o país. Caos que ao contrário do que o Governo e o Ministro da Saúde querem fazer crer, não é culpa da gestão dos hospitais, dos profissionais de saúde, nem da vaga de frio ou surtos de gripe. As verdadeiras causas do que tem estado a acontecer são o resultado da política de destruição dos serviços públicos implementada nos últimos anos, que visa a entrega dos cuidados de saúde ao sector privado.
A Plataforma Lisboa em defesa do SNS reclama a necessidade de mudança de política, garantindo a toda a população o direito constitucional à saúde com, uma gestão que respeite e permita o acesso pleno aos cuidados de saúde, a revogação das taxas moderadoras, a admissão de mais profissionais de saúde com direitos laborais, reforçar a rede de cuidados primários a todos os níveis, o fim das Parcerias Público Privadas, o alargamento da rede de cuidados continuados.
É preciso continuar a lutar em defesa da saúde para todos, investir no SNS é investir no progresso da Humanidade.

DESINVESTIMENTO NA LINHA DE CASCAIS É A CAUSA DA SUPRESSÃO DE COMBOIOS

DESINVESTIMENTO NA LINHA DE CASCAIS É A CAUSA DA SUPRESSÃO DE COMBOIOSO desinvestimento a que tem sido votada a linha de Cascais, ao longo das duas últimas duas décadas, está agora a fazer sentir os seus efeitos, provocando problemas contínuos no material circulante, com uma imobilização superior ao normal, o que não permite a garantia da oferta programada. A FECTRANS denuncia que é essa a razão central da medida de reduzir a oferta na linha de Cascais, desde o passado dia 18, tal como tinha acontecido já antes com a supressão dos comboios de S. Pedro e, que não será a última medida caso persista a política de abandono desta linha.

Apesar da redução do número de comboios, continuámos a assistir à supressão doutros nas horas de ponto, altura em que, normalmente, ocorrem o maior número de avarias. Lembramos que na altura de renovação do material circulante, optou-se por fazer a “modernização” dos comboios antigos que existiam na linham, dando-lhe uma “cara nova” mas mantendo o “esqueleto velho” A situação não é mais grave porque a capacidade técnica e empenho dos trabalhadores da EMEF, tem conseguido reduzir os impactos negativos da falta de investimento na infraestrutura e material circulante da linha de Cascais, mas estes trabalhadores não fazem milagres, quando a empresa é sujeita a constrangimentos imposto pelo governo que dificultam a sua actividade. É a EMEF que garante a qualidade e segurança do material circulante e esta é uma das empresas quer o governo quer privatizar, o que contribuirá para agravar a situação.

O que se passa na linha de Cascais é apenas uma parte do problema mais geral, em que o desinvestimento está a conduzir à degradação d serviço prestado, como é o caso da linha do Sado. Os responsáveis por esta situação são os sucessivos governantes que têm conduzido uma política de destruição do sector público de transportes, no objectivo de o privatizar pelo mais baixo preço. Este não é um problema de falta de dinheiro, mas sim de opções, porque o governo tem previligiado os negócios "swaps", que já absorveram mais dinheiro do que necessário para fazer a renovação do material circulante na linha de Cascais.

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