Intervenção sobre a luta contra a precariedade - Isabel Camarinha

Isabel CamarinhaComo referimos no nosso projecto de Programa de Acção, o trabalho precário representa uma das formas de aumentar a exploração, reduzindo custos, atirando um número crescente de trabalhadores (jovens e menos jovens) para uma instabilidade laboral que se reflecte na instabilidade das suas vidas. Os muitos milhares de vínculos precários para postos de trabalho permanentes vão desde os contratos a termo (ao dia, ao mês, à tarefa), à falsa prestação de serviços (recibos verdes), aluguer de mão-de-obra, recurso a estágios profissionais, contratos de emprego-inserção, trabalho temporário, outsourcing… No nosso Distrito, nos últimos 4 anos generalizou-se ainda mais o recurso à precariedade, sendo que 1 em cada 5 trabalhadores por conta de outrem tem hoje um vínculo precário, atingindo já mais de 225 mil trabalhadores, dos quais 7 em cada 10 são jovens (e estes são os números que conseguimos contabilizar, pois das estatísticas não constam os milhares de falsos recibos verdes). No total os vínculos precários atingem de forma quase igual mulheres e homens mas quando analisamos os contratos dos trabalhadores com menos de 25 anos verificamos que as jovens mulheres são particularmente atingidas pela precariedade, sendo que 8 em cada 10 trabalhadoras com menos de 25 anos têm vínculo precário.

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Intervenção da Interjovem sobre a luta dos jovens trabalhadores - Filipa Costa

Filipa CostaA Interjovem tem, enquanto organização da juventude da CGTP-IN,  assumindo o seu papel na dinamização das comissões de jovens dos sindicatos, federações e uniões, assim como na intervenção, no esclarecimento e na sindicalização. Nos últimos quatro anos sentimos na pele o aprofundamento da política de direita, o alastrar dos vínculos precários, a instabilidade laboral e os baixos salários. Ainda assim, e apesar do cenário adverso, conseguimos, em muitos sindicatos, usar as adversidades, o grande caudal de luta, a enorme exigência que foi posto a todo o MSU para reforçar a intervenção junto dos jovens trabalhadores. Nestes quatros anos houve várias lutas e conquistas, estamos certos que milhares de jovens trabalhadores, por via da luta organizada dos sindicatos da CGTP-IN, resolveram os seus problemas específicos, milhares passaram de trabalhadores com vínculos precários a trabalhadores com contratos efectivos. Foram lutas e vitórias que mostram aquela que é a necessidade que temos no trabalho junto da juventude, o de intervir, organizar, lutar e conquistar.

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TUC DE LONDRES PRESENTE NO 11º CONGRESSO DA USL

TUC DE LONDRES PRESENTE NO 11º CONGRESSO DA USLA Secretária Regional do TUC – Londres, Megan Dogney, denunciou as politicas de David Cameron, que transfere as riquezas do país, para quem mais tem, impondo sacrifícios aos trabalhadores”. A CGTP-IN assinou um protocolo com o TUC para apoiar os emigrantes portugueses na Inglaterra e vai estar com a União dos Sindicatos de Lisboa, na preparação das cidades capitais, que se vai realizar em Lisboa.

 

SAUDAÇÃO DA DELEGAÇÃO GERAL DA PALESTINA AO 11º CONGRESSO DA USL

saudação palestinaTivemos no 11º Congresso da USL, o Sr. Fadi, Secretário da Delegação Geral da Palestina em Portugal. Agradeceu à USL e à CGTP-IN a inquebrantável e militante solidariedade para com os trabalhadores e o Povo da Palestina, que lutam pela sua autodeterminação e independência, um direito reconhecido pela ONU e por todos os amantes da PAZ em todo o mundo.

Os trabalhadores palestinianos enfrentam grandes dificuldades. Devido à ocupação ilegal de Israel, da Cisjordânia e Gaza, há um enorme desemprego e péssimas condições de trabalho.

Os colunatos e o muro de separação e a repressão militar de Israel, tornam muito difícil a circulação dos palestinianos, mesmo para trabalhar.

Os trabalhadores palestinianos que trabalham em Israel ou nos colunatos israelitas nos territórios ocupados, têm os piores empregos, os mais baixos salários, falta de segurança social e de assistência médica.

Só o fim da ocupação Israelita e a existência de um Estado Palestiniano com capital em Jerusalém é solução para este conflito, que tantas mortes e sofrimento têm produzido.

 

Os sindicatos e os trabalhadores da Palestina exigem:

- O fim da ocupação israelita

- O desmantelamento do muro e dos colunatos 

- A libertação de todas as forças políticas palestinianas

- O regresso à Palestina dos milhões de exilados 

- Uma Palestina livre e soberana.

 

A Autoridade Palestiniana defende uma solução pacífica e negociada e agradece aos trabalhadores Portugueses, à CGTP-IN e à USL toda a solidariedade ao longo de muitas décadas.

REFORÇAR A ORGANIZAÇÃO - DINAMIZAR A ACÇÃO SINDICAL.

REFORÇAR A ORGANIZAÇÃO - DINAMIZAR A ACÇÃO SINDICAL.A intervenção de Jorge Antunes, membro da Comissão Executiva da Direcção Distrital da USL, apelou ao reforço da sindicalização. Para atingir esse objectivo é necessário identificar as empresas prioritárias; definir objectivos a atingir; acompanhar, avaliar e divulgar os resultados obtidos. É objectivo da USL para este mandato, sindicalizar mais de 25 mil trabalhadores, eleger mais de 1500 delegados sindicais e mais de 300 representes para a saúde segurança no trabalho.

PROGRAMA DE ACÇÃO

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CARACTERIZAÇÃO DO DISTRITO DE LISBOA

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