TRABALHADORES DO INEM MARCAM PROTESTO PARA 7 DE ABRIL

TRABALHADORES DO INEM MARCAM PROTESTO PARA 7 DE ABRILOs trabalhadores do INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica vão realizar uma manifestação nacional, no dia 7 de Abril, com início junto à sede do Instituto, pelas 11.00 horas, a que se seguirá um desfile para o Ministério da Saúde. Entre outras reivindicações, exigem integrar a carreira de Técnico de Emergência Pré-Hospitalar.

O Ministério da Saúde e o Governo insistem em não repor a justiça no processo de transição dos trabalhadores das actuais carreiras em que estão inseridos para a carreira de Técnico de Emergência Pré-Hospitalar, alterando a norma do Decreto-Lei nº19/2016, de 15 de Abril.

Apesar de suficientemente alertados pela nossa Federação para o facto, quer o Ministro da Saúde, quer o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde têm feito “orelhas mocas” e não tomam qualquer iniciativa para corrigir esta gritante injustiça.

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TÉCNICO-PROFISSIONAIS DE REINSERÇÃO SOCIAL MARCAM GREVE

TÉCNICO-PROFISSIONAIS DE REINSERÇÃO SOCIAL MARCAM GREVEOs técnico-profissionais de reinserção social, em funções no Sistema Nacional de Vigilância Electrónica e nos Centros Educativos de Menores, dependentes do Ministério da Justiça, irão estar em greve às horas extraordinárias, de 8 de Abril até 31 de Dezembro deste ano, para exigirem resposta do Governo às suas reivindicações, designadamente, o recrutamento de novos efectivos para a carreira, dando assim resposta ao grave problema da falta de pessoal. A falta crónica de pessoal nestes sectores, para além de promover problemas de segurança para os trabalhadores e deficiente operacionalidade dos serviços, provoca uma desregulação dos horários de trabalho, obrigando a cargas horas diárias de dez e mais horas, a alterações constantes no gozo dos dias de descanso e a modificações súbitas nas escalas de serviço.

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PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SNS FOI RECEBIDA PELA ADMINISTRAÇÃO DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SNS FOI RECEBIDA PELA ADMINISTRAÇÃO DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRALDepois da concentração à porta do Hospital de São José, a plataforma Lisboa em defesa do SNS foi recebida pela Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC). 

A plataforma colocou um conjunto de preocupações tais como: Qual o futuro dos hospitais que constituem o CHLC (Hospital de São José, Santa Marta, Capuchos, Curry Cabral, Dona Estefânia e a Maternidade Alfredo da Costa)? Que respostas vão ser dadas aos trabalhadores? Porque é que estão a concentrar as cirurgias no hospital Curry Cabral e os prejuízos nomeadamente para o Hospital dos Capuchos, que já transferiu alguns serviços e valências? A redução de camas e as consequências para os utentes, particularmente para as cirurgias; Que medidas estão estão a ser tomadas para fazer face à saída de profissionais?...” Não podemos esquecer que o Hospital de São José é uma escola de referência que tem contribuído para o sucesso do SNS”.

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CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS HOSPITAIS DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL

CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS HOSPITAIS DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRALA Plataforma Lisboa em Defesa do SNS está hoje a realizar uma acção de sensibilização junto dos trabalhadores, moradores e comerciantes. Esta acção tem como objectivo denunciar o desmantelamento que está a ser alvo os Hospitais que constituem o Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC), através da diminuição da capacidade instalada.  O impacto destas medidas tem repercussões que podem ser graves tanto para os trabalhadores como para utentes e população e põem em causa a resposta do SNS não só a nível da região de Lisboa. O CHLC, como Hospital Central tem uma cobertura que vai da população de Lisboa, passando por boa parte da região ao sul do Tejo até às Ilhas, nalgumas especialidades, ou indo mesmo, nalguns casos concretos, até ao plano nacional.

TRABALHADORES DA ESCOLA BÁSICA DE MARVILA EXIGEM REFORÇO DE PESSOAL NÃO DOCENTE!

TRABALHADORES DA ESCOLA BÁSICA DE MARVILA EXIGEM REFORÇO DE PESSOAL NÃO DOCENTE!Os trabalhadores não docentes da Escola Básica de Marvila, em Lisboa, realizaram uma paragem simbólica entre as 8 e as 10 horas da manhã. Foi desta forma que exigiram reforço de pessoal numa escola que tem carências a esse nível. Exigiram também o reforço da segurança, numa situação que afecta crianças e jovens da escola, mas também os trabalhadores de uma forma geral. É tempo da Direcção do Agrupamento e o Ministério da Educação ouvirem os apelos dos trabalhadores e também de muitos encarregados de educação preocupados com a situação que se vive.

"SEGURANÇA FERROVIÁRIA NÃO É NEGÓCIO"

"SEGURANÇA FERROVIÁRIA NÃO É NEGÓCIO"Sob o lema “Segurança ferroviária não é negócio", a FECTRANS – Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações e o seu sindicato no sector ferroviário - SNTSF, vão realizar um debate sobre a temática da nova regulamentação ferroviária. A iniciativa terá lugar no auditório do STAL, em Lisboa, no dia 16 de Fevereiro de 2017, entre as 10 e as 13 horas. A segurança ferroviária tem implicações no serviço, nos trabalhadores e nos utentes. Qualquer alteração não pode ser vista numa óptica economicista e tem que ter um amplo debate, que não está a ser feita, nem se verifica que haja qualquer intenção de a fazer, justifica a FECTRANS. 

“No seguimento das tomadas de posição anterior vamos realizar este debate com trabalhadores do sector, sendo aberta à participação de todos que tenham contributos a dar nesta matéria e, a partir das conclusões, iremos dar continuidade a uma linha de intervenção em defesa de um serviço ferroviário seguro, para trabalhadores e utentes e combateremos todas as tentativas de, a pretexto das alterações, se tentar implementar medidas de redução de postos de trabalho que terão também reflexos na qualidade do serviço e apoio aos utentes”, informa a FECTRANS no seu site.

SPGL ARRANCOU COM A CAMPANHA "MAIS DEMOCRACIA PARA ESCOLAS"

SPGL ARRANCOU COM A CAMPANHA "MAIS DEMOCRACIA PARA ESCOLAS"

O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), membro da FENPROF, defende que a mudança de paradigma do modelo de gestão da Escola Pública é um imperativo democrático! O SPGL ciente da sua responsabilidade acrescida na reflexão, no debate e elaboração de propostas de um  modelo que contribua efectivamente para um dos principais pilares sociais que é a educação promoveu uma Conferência/Encontro e Debate que contou com a presença de cerca de uma centena e meia de participantes, entre os quais, cerca de cinquenta por cento das/os directoras/es e membros das actuais direcções, autarcas e docentes dos concelhos de Almada e Seixal que consideram que o actual modelo de gestão da Escola Pública empobrece a vida democrática das escolas, a participação cívica dos professores, alunos e funcionários não docentes, o que se repercute directamente não só na vida pedagógica e na experiência democrática mas também nas condições práticas de exercício da actividade docente dos professores, retirando-lhe autonomia profissional, possibilitando a discricionariedade na determinação das condições locais de trabalho e acção pedagógica.

FRENTE COMUM EXIGE A SUSPENSÃO DOS PROCESSOS DE MUNICIPALIZAÇÃO DAS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO

FRENTE COMUM EXIGE A SUSPENSÃO DOS PROCESSOS DE MUNICIPALIZAÇÃO DAS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADOO actual Governo pretende aprofundar o processo de municipalização das competências da Administração Central, a que o governo PSD/CDS-PP tinha dado grande alento, transferindo as funções sociais que lhe são constitucionalmente atribuídas, mais uma vez sem a necessária discussão com os trabalhadores e as suas organizações representativas. A Administração Pública é essencial na garantia do acesso dos cidadãos ao exercício e concretização dos seus direitos fundamentais. Estão em causa direitos sociais como a Saúde, a Educação, a Segurança Social, a Cultura, entre outros, face aos ataques que têm sido desencadeados por sucessivos governos às funções sociais do Estado e à sua prestação e que o processo de municipalização não vem defender.

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