A União dos Sindicatos de Lisboa diz que a caminhada é mais um passo para construir a grande marcha nacional, convocada pela CGTP- IN. Foi denunciado através do coordenador da USL, João Coelho, o ataque que está a ser feito à Segurança Social Pública, Solidária e Universal. "Não aceitamos a chantagem do défice, nem discursos que tentam abrir caminho à privatização e aos cortes nos apoios sociais".

No distrito de Lisboa existem 40 mil idosos sem médico de família, não aceitamos que se diga que não há dinheiro para o SNS, quando há milhares de milhões em benefícios fiscais para os grandes grupos económicos e financeiros, perdões fiscais à banca, milhões para entregar à indústria da guerra.

Fomos à Ministra do Trabalho exigir um aumento de 5% para todas as pensões, com um aumento mínimo de 70€, já para todos os reformados.

Exigimos transporte acessível e gratuito para reformados, porque o isolamento é violência, exigimos o controlo dos preços da energia e da habitação e fim imediato da especulação criminosa que continua a expulsar idosos de Lisboa.

Um país que maltrata os seus reformados, não é um país digno, por isso não calamos, a luta vai continuar.