CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS HOSPITAIS DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL

CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS HOSPITAIS DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRALA Plataforma Lisboa em Defesa do SNS está hoje a realizar uma acção de sensibilização junto dos trabalhadores, moradores e comerciantes. Esta acção tem como objectivo denunciar o desmantelamento que está a ser alvo os Hospitais que constituem o Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC), através da diminuição da capacidade instalada.  O impacto destas medidas tem repercussões que podem ser graves tanto para os trabalhadores como para utentes e população e põem em causa a resposta do SNS não só a nível da região de Lisboa. O CHLC, como Hospital Central tem uma cobertura que vai da população de Lisboa, passando por boa parte da região ao sul do Tejo até às Ilhas, nalgumas especialidades, ou indo mesmo, nalguns casos concretos, até ao plano nacional.

TRABALHADORES DA ESCOLA BÁSICA DE MARVILA EXIGEM REFORÇO DE PESSOAL NÃO DOCENTE!

TRABALHADORES DA ESCOLA BÁSICA DE MARVILA EXIGEM REFORÇO DE PESSOAL NÃO DOCENTE!Os trabalhadores não docentes da Escola Básica de Marvila, em Lisboa, realizaram uma paragem simbólica entre as 8 e as 10 horas da manhã. Foi desta forma que exigiram reforço de pessoal numa escola que tem carências a esse nível. Exigiram também o reforço da segurança, numa situação que afecta crianças e jovens da escola, mas também os trabalhadores de uma forma geral. É tempo da Direcção do Agrupamento e o Ministério da Educação ouvirem os apelos dos trabalhadores e também de muitos encarregados de educação preocupados com a situação que se vive.

"SEGURANÇA FERROVIÁRIA NÃO É NEGÓCIO"

"SEGURANÇA FERROVIÁRIA NÃO É NEGÓCIO"Sob o lema “Segurança ferroviária não é negócio", a FECTRANS – Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações e o seu sindicato no sector ferroviário - SNTSF, vão realizar um debate sobre a temática da nova regulamentação ferroviária. A iniciativa terá lugar no auditório do STAL, em Lisboa, no dia 16 de Fevereiro de 2017, entre as 10 e as 13 horas. A segurança ferroviária tem implicações no serviço, nos trabalhadores e nos utentes. Qualquer alteração não pode ser vista numa óptica economicista e tem que ter um amplo debate, que não está a ser feita, nem se verifica que haja qualquer intenção de a fazer, justifica a FECTRANS. 

“No seguimento das tomadas de posição anterior vamos realizar este debate com trabalhadores do sector, sendo aberta à participação de todos que tenham contributos a dar nesta matéria e, a partir das conclusões, iremos dar continuidade a uma linha de intervenção em defesa de um serviço ferroviário seguro, para trabalhadores e utentes e combateremos todas as tentativas de, a pretexto das alterações, se tentar implementar medidas de redução de postos de trabalho que terão também reflexos na qualidade do serviço e apoio aos utentes”, informa a FECTRANS no seu site.

SPGL ARRANCOU COM A CAMPANHA "MAIS DEMOCRACIA PARA ESCOLAS"

SPGL ARRANCOU COM A CAMPANHA "MAIS DEMOCRACIA PARA ESCOLAS"

O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), membro da FENPROF, defende que a mudança de paradigma do modelo de gestão da Escola Pública é um imperativo democrático! O SPGL ciente da sua responsabilidade acrescida na reflexão, no debate e elaboração de propostas de um  modelo que contribua efectivamente para um dos principais pilares sociais que é a educação promoveu uma Conferência/Encontro e Debate que contou com a presença de cerca de uma centena e meia de participantes, entre os quais, cerca de cinquenta por cento das/os directoras/es e membros das actuais direcções, autarcas e docentes dos concelhos de Almada e Seixal que consideram que o actual modelo de gestão da Escola Pública empobrece a vida democrática das escolas, a participação cívica dos professores, alunos e funcionários não docentes, o que se repercute directamente não só na vida pedagógica e na experiência democrática mas também nas condições práticas de exercício da actividade docente dos professores, retirando-lhe autonomia profissional, possibilitando a discricionariedade na determinação das condições locais de trabalho e acção pedagógica.

FRENTE COMUM EXIGE A SUSPENSÃO DOS PROCESSOS DE MUNICIPALIZAÇÃO DAS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO

FRENTE COMUM EXIGE A SUSPENSÃO DOS PROCESSOS DE MUNICIPALIZAÇÃO DAS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADOO actual Governo pretende aprofundar o processo de municipalização das competências da Administração Central, a que o governo PSD/CDS-PP tinha dado grande alento, transferindo as funções sociais que lhe são constitucionalmente atribuídas, mais uma vez sem a necessária discussão com os trabalhadores e as suas organizações representativas. A Administração Pública é essencial na garantia do acesso dos cidadãos ao exercício e concretização dos seus direitos fundamentais. Estão em causa direitos sociais como a Saúde, a Educação, a Segurança Social, a Cultura, entre outros, face aos ataques que têm sido desencadeados por sucessivos governos às funções sociais do Estado e à sua prestação e que o processo de municipalização não vem defender.

MUNICIPALIZAÇÃO DA CARRIS NÃO RESOLVE OS PROBLEMAS DOS TRABALHADORES

MUNICIPALIZAÇÃO DA CARRIS NÃO RESOLVE OS PROBLEMAS DOS TRABALHADORESOntem entrou em vigor o decreto lei que determina que a posse administrativa da Carris passe para a Câmara Municipal de Lisboa, o que quase de certeza será motivo para acrescentar mais ruído ao dos últimos dias, mas a nova realidade a partir de hoje, só por si não resolve os problemas dos trabalhadores das empresas do grupo Carris e só a determinação, unidade e luta destes determinará a resolução dos seus problemas e a concretização das suas reivindicações. 

A Câmara de Lisboa, “herda” hoje a Carris e com ela as CarrisTur e CarrisBus e nestas empresas que há muito a FECTRANS e o seu Sindicato na empresa – o STRUP – lutam;

Reposição dos direitos e da contratação colectiva, com a aplicação dos direitos laborais consignados no AE da Carris e ainda suspensos, com a calendarização de reposição faseada neste ano, nos termos do Orçamento do Estado;

Pela publicação atempada de como serão aplicadas as normas do OE, de modo a que os trabalhadores se possam pronunciar sobre as atribuições das diuturnidades e das progressões profissionais;

Para que se negoceie a contratação colectiva na CarrisTur e na CarrisBus;

Para sue sejam repostos os valores dos salários na CarrisTur reduzidos por decisão do governo desde Fevereiro do ano passado;

Para que passem a efectivos todos os trabalhadores com vínculos precários porque estão a ocupar postos de trabalho permanentes;

Para que sejam admitidos os trabalhadores em falta, porque isso é determinante para que seja garantido um serviço público de qualidade;

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VIGÍLIA DE UTENTES E TRABALHADORES DOS TRANSPORTES PÚBLICOS DE LISBOA

VIGÍLIA DE UTENTES E TRABALHADORES DOS TRANSPORTES PÚBLICOS DE LISBOAA União dos Sindicatos de Lisboa associou-se à iniciativa levada a cabo pela Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa na vigília, realizada no dia 18 de Janeiro, em frente à Residência Oficial do Primeiro-Ministro onde entregaram um manifesto e uma carruagem de Metro em cartão e algumas embalagens de sardinha em lata. Esta acção deu continuidade à luta que esta comissão, a USL e estruturas representativas dos trabalhadores do sector têm realizado contra a degradação e falta de investimento, quer em meios humanos quer materiais, nos transportes públicos da capital do país, politica esta que prejudica seriamente utentes, trabalhadores e cidadãos que vivem, trabalham ou visitam a cidade. Numa altura em que se notam mais os efeitos desta degradação e se agravam os preços para a utilização dos transportes públicos, é fundamental continuar a reivindicar transportes públicos de qualidade! Durante o protesto foi anunciada a reunião com o Ministro do Ambiente, que tutela os transportes, no próximo dia 26 de Janeiro. Os utentes lamentam, no entanto, o facto de o encontro solicitado em Novembro não ter acontecido antes dos aumentos. Também a Câmara Municipal de Lisboa e a Administração do Metro e da Carris receberam pedidos de audiência por parte da Comissão de Utentes, mas até ao momento não foi dada resposta.

Ler intervenção da USL. Ler manifesto.

PS, PSD E CDS-PP IMPEDEM A CONSAGRAÇÃO NA LEI DO DIREITO À ÁGUA

PS, PSD E CDS-PP IMPEDEM A CONSAGRAÇÃO NA LEI DO DIREITO À ÁGUAA campanha «Água é de todos» condena fortemente a rejeição da iniciativa legislativa de cidadãos "Protecção dos direitos individuais e comuns à água" com os votos do PS, PSD e CDS-PP, cuja votação teve lugar, na sexta-feira dia 6 de Janeiro, no Parlamento.

O Parlamento rejeitou, com os votos do PS, PSD e CDS, os Projectos de lei do PCP e do BE - o P.L. n.º 358/XIII/2.ª (PCP) e o P.L n.º 335/XIII/2.ª (BE), diplomas que retomavam na íntegra o conteúdo da iniciativa legislativa de cidadãos "Protecção dos direitos individuais e comuns à água", apresentada em 2013. Nesta sessão, foi igualmente rejeitado o Projecto de Resolução apresentado pelos Verdes sobre o direito à água. Recorde-se que a iniciativa legislativa de cidadãos, apoiada por mais de 44 mil cidadãos, foi discutida em plenário em 2014, onde foi rejeitada pelos votos contra da maioria PSD/CDS e os votos a favor de PS, PCP, PEV e BE.

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