OS TRABALHADORES DA DHL LUTARAM E VENÇERAM!

OS TRABALHADORES DA DHL LUTARAM E VENÇERAM!O Sindicato do Comercio Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) conseguiu na DHL, empresa de logística, durante o ano de 2016, que 77 trabalhadores com vinculo precário (contratos a termo certo, empresas de trabalho temporário) passassem a efectivos, bem como transporte para os trabalhadores do armazém de Vila Nova da Rainha poderem comparecer pontualmente nos horários que lhes são atribuídos, devido à falta de transportes públicos naquela zona. 

Estas vitórias só foram possíveis porque os trabalhadores se sindicalizaram no CESP e assim reforçaram a organização dentro da empresa. Estes trabalhadores confrontam-se diariamente com ritmos de trabalho intensivos, carregam diariamente toneladas, desempenham tarefas qualificadas na recepção, preparação e conferência e expedição de encomendas. Foi com a unidade e a luta que conseguiram travar violações sistemáticas aos direitos e à sua dignidade. 

Os trabalhadores da DHL, estão de parabéns, prometem que em 2017 a luta vai continuar até que sejam cumpridas as justas reivindicações de aumento salarial, redução de horário semanal de trabalho, por melhores condições de vida e de trabalho.

Ler comunicado do CESP aos trabalhadores.

COMPROMISSO DO GOVERNO FAZ DESCONVOCAR GREVES NOS AEROPORTOS

COMPROMISSO DO GOVERNO FAZ DESCONVOCAR GREVES NOS AEROPORTOSForam desconvocadas as greves, agendadas para o período entre a terça-feira e a sexta-feira, em plenário de trabalhadores, ao qual foram submetidos os compromissos assumidos numa reunião entre sindicato e Governo na semana passada.

Em cima da mesa estiveram as reivindicações dos trabalhadores das empresas de 'handling' Groundforce e Portway, que consideram ilegal o licenciamento da Groundlink e da Ryanair, e também as reivindicações dos trabalhadores das empresas de segurança, Prosegur e Securitas, em negociações para um novo Contrato Colectivo de Trabalho com a Associação de Empresas de Segurança.

O Governo terá  assumido o compromisso de que o Estado, enquanto accionista maioritário da TAP, não permitirá, por um lado, a caducidade do contrato com a SPdH/Groudforce e imporá a sua acelerada negociação e, por outro, que as licenças de handling, cuja atribuição se arrasta há anos, não sejam usadas como armas para continuar a desestabilização e aprofundar a liberalização e a precariedade no sector.

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MEVIL - PAGAMENTOS DE CRÉDITOS COM 21 ANOS DE ATRASO - TARDE E A MÁS HORAS, MAS OS TRABALHADORES RECEBERAM

MEVIL - PAGAMENTOS DE CRÉDITOS COM 21 ANOS DE ATRASO - TARDE E A MÁS HORAS, MAS OS TRABALHADORES RECEBERAMOs trabalhadores credores da Metalúrgica MEVIL com instalações em Vila Franca de Xira e que faliu em 22 de Maio de 1995, finalmente estão a receber os créditos que lhes eram devidos pela falência da empresa. No decorrer destes mais de 21 anos que mediou a falência da empresa e o pagamento dos créditos, os trabalhadores desenvolveram muitas e diversas acções de rua em defesa do pagamento dos créditos, como, concentrações, vigílias, marchas e plenários, por diversas vezes participaram em acções de luta de trabalhadores credores promovidas pela USL/CGTP-IN. 

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PRESTAÇÕES POR INCAPACIDADE PERMANENTE - PROVEDOR DE JUSTIÇA DÁ RAZÃO AO STAL

PRESTAÇÕES POR INCAPACIDADE PERMANENTE - PROVEDOR DE JUSTIÇA DÁ RAZÃO AO STALO Provedor de Justiça pediu ao Tribunal Constitucional a fiscalização da constitucionalidade de normas relativas à acumulação de prestações por incapacidade permanente causada por acidente de trabalho ou doença profissional, ao serviço de entidades empregadoras públicas. A decisão, anunciada dia 23, dá resposta a uma exposição apresentada pelo STAL em Abril passado, no qual solicitava ao Provedor de Justiça que requeresse ao Tribunal Constitucional a fiscalização de uma norma aprovada pelo anterior Governo que proíbe a acumulação de prestações por incapacidade parcial permanente.

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FIRME POSIÇÃO DOS TRABALHADORES DA REMOÇÃO DA CM LISBOA RESOLVE PROBLEMAS COM VÁRIOS ANOS

FIRME POSIÇÃO DOS TRABALHADORES DA REMOÇÃO DA CM LISBOA RESOLVE PROBLEMAS COM VÁRIOS ANOSMais uma vez se demonstra que quando os trabalhadores estão conscientes e determinados na perseguição e luta pelas suas reivindicações, os resultados aparecem quase sempre inevitavelmente. Neste caso concreto, foi a firme posição dos trabalhadores da Garagem dos Olivais 3, manifestada no pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário prestado aos domingos, que levou à resolução dum problema que se arrastava há anos isto é, a inexistência de piquetes de apoio neste local de trabalho, sempre que existam viaturas a circular em serviço.

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ACORDADOS ACORDOS DE EMPRESA NA TRANSTEJO E SOFLUSA

ACORDADOS ACORDOS DE EMPRESA NA TRANSTEJO E SOFLUSAForam assinados, ontem dia, acordos de princípio relativamente aos Acordos de Empresa (AE’s) na Transtejo e Soflusa, que serão submetidos à discussão e votação dos trabalhadores, em plenários a realizar nos próximos dias 23, às 14,30h na Transtejo e dia 27, à mesma hora na Soflusa. A anterior administração, em final mandato do governo do PSD/CDS, desencadeou o processo de caducidade dos mesmos, mas devido à resistência dos trabalhadores, os acordos de princípio agora firmados, repõem todo o clausulado e estabelece uma vigência de 60 meses, só podendo haver denuncias dos mesmos após estas vigências e, quanto aos salários, acordou-se uma redistribuição de algumas rubricas remuneratórias, com sua concentração na tabela salarial.

LUTA PERSISTENTE E CONSEQUENTE DOS TRABALHADORES DO HANDLING DÁ RESULTADOS!

LUTA PERSISTENTE E CONSEQUENTE DOS TRABALHADORES DO HANDLING DÁ RESULTADOS!Após mais de 2 anos a lutar por um Contrato Colectivo de Trabalho (CCT), os trabalhadores do Handling viram assinado o respectivo CCT entre o SITAVA e a AESH (associação patronal) que simultaneamente é um travão à generalização da precariedade e vem agora normalizar e regularizar as relações laborais entre trabalhadores e as diversas empresas do sector.

Lamentavelmente, ao longo do processo, houve quem preferisse assinar um A.E. que baixou as condições dos trabalhadores para níveis nunca vistos no sector, “legalizando” e generalizando a precariedade.

Neste CCT, embora longe de ser o ideal, foi possível regular carreiras, horários, pagamento de trabalho suplementar e fixar 26 dias de férias, afastando por completo bancos de horas e a adaptabilidade

A assinatura deste CCT prova, mais uma vez, que vale a pena lutar, nunca abdicando dos princípios de defesa intransigente dos interesses e direitos dos trabalhadores, nem vergando perante os interesses do patronato.

Ler comunicado do SITAVA.

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