Com a assinatura do texto de acordo, que aconteceu no dia 17 de setembro, encerrou-se um processo negocial entre os sindicatos e a administração da CP. Esta negociação decorreu durante quase um ano, e tinha como objetivo a reestruturação das grelhas salariais na CP.
A FECTRANS/SNTSF saúda os trabalhadores, pela vitória alcançada. Os aumentos situam-se entre os 140€ e 150€. A valorização dos salários, contribui para um problema estrutural que a CP tem, que é a incapacidade de fixar os atuais trabalhadores e recrutar novos, para se preencherem as muitas vagas existentes.
Multiplicam-se as ações de contacto e esclarecimento junto da população e dos trabalhadores, no dia 16 realizou-se em 9 interfaces da cidade uma distribuição à população, que alerta para o assalto que o Governo prepara aos direitos dos trabalhadores.
O STAL está a realizar plenários em todos os municípios, esclarecendo os trabalhadores, dando exemplos concretos de como estas alterações ao código do trabalho prejudicam a vida dos trabalhadores e das futuras gerações, a que são exemplo: a reintrodução do banco de horas individual, o aumento da precariedade, aumentando a duração dos contratos com vinculo precário (termo incerto de 4 para 5 anos, a termo certo de 3 para 4 anos), o patrão pode despedir o trabalhador sem justa causa, mesmo se for considerado ilegal pelo tribunal. O governo quer limitar o direito à greve e a liberdade sindical, O Governo fez 109 propostas de alteração ao código do trabalho.
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É já no dia 20 de setembro, sábado, em Lisboa, a manifestação contra o Pacote Laboral do governo do PSD/CDS-PP, com concentração às 15h00, no Marquês de Pombal. A dinamização da jornada de luta está em marcha, afixam-se faixas e pendões na rua, realizam-se distribuições à população, como aconteceu em Vila Franca de Xira com os sindicatos SITE-CSRA e SIESI, junto à estação do comboio. Promovem-se plenários com os trabalhadores para discutir os impactos destas propostas de revisão da legislação laboral têm na vida dos trabalhadores.
Vamos combater e travar o Pacote Laboral.
A Direção Distrital da União dos Sindicatos de Lisboa (USL/CGTP-IN), reunida a 2 de setembro, rejeita fortemente os gravosos conteúdos das mudanças propostas naquilo que deveria ser denominado de “Pacote Laboral – Trabalho XIX”, pois é disso que se trata!
Isabel Barbosa coordenadora da Direcção regional de Lisboa do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) foi a porta voz na conferência de imprensa, realizada hoje, pelas 11h00, junto à Maternidade Alfredo da Costa, para denunciar o despedimento de uma enfermeira grávida que foi contratada pela Unidade Local de Saúde (ULS) de S. José para exercer funções na MAC, foi informada após dar conhecimento da gravidez, que estava dispensada dos seus serviços, por não cumprir os objetivos, estando ainda no período de integração.
A Contraposta da Administração da Carris é insuficiente e foi chumbada pelos trabalhadores da Carris reunidos, hoje em plenário Geral de trabalhadores na estação de Santo Amaro. Os trabalhadores exigem a redução do horário de Trabalho semanal para as 35 horas, pagamento das deslocações e a Majoração das Férias. Os trabalhadores decidiram continuar a luta considerando que a contraproposta fica aquém da possibilidade da empresa.
Ler mais: TRABALHADORES DA CARRIS CHUMBAM CONTRAPROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO E DECIDEM CONTINUAR A LUTA
Os trabalhadores da Associação Luiz Pereira Motta, uma IPSS, sediada em Loures, conseguiram que a Direção desta instituição cancelasse o referendo ao banco de horas. O Sindicato de Hotelaria do Sul, denunciou um conjunto de ilegalidades e dinamizou uma campanha de esclarecimento, informação sobre os malefícios do banco de horas e apelou ao voto no NÃO.
Ler mais: VITÓRIA DOS TRABALHADORES E DO SINDICATO CONTRA O BANCO DE HORAS
No próximo dia 5 de Abril, vamos reivindicar mais salários e melhores pensões, defender os serviços públicos e as funções sociais do estado. É urgente mudar de rumo!
Ler mais: TODOS À MANIFESTAÇÃO - SALÁRIOS, PENSÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS
Tribunal do Trabalho declarar ilícito o despedimento de uma trabalhadora, condenando a CGD a reintegrar a trabalhadora sem prejuízo da sua categoria e antiguidade, pagando-lhe todas as retribuições vencidas e vencindas até ao transito em julgado.
O Sindicato do Comércio Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) denuncia o facto dos Trabalhadores do Plaza 1 da plataforma logística da Azambuja, correrem risco de vida diariamente!
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- NO DIA DA FAMÍLIA, O CESP DEBATE: O IMPACTO DOS HORÁRIOS DESREGULADOS NA VIDA DOS TRABALHADORES — PELOS DIREITOS, DAS CRIANÇAS E DOS PAIS!
- TRABALHADORES DA MY AUCHAN EXIGEM VOLTAR AOS SEUS POSTOS DE TRABALHO
- GRUPO LUZ SAÚDE AMEAÇA TRABALHADORES POR ESTES EXERCEREM O DIREITO À GREVE!
- CESP AVANÇA COM INICIATIVA PARA ENCERRAMENTOS ÀS 22H E AOS DOMINGOS