A União dos Sindicatos de Lisboa (USL) reuniu em plenário para fazer o balanço da atividade sindical e planear novas ações reivindicativas. O aumento dos salários e a defesa dos serviços públicos estão no topo das prioridades.

A União dos Sindicatos de Lisboa realizou, no dia 26 de junho, um plenário de sindicatos que serviu para traçar as diretrizes da continuação da luta laboral na região. O encontro contou com a participação de 23 dirigentes sindicais, em representação de 16 setores de atividade.

Os participantes aprovaram, por unanimidade, o relatório de atividades da USL.

O foco da reunião centrou-se no balanço do trabalho já realizado, na grande vitória dos trabalhadores com a derrota do pacote laboral e na projeção de futuras ações estruturais. Salários e reforço sindical.

A valorização do trabalho desenvolvido foi extremamente importante, nomeadamente no aumento da sindicalização. Os dirigentes definiram áreas prioritárias de intervenção: contratação coletiva, aumento dos salários: mobilizar os trabalhadores para exigir a reposição do poder de compra.

Reforçar o MSU no distrito: identificar novas empresas para reforçar a organização e a ação sindical no terreno. Defesa do Estado Social.

No plenário, fez-se o alerta, também, para a necessidade urgente de intensificar a luta na esfera pública. Os sindicatos consideram fundamental a salvaguarda das funções sociais do Estado, destacando a defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS), do Sistema de Segurança Social e da Escola Pública.

A luta vai ter de continuar contra a privatização dos transportes, nomeadamente na ferrovia, de que é exemplo a Linha de Cascais, foi outro dos pontos unânimes, sendo estas consideradas áreas vitais para o quotidiano e bem-estar dos trabalhadores.