A Comissão para a Igualdade da CGTP-IN, lançou um estudo sobre a dimensão da precariedade junto das mulheres trabalhadoras.

  • A precariedade laboral atinge cerca de 570 mil mulheres trabalhadoras no nosso país, ou seja, 25,6% do total;
  • A taxa de precariedade superior a 50% junto das jovens trabalhadoras com menos de 25 anos;
  • Portugal é o segundo país da EU, que mais recorre a vínculos precários;
  • Sete em cada dez trabalhadores encontram emprego através de contratos não permanentes.

A precariedade tem consequências económicas e sociais graves, pois traduz-se em menores salários, insegurança, menor investimento das empresas em formação profissional, intimidações e chantagens, maiores ritmos de trabalho, etc. – assim como sobre a economia e o desenvolvimento do país, além de constituir a principal causa de desemprego.

De acordo com dados do IEFP,  55% dos desempregados que se registaram ao longo do mês de dezembro nos centros de emprego fizeram-no porque o seu contrato a prazo acabou.

A luta por emprego estável e com direitos é condição essencial para a melhoria das condições de vida, pelo que importa mobilizar para a Manifestação Nacional de 28 de fevereiro e para a Semana da Igualdade de 2 a 8 de Março.

Ler estudo sobre a precariedade