Acção reivindicativa

Alerta-Denúncia por Libério Domingues

Quantos Trabalhadores Dos CTT Tem de Morrer antes de decidir em fazer algo?

O Sindicato Nacional dos trabalhadores dos correios e telecomunicações (SNTCT) enviou um mail à Direcção-Geral de Saúde ao Gabinete da Ministra da saúde e ao governo com a seguinte pergunta:

Quantos trabalhadores dos CTT têm de morrer antes de decidirem fazer algo?

O edifício dos CTT no Prior Velho onde funcionam os CTT Correios, os CTT expresso e os CTT contacto, três trabalhadores ficaram infectados e foram declarados à linha de Saúde 24.

Os restantes trabalhadores, que tiveram em contacto, continuaram a trabalhar e aguardar instruções do delegado de saúde ,qual não se sabe, e os CTT exigem a sua continuidade no trabalho como se nada fosse ou acontecesse.

Basta!

Se o pior acontecer, quem vai ser responsável?-  o sindicato exige uma resposta urgente!

STEFFAs solicitam intervenção do Ministro da Defesa

O Sindicato dos Trabalhadores dos Estabelecimentos Fabris das Forças Armadas (STEFFAs) está preocupado com a possibilidade das oficinas gerais de manutenção aeronáutica (OGMA) recorrer ao lay-off, a concretização desta hipótese seria altamente lesiva para os interesses dos trabalhadores, bem como para a própria empresa do setor de defesa nacional e o tecido industrial do país.

Leia aqui o comunicado.

Sindicatos Denunciam situação Laboral Na Santa Casa da Mísericordia de Lisboa

A  Santa Casa da Mísericordia de Lisboa, (SCML), sob a Capa das medidas excecionais que regulam o estado de emergência em vigor, alguns serviços organizaram jornadas de trabalho diárias, de 24 horas sem respeito, pelo quadro legal, nomeadamente pelo Acordo de Empresa (AE) e ainda pelo Código de Trabalho.

Os trabalhadores em apoio domiciliário, encontram-se sem suporte de apoio e são responsáveis por 8/9 idosos, em casas diferentes, e não lhes foi facultado em quantidade adequada à tarefa atribuída equipamento de protecção individual.

Pese embora o enquadramento legal que permite, às instituições de utilidade pública, o acionamento dos seus planos de contingência, dos quais consta a reorganização, reestruturação e adequação das necessidades dos serviços, na ausência de uma grande número de trabalhadores, a solução não encontrada não poderá, nem mesmo na situação em que nos encontramos, efectivar-se à custa da violação de principios gerais de direito do Trabalho.

É neste contexto que a Comissão Negociadora Sindical (CNS) constituida por : Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, (SPGL), Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA); o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Telecomunicações e Audiovisuais (SINTTAV); o sindicato Nacional dos Psicólogos (SNP) entre outros, apurou que nas Casas de Acolhimento os trabalhadores estão a fazer horários, que não foram acordados entre as partes, 72h, 96h ou 120 h contínuas, com descanso de 6,8 ou 10 dias respectivamente, tendo ocorrido alteração unilateral, por parte da SCML, das Jornadas diárias de trabalho.

Esta atitude põe em causa não só a saúde e segurança dos trabalhadores como as dos utentes. Niveis de concentração e atenção serão postos à prova e a exposição ao risco aumenta a probabilidade de erro, e de igual modo, a ausencia de protecção individual aumenta o risco de contaminação.

A CNS reconhece a situação adversa em que as instituições se encontram, até para cumprir o seu plano de contingência, no entanto deverá subsistir em qualquer circunstância o respeito e a observância dos direitos dos trabalhadores, designadamente ao intervalo de descanso e ao desempenho das suas funções em condições de segurança e de saúde.

Os sindicatos exigem que sejam repostos os horários de trabalho dos trabalhadores, em consonância com o quadro legal aplicável, bem como, a reposição dos direitos nas reorganizações do trabalhos e a disponibilização de equipamento de protecção individual.

SIESI Alerta Trabalhadores da Randstad sobre as Faltas Justificadas de pais Alargadas às Férias Escolares da Páscoa

A prevenção e o combate à pandemia sendo uma prioridade não pode significar agravamento das desigualdades sociais e da pobreza junto das famílias.

O Sindicato das indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas reconhece a situação económica de muitos trabalhadores da Randstad e informa os trabalhadores sobre as medidas insuficientes quanto à protecção das famílias.

O denominado Apoio Excepcional à Família Para trabalhadores por Conta de Outrem é dirigido especificamente para as famílias com filhos menores de 12 anos. Este apoio é suportado pela entidade patronal e pela segurança social durante o período de encerramento dos equipamentos escolares. Estas medidas tem como consequência a perda de rendimentos das famílias.

Podemos ler no comunicado a chamada de atenção de "mais uma vez o governo optar por uma posição que penaliza os trabalhadores não tendo em atenção as reivindicações apresentadas pela CGTP-IN".

Pode ler o comunicado na íntegra aqui.

É inadmissível Lay-off no SBSI/SAMS

A decisão de encerrar todas as Clinicas do SAMS e do Centro Clinico foi da Direcção do SBSI. Nenhuma medida imposta no Estado de Emergência obriga ao encerramento de unidades de saúde.

Entende o CESP que a direcção do SBSI/SAMS se está a aproveitar da pandemia e do Estado de Emergência para resolver problemas financeiros internos, resultado dos seus actos de gestão.

A Direcção do SBSI decide encerrar o sindicato quando todos os trabalhadores do sector se mantêm ao serviço e a contribuir normalmente. O SBSI e o SAMS vão continuar a receber as contribuições das entidades bancárias, dos trabalhadores bancários e dos trabalhadores do SBSI/SAMS.

O que pretende a Direcção do SBSI é aproveitar o momento difícil em que os trabalhadores e o país se encontram para mitigar os maus resultados, fruto da sua má gestão, com recurso aos rendimentos dos trabalhadores e da Segurança Social.

O CESP Alerta – Em estado de Emergência não se suspendem direitos fundamentais dos Trabalhadores em matéria de horários de trabalho

O CESP denuncia o facto de IPSS’s e Misericordias, um pouco por todo o país, atropelam os direitos dos trabalhadores e impõe horários de mais de 10 horas por dia durante 14 dias seguidos, sem respeito pelos direitos dos trabalhadores e pelo facto de estes estarem em risco de exaustão.

O Sindicato exige à Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade (CNIS) e à União das Misericordias Portuguesa (UMP), para tomarem medidas junto das instuições suas filiadas para a obrigatoriedade do cumprimento da lei e do respeito para com os seus trabalhadores, agora considerados herois fundamentais.

SINTTAV IMPEDE DESPEDIMENTO NA INCM E EXIGE O FIM DA PRECARIEDADE

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual (SINTTAV), da CGTP-IN, foi confrontado com a decisão da Imprensa Nacional Casa da Moeda em despedir 10 trabalhadores, contratados a partir de empresas de trabalho temporário, contrariando assim as orientações do Governo. lembramos que a INCM, empresa com capitais exclusivamente públicos.

Esta medida é incompreensível considerando que o serviço de produção que vinha a ser desempenhado por aqueles trabalhadores temporários poderia continuar a laborar, apesar da pandemia.

O sindicato interveio e  exigiu  a reanálise da situação, feita através de uma carta dirigida ao presidente do INCM, a direcção garantiu que a situação seria resolvida.

Os 10 trabalhadores até hoje ao serviço da Multitrave e da Grandalvo vão continuar a receber o salário, pago agora pelo INCM. E, em breve, cinco deles vão passar a efectivo e aos quadro da empresa.

O sindicato refere na nota aos órgãos de comunicação social que. «É uma solução importante, garantindo o princípio defendido pelo SINTTAV de que a um posto de trabalho permanente deve corresponder um emprego fixo, combatendo-se assim a precariedade laboral».

Trabalhadores da Parques de Sintra – Monte da Lua despedidos em plena pandemia do vírus COVID-19

O STAL teve conhecimento que foram “dispensados” mais de 20 trabalhadores ao serviço da Parques de Sintra – Monte da Lua (PSML), com vínculo à empresa Multitrab, estando outros tantos em “sobre aviso” que lhes pode acontecer o mesmo.

Fica a pergunta, onde está a responsabilidade Social desta empresa?

Numa altura de uma crise nunca antes vista, a PSML está a contribuir para uma segunda crise económica, que se não forem tomadas medidas concretas, afectará tantas ou mais pessoas que o Covid-19.

O STAL exige a reintegração destes trabalhadores e a passagem trabalhadores a efectivo.

Leia aqui a nota de imprensa.

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