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Há duas semanas o País acordou em choque: os Enfermeiros estão a receber menos que o salário mínimo nacional para cuidar dos portugueses.
Os Enfermeiros, dão resposta a funções próprias dos serviços, de natureza permanente. Têm horários completos e subordinação hierárquica, não podendo ser considerados como material descartável. Ao Governo PSD/CDS e ao Ministério da Saúde é preciso dizer e demonstrar que necessidades permanentes, deverão corresponder a vínculos permanentes. Que os enfermeiros são imprescindíveis, que o SNS não é para destruir. Que a dignidade da profissão da enfermagem é inalienável.
Foi isso que dezenas de enfermeiros fizeram hoje na Rua Augusta, em Lisboa, prestando os seus serviços, gratuitamente, a quem passava pelo Hospital de Prostesto que deixou bem claro que não se podem contratar enfermeiros por menos de 4 euros à hora.
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Os trabalhadores da CarrisTur encontram-se greve desde as 22 horas de ontem, estando presente um piquete de greve na estação dos Olivais desde essa hora. Estes trabalhadores permaneceram no local, para evitar as ilegalidades que a Administração da Carris tentou preparar para furar a luta dos trabalhadores.
No dia de hoje os trabalhadores realizaram um plenário, com a participação de mais de 60 trabalhadores, onde reafirmaram a sua convicção de que é justa e necessária a luta que travam, em defesa da negociação de um Acordo de Empresa que transfira para os trabalhadores da CarrisTur os direitos consagrados no AE da Carris. Foi também discutida e aprovada, por unanimidade e aclamação, a resolução que pode ler aqui.
No plenário estiveram também presentes Dirigentes e Delegados sindicais do STRUP, bem como o Coordenador da FECTRANS, José Manuel Oliveira, e Arménio Carlos, trabalhador da Carris e Secretário-Geral da CGTP-IN.
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O diálogo social na Optimus/Soanecom é de surdos e reforça os motivos da luta. O desrespeito pelos trabalhadores é brutal. Há empresas que fazem questão em ser consideradas como "socialmente irresponsáveis". A Optimus está apostada em continuar a sê-lo e também em subir no "ranking" das que promovem o trabalho precário, a subcontratação, os baixos salários e a instabilidade no emprego.
Embora nos meios de comunicação a sua imagem passe como de uma empresa modelo no ramo das telecomunicações, ao longo da sua existência, esta empresa tem praticado uma política de rotatividade de trabalhadores, passando-os entre empresas de outsourcing como a Select, a Randstad ou a Teleperformance.
Perante este total desrespeito por parte da Optimus, como das empresas de outsourcing, os trabalhadores realizaram hoje uma concentração, com o apoio do SINTTAV, junto à Sede da Optimus/Sonaecom em Lisboa, no Parque das Nações, exigindo o respeito pelos seus postos de trabalho e tarefas e desenvolvidas.
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Em reunião de dirigentes e delegados sindicais, membros da CT e Sub-CTs da EMEF, para analisar a evolução dos problemas na empresa e, porque eles se agravam a cada dia que passa, foi decidido convocar os trabalhadores para uma acção nacional de luta, dia 26 de Julho, em Lisboa, em moldes a anunciar brevemente. Continua em vigor o pré-aviso de greve ao trabalho em dias feriados, apresentado pelo SNTSF.
Ler comunicado aos trabalhadores da EMEF
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Hospital do Protesto, das 10 às 13 horas na Rua Augusta, em Lisboa. Participa nesta acção de protesto, por ti, contra o drama da subcontratação à miséria dos 3,96 €. Pela enfermagem, traz a tua bata branca!
Ler mais: DIA 20, OS ENFERMEIROS REALIZAM UM HOSPITAL DE PROTESTO
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Uma delegação das organizações representativas dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, concentrou-se, ontem, na estação de metro do aeroporto, por ocasião da inauguração desta estação, onde entregou um documento ao Secretário de Estado dos Transportes.
O alargamento da rede do Metropolitano de Lisboa, em que se inclui o troço que agora é inaugurado, tem sido feita e suportada pele Metro, que assim se substituiu ao Estado, em que governos se têm limitado a inaugurar para de seguida aproveitarem o endividamento da empresa para justificarem as medidas com vista ao seu desmembramento e privatização.
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Os trabalhadores da Saint-Gobain (SGSP), em Santa Iria da Azóia (Vila Franca de Xira), estão em alerta pela manutenção dos postos de trabalho e do emprego com direitos, contrariando a pressão patronal e a indefinição quanto ao futuro da empresa. Pela defesa da produção nacional, do investimento e desenvolvimento da SGSP.
Está, neste momento, a realizar-se uma acção de protesto e luta junto às instalações da fábrica, exigindo estes trabalhadores que seja cumprida a garantia do direito de negociação da contratação colectiva, o aumento salarial digno e a rejeição da repressão patronal do Grupo Saint-Gobain sobre os activistas sindicais.
Ler mais: VIDREIROS DA SAINT-GOBAIN SEKURIT EM LUTA PELOS SEUS POSTOS DE TRABALHO!
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O Sindicato dos enfermeiros Portugueses, realizou uma vigília, no dia 6 de Julho a partir das 17h em frente ao Ministério da Saúde.
O Ministério da saúde lançou um concurso público para colmatar a falta de enfermeiros em varias unidades de saúde. €3.69centimos foi o valor que uma empresa em “regime de subcontratação” ofereceu aos enfermeiros, profissionais qualificados, a maior parte destes trabalhadores estão a ocupar necessidades permanentes, com horário completo e com subordinação hierárquica. Não há sombra de dúvida que estes trabalhadores deveriam ter um vinculo efectivo de trabalho e receber de acordo com a tabela salarial aplicável aos enfermeiros.
É um escândalo, o valor oferecido por esta empresa!
Primeiro porque está abaixo do SMN; segundo, não respeita as tabelas salariais aplicáveis a estes profissionais; terceiro é vergonhoso que se ofereça esta miséria a trabalhadores licenciados, muitos deles com especialização, onde lhes é solicitado dedicação por trabalharem com pessoas, normalmente mais vulneráveis; Este é mais um dos maus exemplos dados pelo governo ao preencher postos de trabalho efectivos com contratos precários! O SEP denunciou e exigiu a regularização desta situação! É vergonhoso que o Ministério da Saúde não anule este concurso que é uma afronta à dignidade de quem trabalha!
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Milhares de professores e educadores, oriundos de todas as regiões do país, responderam com determinação ao apelo da FENPROF e afirmaram alto e bom som que é preciso avançar na luta contra o desemprego docente e em defesa da estabilidade da escola pública, denunciando junto de todos os docentes - do Pré-Escolar ao Superior -, da comunidade educativa e da opinião pública as consequências da política de terra queimada do Ministério dirigido por Nuno Crato deste Governo PSD/CDS. Como destaca a tomada de posição aprovada, "o desemprego e a instabilidade que no setor do ensino e investigação têm crescido muito acima da elevada média nacional, conhecerão em setembro um aumento nunca visto, criando um problema socialmente insustentável, com impacto extremamente negativo mas escolas e na educação em geral".
Ver fotografias desta jornada de luta
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As esperadas notícias começaram a chegar logo às primeiras horas da manhã: adesão quase total à greve, entre os 90 e os 100%, tanto nas USF/UCSP como nos Centros Hospitalares.
A expectativa gerada em volta da concentração, marcada para as 15h em frente ao Ministério da Saúde, era grande, e não foi defraudada: gradualmente a Avenida João Crisóstomo foi tomada por milhares de batas brancas, que acorreram de norte a sul do país para manifestarem o seu desagrado com a Política da Tutela, refugiada atrás do nº 14. Mas não só de médicos e estudantes de Medicina se fez a contestação: a Plataforma Cidadã de Resistência à Destruição do SNS juntou-se aos coros, assim como enfermeiros, outros técnicos de Saúde e incontáveis cidadãos anónimos.
Foi perante uma assistência de cerca de 5000 manifestantes, que fizeram uso da voz: Carlos Arroz (SIM) e Mário Jorge (SMZS/FNAM), Jorge Paulo Roque da Cunha (SIM) e Manuel Abecasis (ANEM), Roberto Pinto (CNMI) e Rizério Salgado (APMGF), Mário Jorge Santos (APMSP) e Bernardo Vilas Boas (USF-AN), João de Deus (AEMH), Sérgio Esperança (SMZC/FNAM) e José Manuel Silva (OM).
Comum a todos a preocupação com o futuro do Serviço Nacional de Saúde, com a manutenção de Serviços de qualidade, acessíveis a todos os utentes, firmemente apoiados em carreiras médicas definidas e regulamentadas.
Aguarda-se a mesma união no segundo dia de greve, em defesa do SNS!
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