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O STRUP (Sindicato dos Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal) sindicato afecto à CGTP-IN convocou uma greve de 24 horas para o Metro de Lisboa para o dia 21 de Outubro. A paralisação tem como objectivo a Luta contra a privatização; a degradação dos serviços públicos e o roubo nos salários.
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Dia 23 de Outubro pelas 10h00 os trabalhadores da EGF ( Empresa Geral de Fomento) com o apoio dos sindicatos (SITE/SUL, STAL, STML) concentram-se junto da Presidência do Concelho de Ministros. A EGF pertence ao Grupo Águas de Portugal que detém mais onze empresas multimunicipais de gestão e tratamento de resíduos sólidos e urbanos, abrangendo uma grande parte do território nacional.
A prestação deste serviço público à População foi construído pelas autarquias, que mais tarde, aceitaram integrar sistemas multimunicipais conjuntamente com a EGF e no pressuposto desta ser uma empresa pública sujeita a regras e orientações no âmbito do Serviço Público. A Privatização da EGF têm graves consequências para o país: em termos económicos, é uma empresa com avultados lucros; a venda não salvaguarda o interesse público e perspectiva-se a degradação da qualidade do serviço prestado.
Ler documento às populações, ler documento aos trabalhadores.
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O SINTAF (sindicato dos trabalhadores da actividade financeira) e o SINAPSA (Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins) realizam conjuntamente com os trabalhadores do BES/NOVO BANCO e da TRANQUILIDADE uma Tribuna Pública no dia 15 de Outubro entre as 18h00 e as 20h00 junto à sede do Novo Banco em Lisboa. Esta iniciativa tem como objectivo a exigência e o apuramento de responsabilidades de todos aqueles (administradores, reguladores e Governantes) que levaram à situação em que se vive neste Grupo financeiro. O Secretário Geral da CGTP-IN Arménio Carlos estará presente na Tribuna Pública.
Os trabalhadores lutam:
Ler mais: TRABALHADORES DO BES/NOVO BANCO E TRANQUILIDADE EXIGEM APURAMENTO DE RESPONSABILIDADES!
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A CGTP-IN anunciou um "Dia Nacional de Indignação, Acção e Luta" para 13 de Novembro, em defesa do aumento dos salários, estabilidade do emprego, reposição dos direitos laborais e contra as políticas do Governo. O protesto incluirá plenários, manifestações e greves em diversos pontos do país. O objectivo é reclamar o aumento dos salários, incluindo do mínimo, uma vez que a central sindical não aceita os 505 euros já em vigor desde dia 1. A decisão foi tomada pelo Conselho Nacional da Intersindical, depois de analisados os resultados da quinzena de "informação, reivindicação e luta", que terminou no domingo e permitiu auscultar milhares de trabalhadores.
Em conferência de imprensa depois do Conselho Nacional, Arménio Carlos revelou que o Orçamento do Estado para 2015 vai merecer especial atenção, porque a CGTP-IN está convencida que vai ser apresentado de outra maneira. "Estamos crentes que este ano o Governo vai tentar esconder os cortes que já estão previstos, vai tentar omitir outros cortes que vai avançar e tentar passar a ideia que está a diminuir o nível de sacrifício dos trabalhadores, quando na prática o que está a fazer é iludir os trabalhadores porque está a manter o essencial desses sacrifícios", afirmou o Secretário-geral. Arménio Carlos, não tem dúvidas que está ser preparada uma "combinação de aumento de impostos", que vai continuar a penalizar os trabalhadores e pensionistas, os mais castigados nos últimos três anos. A discussão do Orçamento do Estado vai por isso ser acompanhada de perto pela central sindical que promete, para o dia da votação final, uma manifestação à porta da Assembleia da República.
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A FECTRANS, Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações, está empenhada e a dinamizar várias acções e lutas pela defesa do serviço público, pelo cumprimento da contratação colectiva, pela melhoria dos salários e das condições de trabalho. Assim, até ao final do mês de Outubro, estão já marcadas diversas jornadas de luta.
Ler mais: OUTUBRO DE ACÇÃO E LUTA NOS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES!
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Durante a manhã de hoje, milhares de trabalhadores da Administração Local respondem ao apelo do STAL e STML, aderindo em massa à concentração junto à Presidência do Conselho de Ministros em Lisboa. Unidos exigiram a publicação imediata dos acordos já assinados. Reclamando que o Governo cumpra os procedimentos legais e envie para publicação imediata cerca de cinco centenas de acordos colectivos de empregador público (ACEP) já assinados com as autarquias.
Em Fevereiro último, o Governo declarou unilateralmente a não publicação dos acordos, alegando que aguardava um parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria Geral, pondo em causa a legitimidade exclusiva das autarquias nesta matéria.
Apesar deste intolerável boicote do Governo, o STAL e o STML continuam a assinar acordos com autarquias, e empreenderão todas as formas de luta que se mostrarem necessárias, para exigir a publicação dos acordos de 35 horas de trabalho semanais e o respeito pela contratação colectiva. Um novo governo é urgente! Uma política de esquerda e patriótica é um objectivo sério dos trabalhadores e dos portugueses.
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Os trabalhadores dos Estabelecimentos Fabris do Exército (EFE) e o seu sindicato (STEFFAs) realizaram ontem uma jornada de luta contra a intenção do Governo, por proposta do Ministério da Defesa Nacional, em consumar mais um crime contra um importante Sector Público ao aprovar a extinção dos EFE, colocando assim nas mãos de empresas sem rosto o apoio às Forças Armadas e acabando com centenas de postos de trabalho, deixando a maioria dos trabalhadores numa grave situação social.
Tendo primeiro realizado uma, concentração junto ao Ministério da Defesa Nacional, onde contaram com a solidariedade de Arménio Carlos, Secretário-geral da CGTP-IN, os trabalhadores deslocaram-se depois em manifestação até à Presidência da República Portuguesa onde exigiram a suspensão e revisão imediata do processo de extinção dos EFE em curso, a continuidade de todos os postos de trabalho e a imediata resposta às reclamações individuais que submeteram. Nas quais exigem o reconhecimento do seu Vínculo Público à data da admissão dos EFE.
A luta destes trabalhadores não vai parar até que os seus direitos sejam respeitados!
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O desenvolvimento das políticas dos últimos Governos, designadamente do actual e, nomeadamente as medidas de desinvestimento no Serviço Nacional de Saúde,têm vindo a agravar as condições de vida e de trabalho dos enfermeiros portugueses. Neste quadro, o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)e o Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma dos Enfermeiros (SERAM) entregaram no Ministério da Saúde (MS) um Caderno Reivindicativo do qual constam um conjunto de justas exigências, transversais a toda a profissão , que permitiria valorizar a Enfermagem e o trabalho dos Enfermeiros.
Incompreensivelmente, o Ministério da Saúde tem vindo a protelar a negociação de todas as matérias constantes do referido Caderno Reivindicativo, deixando que os problemas, nas mais diversas instituições de saúde, se agudizem e atinjam níveis de degradação sem paralelo no panorama da saúde em Portugal. Esta degradação das condições de trabalho, económicas e de desenvolvimento profissional dos enfermeiros, com impacto na qualidade e segurança dos cuidados e na sua saúde, levou a que, durante os meses de Julho e Agosto, centenas de enfermeiros de diversas Instituições, tivessem encetado formas de luta (greves e concentrações) um pouco por todo o País. Depois deste período de lutas e após a entrega de um pré-aviso de greve nacional para os dias 24 e 25 de Setembro, decorreram mais duas reuniões negociais entre SEP e SERAM com os
Ministérios da Saúde e das Finanças, onde se esperava que estes apresentassem propostas e contrapropostas concretas e objectivas para cada uma e todas as matérias constantes no Caderno Reivindicativo. Inadmissivelmente, nas reuniões de 17 e 22 de Setembro pouco ou quase nada foi proposto pelos Ministérios da Saúde e das Finanças.
Os Sindicatos (SEP e SERAM) manifestam o seu total empenho no desenvolvimento de novas formas de luta, caso o Governo e Ministérios da Saúde e Finanças não dêem resposta aos problemas e justos anseios dos enfermeiros.
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Os enfermeiros do Centro Hospitalar Lisboa Centrar (CHLC) estiveram hoje, durante o turno da manhã, em greve e em protesto devido à carência de enfermeiros ser uma dramática realidade, que prejudica tanto os profissionais como os utentes que recorrem ao SNS. A greve foi convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) que para além da denúncia de falta de enfermeiros realça a desmotivação decorrente da desvalorização profissional, salarial e diminuição das condições de trabalho. O CHLC engloba 6 serviços hospitalares e em todos a adesão à greve foi significativa, no Hospital da Estefânia a adesão foi de 82 %, na Maternidade Alfredo da Costa de 79 %, no Curry Cabral aderiram 86 % dos enfermeiros, no Hospital de Santa Marta 79 %, no Hospital dos Capuchos 92 % e por fim no Hospital de São José 82 % dos profissionais aderiram à greve. Foi também à porta deste hospital que centenas de enfermeiros se concentraram, denunciando a política desastrosa do Governo PSD/CDS também no que toca à saúde. Exigindo mais enfermeiros e melhores condições de trabalho. A Saúde é um direito, não pode ser um negócio!
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Juntos, daremos a volta a isto! Cortaram-nos 7 mil milhões em salários, pensões e reformas. Continuam a querer cortar mais! Não vamos permitir! Com a luta de todos vamos travar esta política de cortes, desemprego, emigração forçada, empobrecimento e exploração. Vamos defender os nossos direitos, salários, reformas e pensões, rejeitar a caducidade das convenções colectivas que governo e patrões querem impor.
Não são os trabalhadores, reformados e pensionistas que vivem acima das suas possibilidades! Quem vive “acima das suas possibilidades”são os que, como no BES, à custa de vigarices, favorecimentos e exploração de quem trabalha, acumulam fortunas colossais.
Não estamos condenados a viver assim! Há soluções. Há alternativas. Vamos lutar por elas! Por uma política que promova o emprego, combata a precariedade e o desemprego, acabe com a emigração forçada, dinamize a contratação colectiva, aumente salários, pensões e reformas, assegure serviços públicos de saúde, segurança social e ensino para todos!
Está nas nossas mãos dar a volta a isto! A trabalhar ou em férias, contamos contigo nesta luta que é de todos e para todos!
Ler o manifesto de verão.
- 73% DE ADESÃO NO PRIMEIRO DIA DE GREVE NOS CTT, EM DEFESA DO HORÁRIO CONTÍNUO!
- MILHARES DE TRABALHADORES VINDOS DE TODO O PAÍS EXIGEM A DEMISSÃO DO GOVERNO!
- TODOS A LISBOA PARA UMA PODEROSA MANIFESTAÇÃO!
- 90% DOS MÉDICOS ADERIRAM À GREVE NAS PRIMEIRAS 24 HORAS!
- CGTP-IN ENTREGA 2033 PARECERES NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
- PLENÁRIO COM CENTENAS DE TRABALHADORES NO AEROPORTO DE LISBOA!
- PLENÁRIO NACIONAL DE DIRIGENTES, DELEGADOS E ACTIVISTAS SINDICAIS NA RUA A DEFENDER A CONTRATAÇÃO COLECTIVA!
- MILHARES NAS RUAS DE LISBOA PELA DEMISSÃO DO GOVERNO!