Acção reivindicativa

A Luta constante dos Trabalhadores dá frutos!

O SINTAB desenvolveu com os trabalhadores um processo de luta que passou pela realização de plenários, concentrações e Greves. Foi uma longa caminhada, que está longe de estar terminada, mas que fez com que os trabalhadores da Bimbo/Panrico, com o apoio do seu sindicato de classe, trabalhem com cada vez mais direitos conquistados, o que prova que a luta dos Trabalhadores tudo vence!

Foram sucessivas conquistas quer a nível financeiro, quer profissional e até de condições de trabalho, condições essas, que em outros tempos se diziam impossíveis por parte da empresa. Em termos remuneratório conseguiram no ano de 2019 ajustes salariais de 15 a 20%, e um aumento anual de 2% para todos os trabalhadores. Este ano de 2020 conquistaram um aumento de cerca de 3% para todos os trabalhadores junto de um prémio anual de um valor de 500 euros.

A luta contra a precariedade tem sido uma das preocupações do SINTAB: conseguiram a passagem de trabalhadores com vínculo precário a efectivo nos quadros da empresa. Estes são os resultados e os frutos da luta organizada no sindicato que uniu os Trabalhadores e reforçou o seu prestigio. A luta nem sempre tem resultados imediatos. É preciso insistir e resistir. Mas vale a pena lutar!

Governo Prepara Despedimentos Em Larga Escala Nas Escolas Da Rede Pública

O Sindicato dos trabalhadores em funções públicas e sociais do Sul e a  Federação acusa o Governo, sob o pretexo da pandemia estar a preparar o despedimento de 2500 trabalhadores não docentes das escolas da rede pública. Artur Cerqueira da Federação afirma  que esta medida é inaceitável, não só porque estes trabalhadores já deveriam ter celebrados os seus contratos sem termo, mas também porque eles são indispensáveis ao funcionamento das escolas da Rede Pública, pelo que se impõem a revogação da medida agora publicada.

Estes trabalhadores, desempenham funções correspondem a necessidade.

Leia aqui o comunicado.

A Schindler Elevadores Quer Aplicar a LayOff Quando teve lucros de 6 Milhoes de Euros

A Direcção do Sindicato das Industrias Eléctricas do Sul e Ilhas (SIESI) denunciou e alertou os trabalhadores da Shindler, relativamente à tentativa por parte da administração da empresa implementar  um regime de suspensão de contratos, mais conhecido como “lay-off”, sem cumprir com os requisitos previstos na Lei.

No comunicado enviado aos trabalhadores chama a atenção para o facto ..”É importante que todos percebam que o incumprimento dos pressupostos para acesso ao regime de “lay-off” inviabiliza o acesso aos apoios previstos. Além do mais, não é compreensível a suspensão dos contratos de trabalho quando, entre 2016 e 2018, a empresa em Portugal alcançou quase 6 milhões de lucros. Pelo empenho e dedicação dos seus trabalhadores.

O sindicato apelida esta atitude como: inadmissível que a administração da empresa tente impor um regime de “lay-off” em que os trabalhadores pagarão uma crise que não existe, nem sequer está comprovada, bem como tentar com que o Estado português financie uma empresa que factura milhões todos os anos, com o dinheiro de todos os contribuintes.

Leia aqui o comunicado.

Empresa Cá Vai Sintra despede delegado Sindical

Os trabalhadores da empresa cá vai sintra, uma empresa de transportes e mercadoria foram confrontados pela administração da empresa com o despedimento ilegal dos delegados sindicais do sindicato dos transportes rodoviários e urbanos de Portugal (STRUP)  a empresa não cumpre o contrato colectivo de trabalho e o acordo quadro das cargas e descargas e como forma de retaliação despede os delegados sindicais.

O Sindicato foi acompanhar os trabalhadores despedidos, e exigir o cumprimento da Lei.

Processo Lay off - Grupo Plural Entertainment

O sindicato dos espectáculos, CENA STE denuncia a comunicação feita pela plural Entertainment de lay-off, sem consulta prévia dos delegados Sindicais, Foram abrangidos 191 trabalhadores do Grupo Plural Entertainment (119 Plural + 72 EMAV).

O sindicato refere que alguns destes trabalhadores estavam em regime de teletrabalho, foram também afetados pelo lay-off, e alguns deles continuam a desenvolver tarefas, após a data da referida suspensão (6 de Abril), bem como outros sectores e departamentos têm continuado a trabalhar nas instalações, como o caso de parte da pós produção, juntamente com outros trabalhadores têm garantido em teletrabalho, e mesmo em alguns trabalhos externos, mostram que a empresa não suspendeu totalmente a sua actividade, e que continua a assumir compromissos com clientes.

O CENA-STE não entende como pode o Grupo Plural Entertainment recorrer ao lay-off, uma vez que é inteiramente detido pelo Grupo MédiaCapital, SGPS, S.A., que por sua vez detém a TVI, que é a empresa que adquire a quase totalidade do produto realizado pela empresa. Uma vez que os produtos realizados pelo Grupo Plural Entertainment continuam a ter radiodifusão (alguns continuam a ser produzidos), que, mais do que nunca, as audiências dos mesmos são muito significativas e que, consequentemente, os espaços comerciais estão a providenciar avultados rendimentos, sendo que não existe qualquer nota pública ou prova que tenha existido quebra ou interrupção contratual entre as mencionadas entidades. Neste sentido o sindicato denunciou, este processo de lay-off, à unidade local de Vila Franca de Xira da Autoridade para as Condições do Trabalho, no sentido de proceder à averiguação minuciosa dos pressupostos invocados pela Plural Entertainment.

Lares de idosos - uma epidemia dentro da pandemia do novo corona vírus?

A plataforma Lisboa Em Defesa do SNS, tomou posição sobre o atraso das respostas para defender os idosos residentes dos lares e os seus trabalhadores.

Na nota enviada aos órgão de Comunicação social  refere o facto de o  Governo, as Ministras da Saúde e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e as respectivas entidades públicas, no múltiplo conjunto de normas e medidas emanadas, bem como no controlo da sua execução, não colocaram ao nível das prioridades no combate ao novo Corona Vírus, as comunidades envolvidas, nomeadamente, nas regiões de maior densidade destas instituições.

O resultado está, lamentavelmente, à vista: mortes nos idosos e ainda muitos infectados com a perspectiva de continuar a aumentar; trabalhadores exaustos, em pânico e muitos deles infectados; inúmeros lares sem condições de espaço e equipamentos para procederem ao isolamento dos doentes.

A plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde reclama da urgência de mais medidas que defendam os idosos e os trabalhadores dos lares e que combatam as desigualdades e as assimetrias existentes no país.

Leia aqui a nota aos OCS.

Rauschert cancela lay-off - Vale a pena lutar

Os trabalhadores da RAUSCHERT PORTUGUESA, SA (Cerâmica Técnica), em Trajouce-Cascais, foram informados no dia 9 de Abril – quando estavam a cumprir o segundo dia de lay-off imposto – que a empresa retomaria o trabalho “com toda a normalidade” a partir de 13 de Abril.

Desde a primeira hora, o Sindicato em ligação com os trabalhadores, procedeu à denúncia pública deste processo e solicitou a urgente intervenção inspectiva da ACT – Autoridade para as Condições de Trabalho, que até agora nada disse.

O argumento agora usado pela  empresa torna-se ainda mais estranho, na medida em que refere “que se dá sem efeito o pedido de apoio extraordinário à manutenção de contratos de trabalho em empresa em situação de crise empresarial” e “esclarece que com o cancelamento do lay-off os colaboradores não terão qualquer alteração do seu vencimento no mês de Abril”.

O sindicato da Construção mármores e madeiras refere no comunicado, revela bem a leviandade e a ausência de ponderação e fundamentação, com que muitas empresas estão a recorrer a esta medida profundamente lesiva dos rendimentos e direitos dos trabalhadores.

Leia aqui o comunicado.

Não basta Facilitar a admissão de Trabalhadores é preciso garantir contratos de trabalho Formação Profissional e equipamentos de proteção individual

O sindicato dos trabalhadores do comércio, escritórios e serviços de Portugal (CESP), considera que a iniciativa do governo que facilita a admissão de trabalhadores para os as inscrições de idosos ou portadores de deficiência, não só vem com algum atraso como corresponde às exigências. O sindicato defende exige que as trabalhadores que venham a ser admitidos tenham um contrato de trabalho e que façam uma formação básica para o exercício das funções necessárias.

Estas instituições de solidariedade social, tem o dever de cuidar de todos incluído dos seus trabalhadores garantir que estão saudáveis e que tem todos os equipamentos de protecção individual para se proteger a si e aos utentes.

Leia aqui o comunicado.

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