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Mais de um milhar de trabalhadores não docentes da Função Pública protestaram, hoje em Lisboa, realizando uma manifestação desde Entre Campos até ao Ministério da Educação. Local onde se concentraram denunciando que as políticas educativas que estão a ser desenvolvidas por este Governo aprofundam as reformas economicistas iniciadas pelos governos do PS. Todos contribuem para tornar a escola pública menos democrática. Os cortes brutais no Orçamento da Educação, fruto do pacto de exploração, assinado entre a troika estrangeira e a troika nacional(PSD/CDS-PP/PS), e a política de empobrecimento do Governo PSD/CDS-PP, arruínam a escola pública e os direitos dos portugueses.
O trabalho nas escolas e jardins de infância da rede pública é cada vez mais precário, a avaliar pelo número de concursos abertos já no ano de 2012, para a ocupação de lugares de assistente operacional, em regime de trabalho a tempo parcial e a termo resolutivo. São 720 postos de trabalho, para as funções das extintas carreiras de auxiliar de acção educativa. Estes trabalhadores exigem que sejam repostas estas carreiras e que haja o devido respeito pelo trabalho desenvolvido por estes profissionais junto das crianças e jovens, que são o futuro do nosso país.
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Foram largas as centenas de pessoas que hoje se manifestaram contra o intuito do Governo PSD/CDS em encerrar a Maternidade Alfredo da Costa. Sendo esta a maior unidade assistencial de medicina perinatal e da saúde da mulher de Portugal. É uma instituição pública conhecida pelo seu elevado nível de diferenciação e excelência fruto de equipas multidisciplinares altamente especializadas.
Contrariamente ao que é referido pelo Ministério da Saúde, o número de partos efetuados pela MAC tem vindo a aumentar (2009: 5.244; 2012: 5.328; 2011: 5.583). É neste local que ocorre o maior número de nascimentos do país, onde é assistido o maior número de bebés prematuros, onde existe o maior centro público de Medicina Reprodutiva. É também um local excelência nos domínios da formação e investigação, sendo o diagnóstico pré-natal e o acompanhamento de grávidas de risco, a maioria encaminhada por outros hospitais e médicos privados uma das suas grandes mais-valias. Numa altura em que são impostos grandes sacrifícios aos portugueses é inadmissível que o Governo anuncie o encerramento da maior maternidade do país e que o faça sem consultar, entre outras, as organizações representativas dos trabalhadores implicados.
Consideramos que este anúncio serve interesses de grupos privados pode constituir grande golpe imobiliário, constitui um grande passo para a destruição do Serviço Nacional de Saúde, coloca em causa o acesso a cuidados de saúde e mostra total desprezo por quem trabalha numa das instituições mais queridas pelos portugueses. Por tudo isto, foi criada a Plataforma em Defesa da Maternidade Alfredo da Costa, integrada pelas organizações dos Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública Sul e Açores (STFPSA), Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS), Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) e Comissão dos Utentes de Saúde da Cidade de Lisboa (esta plataforma é aberta a todos aqueles que defendem a manutenção da MAC). Tal como foi referido pelos manifestantes nas palavras de ordem deste protesto, "Lutamos para vencer" e "o povo não vai deixar a maternidade fechar".
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A FECTRANS entende que é possível aumentar o salário dos trabalhadores. Há muitas empresas que acumulam lucros (muitos deles pagos com os dinheiros do erário público), mas refugiam-se na crise para justificar o congelamento dos salários dos seus trabalhadores.
A FECTRANS decidiu lançar em todas as empresas a luta pelo crescimento dos salários, com uma reivindicação de um aumento mínimo de 1 euro por dia (30 euros por mês). É uma reivindicação justa, possível e que deve ser assumida por todos, na forma de propostas de revisão dos contratos colectivos ou na forma de cadernos reivindicativos. A esta reivindicação acresce ainda, nas empresas do sector público, a luta contra os cortes e roubo nos salários que o governo mandou aplicar.
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Os trabalhadores da Automeclis, Grupo A. Castanheira, reuniram-se hoje, dia 3 de Abril, em plenário junto às instalações da empresa, para exigir o pagamento imediato do pagamento do salário de Março e dos Subsídios de Natal e de Férias em atraso, se a empresa não regularizar a situaçao os trabalhadores reunirão em Plenario amanhã às 11 horas para definir as formas de luta a adoptar, foi também entregue à administração da empresa uma resolução aprovada em plenário.
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Milhares de jovens trabalhadores subiram no sábado da Praça da Figueira para o Largo Camões. A manifestação convocada pela Interjovem/CGTP-IN foi marcada por muita força e combatividade. Os jovens trabalhadores mostraram que não vivem resignados ao desemprego e à precariedade e exigem que o pacote laboral que este governo quer impor não vá adiante e que se alterem as politicas que infernizam a vida dos jovens trabalhadores.
É urgente que se aumentem salário, que se aposte na produção nacional, que se acabe com a precariedade e o desemprego. A juventude não desarma e vai continuar a sua luta exigindo uma mudança de política, fazendo do 25 de Abril e do 1º de Maio momentos altos da luta da juventude.
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Centenas de dirigentes, delegados e activistas sindicais de todo o país, concentraram-se hoje, no Largo de Camões em Lisboa, realizando uma marcha até à Assembleia da República, onde está hoje em debate e votação a proposta de lei n.º 46/XII (pacote da exploração e empobrecimento).
No âmbito da dinamização da Greve Geral foram recolhidos e entregues cerca de 2.000 pareceres e de muitos milhares de assinaturas denunciando a violência dos conteúdos desta proposta contra quem trabalha, torna-se necessário reafirmar a exigência de que seja tida em consideração a posição dos trabalhadores(as) que exigem a retirada de tal proposta.
Com a luta, derrotámos a proposta de lei que tinha o objectivo de aumentar os horários em mais meia hora diária de trabalho gratuito. Com a luta, os trabalhadores impediram a aplicação de muitas medidas intentadas pelo patronato para a desregulamentação dos horários e para pôr em causa outros direitos. A USL/CGTP-IN reafirma que a luta prosseguirá, sem tréguas, pelo aumento dos salários, a defesa dos direitos e da negociação colectiva, contra o pacote da exploração e empobrecimento, o trabalho forçado e todas as medidas de retrocesso social e civilizacional que o governo e o patronato querem impor a quem trabalha.
Ler mais: CENTENAS EM MARCHA CONTRA O PACOTE DE EXPLORAÇÃO E EMPOBRECIMENTO!
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A União dos Reformados e Pensionistastas da Banca (UBR) vai realizar uma concentração junto da administração do Banco Santander Totta, que está a fazer tudo para não pagar o 14º. mês e subsídio de Natal aos reformados e pensionistas que são beneficiários da Segurança Social.
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Pela enorme adesão verificada nos locais de trabalho do sector privado e do sector público e o apoio expresso ao nível da opinião pública, esta é uma extraordinária Greve Geral, que ficará desde já assinalada como um marco notável da luta dos trabalhadores portugueses em defesa dos seus direitos e interesses, pela valorização do trabalho e dignificação dos trabalhadores, pela construção do futuro com direitos para as novas gerações, pela defesa do aumento do sector produtivo, pela defesa da democracia e salvaguarda da soberania nacional.
Ler mais: MILHARES NA MANIFESTAÇÃO DA GREVE GERAL EM LISBOA!
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O esforço de contacto, informação e esclarecimento feito pelos sindicatos aos trabalhadores tem sido grande! No âmbito do nosso distrito, até ao momento e com base na informação dos sindicatos. Já se efectuaram mais de um milhar de plenários dos cerca de 2 mil que nos propusemos realizar até ao dia da Greve Geral. Em todos os locais de trabalho têm sido aprovadas moções de apoio e adesão à Greve Geral. Foram assinados centenas de pareceres repudiando as alterações propostas ao Código de Trabalho, em discussão pública até ao dia de hoje, onde será feita, pelas 15 horas na Assembleia da República, a entrega colectiva desses mesmos pareceres.
Ler mais: CRESCE A ADESÃO À GREVE GERAL NO DISTRITO DE LISBOA!
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