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9º Encontro da IR Lisboa - Eleição Nova Direcção

A Inter- Reformados Elege a sua Nova Direcção

 

A Inter-Reformados de Lisboa (IR) elegeu a nova Direcção no  9º Encontro que se realizou no passado dia 17 de Junho de 2021, na Casa do Alentejo. A Direcção é constituída por 34 membros oriundos de 17 sectores de actividade e vai tomar posse no próximo dia 7 de Julho. 

 

No 9º encontro foi aprovado o plano de acção reivindicativa que passa por: continuar a lutar por melhores salários e pensões; a importância de mais e melhores serviços públicos para melhorar as condições de vida; o Reforço do Serviço  Nacional de Saúde, Universal, de qualidade e de proximidade, integrando uma rede de cuidados continuados e paliativos, em hospital ou em apoio domiciliário; a implementação de uma rede pública de qualidade de equipamentos sociais para a terceira idade,  de lares e residências para idosos; a criação de novas respostas de apoio domiciliário; a defesa de uma política de  habitação, que garanta o princípio constitucional de que «Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que  preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar».  

 

E afirma o seu compromisso de sempre: De Solidariedade com a luta de todos os trabalhadores dos vários sectores da actividade e o empenhamento na organização e na luta dos trabalhadores  reformados; de esclarecer e mobilizar os  reformados, organizados nos seus sindicatos da CGTP-IN, para que se  mantenham atentos e informados, activos e interventivos, para continuar a luta! 
 

Com esperança e confiança lutaremos pelo direito a envelhecer com dignidade. Sempre unidos e solidários, no activo e na reforma! 

 

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9º Encontro da Inter-Reformados

São mais de meio milhão de residentes com 65 ou mais anos que vivem no distrito de Lisboa, muitos deles não têm as melhores condições de vida, devido às baixas pensões de reforma.

É neste contexto que a Inter-Reformados de Lisboa (IR) vai realizar o seu 9º Encontro no dia 17 de Junho de 2021, das 10h às 17h, na Casa do Alentejo (Rua Portas Santo Antão, n.º 58, em Lisboa), tendo como objectivos centrais: analisar a situação social dos reformados do distrito de Lisboa e apresentar propostas reivindicativas; perspectivar o reforço da organização dos trabalhadores que passaram à situação de reforma, em particular os sócios dos sindicatos, reforçar a Inter-Reformados de Lisboa e eleger a Direcção Distrital.

Na conferência será divulgado um estudo sobre a situação dos reformados e pensionistas, que ilustra a situação económica e social dos reformados e pensionistas no Distrito de Lisboa:

  • A maioria dos reformados recebe pensões entre os 263€ e 419,22€ (56,9% dos pensionistas de velhice), um valor extremamente baixo; 
  • 2 em cada 10 pessoas com mais de 65 anos vivem em risco de pobreza ou exclusão social 
  • As mulheres constituem 71% dos beneficiários do Complemento Solidário para Idosos; 
  • Entre 2017 e 2018 a despesa das famílias em saúde aumentou 4,4%10 (um aumento muito superior à evolução dos rendimentos das pensões dos reformados); 

Estas e outras matérias serão amplamente debatidas no 9º Encontro da IR Lisboa.

9ª Conferência da IR- Lisboa

 

São mais de meio milhão os residentes com 65 ou mais anos que vivem no distrito de Lisboa, muitos deles não têm as melhores condições de vida, devido às baixas pensões de reforma.

É neste contexto que a Inter-Reformados de Lisboa (IR) vai realizar o seu 9º Encontro no dia 17 de Junho de 2021, das 10h às 18h, na Casa do Alentejo (Rua Portas Santo Antão, nº 58, em Lisboa), tendo como objectivos centrais: analisar a situação social dos reformados do distrito de Lisboa e apresentar propostas reivindicativas; Perspectivar o reforço da organização dos trabalhadores que passaram à situação de reforma, em particular os sócios dos sindicatos, reforçar a Inter-Reformados de Lisboa e eleger a Direcção Distrital. Este será mais um dia de luta que irá ficar para a memória futura da organização de reformados no Movimento Sindical Unitário, sempre na defesa dos direitos dos reformados. 

Dia Nacional da Juventude Assinalado na Rua

No dia 25 de Março, centenas de jovens trabalhadores trouxeram às ruas de Lisboa e Porto as suas reivindicações.

A situação social e económica que hoje vivemos é dramática para muitos milhares de jovens trabalhadores, o desemprego cresce exponencialmente derivado à precariedade que graça no mercado de trabalho, roubando a muitos jovens o Direito a um emprego estável que lhes proporcione a sua autonomia e independência financeira que lhes permita concretizar o direito a sonhar e ter futuro no seu país.

Em Lisboa os jovens manifestaram-se entre o Campo Pequeno e o Ministério do Trabalho. Entre bandeiras, cartazes e faixas, podíamos ler “Com coragem e confiança, lutar pelos nossos direitos”.

No final da manifestação Isabel Camarinha, Secretária Geral da CGTP-IN interveio e reafirmou que não há modernidade na exploração, na desregulação dos horários e nos vínculos precários, foi aprovada por unanimidade e aclamação uma resolução que aponta o caminho da organização e da luta a partir das empresas e locais de trabalho.

Ler resolução.

A Interjovem Está na Rua e nas Empresas!

A dinâmica de mobilização dos jovens trabalhadores está na rua, nas empresas e locais de trabalho. com vista a uma grande participação para o dia de luta nacional de 25 de Marco!

Esta acção realiza-se em torno do dia da Juventude - 28 de Marco - muitos jovens trabalhadores de diferentes sectores de actividade estão a mobilizar para o dia 25 de Marco, quinta-feira, um dia de luta nacional dos jovens trabalhadores, com manifestações em Lisboa, no Campo Pequeno e no Porto, na Praça dos Poveiros, sob o lema "+Emprego, +Salário, +Estabilidade com coragem e confiança. Lutar pelos nossos direitos!"

Os ataques e a exploração a que os jovens trabalhadores têm sofrido e que se tem intensificado à boleia do surto epidémico, comprovam a necessidade de umas medidas concretas por parte do Governo e das entidades patronais no sentido de responder aos problemas da juventude trabalhadora. 
promovendo o emprego estável e com direitos, que ponha termo à instabilidade laboral e desvalorização salarial, para que os jovens não sejam obrigados a emigrar, quando fazem falta ao país.

A Interjovem está a desenvolver acções que vão desde o contacto nos locais de trabalho prioritários, a pinturas de faixas e murais, estes são alguns exemplos acções na rua.  Nas empresas prioritárias, organizam-se plenários de trabalhadores e discute-se formas de participação na manifestação a partir da marcação de pré-avisos de greve, por forma a possibilitar a participação dos jovens trabalhadores.
Só a luta pode travar a precariedade, a grande chaga social, que atirou para o desemprego mais de 70000 jovens, não é justo e não é inevitável!

25 de Março - Dia Nacional de Luta dos Jovens Trabalhadores

Os jovens precisam de emprego estável e com direitos. Por isso, no próximo dia 25 de Março, vão sair à rua com coragem e confiança para lutar pelos direitos de todos.

Foi a precariedade dos contratos a prazo, dos recibos verdes, dos períodos experimentais e das empresas de trabalho temporário que abriu caminho a que mais jovens trabalhadores se vissem sem trabalho nesta situação tão complicada!

Participa na Manifestação da Juventude trabalhadora que vamos realizar no dia 25 de Março, em Lisboa e no Porto.

A precariedade constitui a antecâmara do desemprego e é responsável pelos baixos salários, a negação da progressão na carreira, o enfraquecimento da protecção social no presente e no futuro, uma maior pobreza laboral, a instabilidade e insegurança na organização da vida pessoal e familiar, a baixa natalidade e os problemas demográficos com que o país se confronta, as propostas apresentadas pelo Governo não só não resolvem este flagelo que atinge trabalhadores, as famílias e a sociedade, como deixam o caminho aberto à sua perpetuação.

Juventude com futuro é com melhores salários e com estabilidade!

Lê mais aqui.

Interjovem Presente nas Comemorações do Dia Internacional da Mulher

A Interjovem, organização de jovens da CGTP-IN, esteve presente junto dos trabalhadores e trabalhadoras da escavação arqueológica em Entrecampos; na logística em Alverca e no Hospital de Santa Maria.

Saudaram todas as mulheres trabalhadoras, em especial as jovens, neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.

A luta pela igualdade é cara à juventude. A igualdade que tem de ter expressão na vida e nos locais de trabalho, com a efectivação do direito ao trabalho com direitos.

As mulheres trabalhadoras jovens sofrem particularmente com a precariedade dos vínculos, que tem atirado muitas para o desemprego, que colocam a vida a prazo e expõem ao assédio no trabalho.

As jovens continuam a receber os salários mais baixos, com uma grande parte a receber o salário mínimo nacional.

Os horários são os mais desregulados e sobrecarregados, colocando cada vez mais em causa a conciliação entre vida profissional, pessoal e familiar das jovens mulheres trabalhadoras.

Os direitos de maternidade são constantemente atacados, com chantagens e pressões para não serem exercidos, pedidos de horários flexíveis que não são respeitados, e chegando mesmo a haver pressão para as jovens trabalhadoras não engravidarem, colocando assim a juventude portuguesa numa situação em que têm filhos 2 anos mais tarde do que desejariam.

Não há emancipação da juventude, nomeadamente das jovens mulheres, sem trabalho com direitos.

Com este quadro, as jovens mulheres saem mais tarde de casa dos pais, vêem o seu direito ao estudo, ao lazer e ao descanso atacados, começam a vida mais tarde.

Por isso, os jovens, mulheres e homens, trabalhadores exigem:

  • A proibição dos despedimentos e a defesa do emprego seguro e com direitos
  • O aumento geral dos salários em 90€ e o salário mínimo nacional para 850€
  • O fim da precariedade
  • O fim dos horários desregulados e o horário de 35 horas para todos sem perda de salário
  • A efectivação dos nossos direitos, em particular os direitos de maternidade e parentalidade e de trabalhador-estudante
  • A revogação das normas gravosas da legislação laboral e a reposição do tratamento mais favorável ao trabalhador
  • Condições de saúde e segurança nos locais de trabalho

Ainda temos um longo caminho para uma efectiva igualdade entre mulheres e homens. É uma luta que contará sempre com a vitalidade dos jovens trabalhadores e da Interjovem/CGTP-IN e que terá também expressão no dia 25 de Março, dia de luta nacional dos jovens trabalhadores em torno do dia da juventude, em Lisboa (Campo Pequeno) e no Porto (Praça dos Poveiros), às 15 horas.

Interjovem Lisboa Aprova A Carta Reivindicativa

A Interjovem Lisboa aprovou a “CARTA REIVINDICATIVA DO JOVENS TRABALHADORES DO DISTRITO DE LISBOA”. Os Jovens trabalhadores não estão condenados a viver com a angústia a incerteza nas suas vidas, a perder direitos, emprego e remunerações, a ficar refém do que o capital e as estruturas ao seu serviço o determinem. A Interjovem alerta na Carta Reivindicativa para que não haja ilusões... “Sem um aumento significativo dos salários, os trabalhadores e em grande percentagem os mais jovens e os mais qualificados, continuarão a emigrar. A luta contra a precariedade é uma das grandes prioridades de acção da Interjovem e exigem a alteração das normas da revisão do código do Trabalho que agravam a precariedade, nomeadamente o alargamento do período experimental e a generalização dos contratos de muito curta duração bem como o alargamento às condições de acesso às prestações de desemprego.

Foi com esta determinação de Lutar. Pelo Trabalho com Direitos! Pelo Direito ao Futuro, que foi eleita a nova direcção distrital da Interjovem Lisboa, constituída por 13 Jovens de 8 sectores de actividade (CESP; Hotelaria; SINTAF; STAL; STML; Função Pública e Enfermeiros). A Interjovem Lisboa constitui um espaço de partilha de discussão, mas também de acção e de luta que reforça o Movimento Sindical Unitário.

VIII Conferência Distrital Da Interjovem/Lisboa

Lutar! Pelo Trabalho Com Direitos! Pelo Direito Ao Futuro!

A Interjovem Lisboa - CGTP (organização de jovens trabalhadores da CGTP-IN) no distrito de Lisboa vai realizar da VIII Conferência Distrital da Interjovem Lisboa, sob o Lema “Lutar! Pelo Trabalho Com Direitos! Pelo Direito Ao Futuro!”, no dia 25 de Setembro no auditório da Fundação José Saramago.

o actual quadro político, económico e social, atinge de forma particular os jovens trabalhadores.  A precariedade constitui a antecâmara do desemprego, os horários desregulados, os baixos salários, que impedem o acesso a habitação condigna e a possibilidade de terem a sua independência.

Na Conferência os jovens trabalhadores vão analisar e debater a situação política, económica e social e os principais problemas que na actualidade mais afectam a juventude trabalhadora; Aprovar as principais linhas para a acção imediata e para a luta dos jovens trabalhadores, em torno das suas principais reivindicações; Definir objectivos concretos para reforçar a organização sindical dos jovens, promover e dinamizar a sua participação, a todos os níveis, na vida dos sindicatos e nas estruturas do MSU e eleger a nova Direcção distrital.

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