Serviços Públicos

COVID-19 Saiba quais são os procedimentos a ter em caso de Isolamento profiláctico

Face à situação epidemiológica do novo Corona Vírus – Covid-19 muitos trabalhadores necessitam de faltar ao trabalho por assistência inadiável aos filhos dependentes, menores de 12 anos, decorrente do encerramento das escolas a partir do dia 16 de Março.

Assim todos os trabalhadores que necessitem de ficar em casa tem que entregar à entidade patronal um impresso (com base no disposto no Despacho nº3103-A/2020, de 9 de Março, e nas informações constantes do site da segurança social).

Para ter apoio – 66% do salário base (bruto) – cada trabalhador deve apresentar uma declaração à sua entidade empregadora- Chefias dos serviços onde estão integrados e que são responsáveis pelo envio do requerimento à segurança social, no prazo máximo de 5 dias úteis, para efeitos de processamento do correspondente subsídio de doença.

Leia aqui as perguntas e respostas sobre as medidas extraordinárias para fazer face à situação epidemiológica do novo Coronavírus.

É urgente um SNS que sirva toda a população

A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN e outras organizações que integram a Plataforma Lisboa em Defesa do SNS estão na rua, numa acção de denuncia relativamente à situação do SNS. É com desagrado que verificamos que a proposta de Orçamento de Estado para 2020 é claramente insuficiente, quando se verifica que o apoio do estado à Banca totalizou cerca de 19 mil milhões entre 2008 e 2018, a que se irão somar 1,7 mil milhões em 2019 e 2020, constituindo uma de opção política.

É preciso reforçar, com robustez, o investimento público no SNS, já neste Orçamento de Estado, para dar suporte às medidas imprescindíveis e urgentes para resolver os principais problemas de acesso universal e em igualdade de todos os cidadãos.

Infelizmente o Serviço Nacional de Saúde continua  a não dar resposta, aos mais diversos níveis: nas enormes listas de espera para consultas e cirurgias, com o encerramento de vários serviços, com a falta de hospitais públicos,  nos meios complementares de diagnostico; na aquisição de equipamento médico diverso, de cuidados continuados e paliativos, na falta de profissionais de saúde.

Estas e outras reivindicações podem ser lidas no comunicado distribuído à população.

A plataforma cívica promove sessão de esclarecimento contra a construção do aeroporto no Montijo

A Plataforma Cívica decidiu realizar uma Sessão Pública, na Voz do Operário” no dia 6 de Fevereiro a partir das 18h00.

Esta Iniciativa realiza-se após o anúncio da aprovação da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) sobre a infraestrutura do Montijo.

A Sessão terá a participação, como oradores, o Eng.º Carlos Matias Ramos, o Dr. Paulo André, o Eng.º Francisco Ferreira e um outro convidado, se possível na área da Protecção Civil.

 

Mais Trabalhadores, Mais Transportes

Foi o mote dado a uma acção promovida pela FECTRANS em conjunto com a União dos sindicatos de Lisboa e Setubal e o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, que teve lugar no dia 17 Julho junto à residencia oficial do 1º Ministro. Esta é uma acção que não é dirigida só aos trabalhadores do sector, pelo contrário.

Os transportes públicos são um serviço público fundamental para todos os trabalhadores, é por isso importante que todos os sectores estejam envolvidos, este é um direito de todos e que a todos afecta.

A USL/ CGTP-IN alerta para a necessidade urgente de tomada de medidas em defesa, pela melhoria e maior proximidade aos utentes dos transportes públicos.

É fundamental o aumento dos trabalhadores neste sector, que
permita, nomeadamente: a reparação de Comboios, navios e infraestruturas; a garantia da operacionalidade e circulação de Comboios e Navios; O reforço nas estações, bilheteiras e atendimento de utentes.

Na Concentração foi aprovada uma resolução, que aponta para a realização no inicio de Setembro de um encontro de estruturas de trabalhadores e utentes para avaliar oos impactos decorrentes o crescimento dos utentes e a resposta das empresas e decidir outras iniciativas na defesa de mais transportes e mais trabalhadores.

Mais trabalhadores para garantir melhores transportes públicos

A União dos sindicatos de Lisboa - CGTP-IN  participana Tribuna Pública "Em Defesa Do Transporte Público", promovida pela FECTRANS no dia 25 de Junho de 2019, entre as 8h00 e as 10h30, na estação do Cais do sodré, em Lisboa.

Esta iniciativa conta com a participação das Comissões de trabalhadores, Autarquias e Grupos Parlamentares e tem como fim denunciar a falta de trabalhadores e chamar a atenção para a necessidade de haver mais investimento no sector dos transportes afim de garantir mais operacionalidade melhor circulação de comboios e navios. As comissões de utentes também se juntam a esta iniciativa e reclamam a importancia de reforçar as estações, bilheteiras e o atendimento a utentes.

Plataforma Em Defesa do SNS toma posição

Hospitais Amadora-Sintra e de Cascais
Plataforma Em Defesa do SNS toma posição, MAIS UMA VEZ POR MAUS MOTIVOS

A Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, perante a existência de diversos e graves problemas em alguns hospitais, nomeadamente os mais recentes nos Hospitais Amadora-Sintra e de Cascais, manifesta a sua grande preocupação pelos acontecimentos e pelas consequências que estas situações estão a ter nos utentes.

De facto, no Hospital Amadora-Sintra continua a existir uma significativa falta de profissionais de saúde, designadamente de médicos, o que obrigou os anestesistas a recorrerem à greve dado que o prolongamento desta situação estava a pôr em causa a qualidade e a própria segurança na prestação de cuidados de saúde.

É urgente a solução deste problema pois há cirurgias e exames de diagnóstico a serem adiados e há grávidas a serem transferidas para outros hospitais para a realização dos partos. É também urgente fixar os profissionais de saúde em regime de exclusividade, com a garantia de um salário digno, de forma a acompanhar a evolução científica e tecnológica e a qualidade do serviço público prestado.

Quanto ao Hospital de Cascais (PPP), trata-se deste estar a ser objecto de uma investigação, por parte das entidades competentes, por suspeita de inflação do número de actos clínicos para terem como contrapartida o recebimento de maior financiamento por parte do Estado, ou seja, do bolso de todos os que pagam os seus impostos.

É urgente o apuramento dos factos para que, caso haja culpados, estes sejam punidos exemplarmente, pois é também o dinheiro dos contribuintes que está em causa.

Como se tem comprovado ao longo dos anos, a solução não passa pelo encerramento de serviços no SNS para investir no privado, como acontece com as PPP que já provaram serem ruinosas para o Estado e não trouxeram ganhos em saúde para a população.

Para esta Plataforma Lisboa em defesa do SNS, como consta da Resolução aprovada no Encontro de Saúde, realizado no passado dia 15 de Maio, a solução passa por investir mais no serviço público, com um olhar estratégico para os cuidados de saúde primários, não renovar os contratos com as PPP, começar a construir um novo hospital para o concelho de Sintra e acelerar a admissão de mais trabalhadores do SNS, valorizando as suas carreiras e remunerações.

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, PRESENTE NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE LISBOA

Vários membros das organizações que compõem a Plataforma Lisboa em defesa do Serviço Nacional de Saúde, marcaram presença, no passado dia 23 de Janeiro, na Assembleia Municipal de Lisboa.

Foi lida a seguinte intervenção, por Fátima Amaral, em nome da Plataforma:

Como lisboeta e representante da Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, constituída por várias organizações, queremos falar da falta de resposta do estado na área da saúde.

Não vimos falar da profunda degradação do SNS, dado o contínuo desinvestimento, com reflexos nas más condições de trabalho dos seus profissionais, nas longas listas de espera para consultas e cirurgias com o encerramento de vários serviços, na escandalosa falta de médicos e enfermeiros de família e de cuidados continuados e paliativos.

Em vez de melhorar o SNS, o Governo socorre-se, cada vez mais de acordos/convenções/protocolos com o sector privado, desviando para aí os utentes do SNS, garantindo aos privados a obtenção de avultados lucros à custa do erário público.

É neste contexto que queremos colocar à reflexão desta Assembleia a questão da criação de um novo hospital em Lisboa e as últimas evoluções reflectidas no despacho governamental, de 9 de novembro de 2017. Aí é colocado o lançamento de concurso público para a celebração do contrato em regime de parceria público-privada para a conceção, o projecto, a construção, o financiamento, a conservação, a manutenção e a exploração do Hospital de Lisboa Oriental para absorver a oferta de cuidados de saúde, correspondente à maior parte da área de influência de seis unidades hospitalares – Hospitais S. José, Santa Marta, Santo António dos Capuchos, Curry Cabral, Dona Estefânia e MAC.

Para esta Plataforma Lisboa em defesa do SNS, a construção do novo Hospital de Lisboa Oriental não pode servir para destruir os hospitais do Centro Hospitalar de Lisboa Central.

Refutamos muitos dos argumentos governamentais expressos nesse despacho, nomeadamente o de aproveitamento de sinergias pela concentração de serviços numa só unidade hospitalar pois tal não significa por si só maior e melhor capacidade de resposta às necessidades da população.

Ler mais: PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, PRESENTE NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE LISBOA

COMISSÃO DE UTENTES DOS TRANSPORTES DE LISBOA EM CONTACTO COM A POPULAÇÃO!

Foto de Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa.

A Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa lançou uma nova campanha de agitação e luta, a primeira acção realizou-se ontem, segunda-feira, dia 22, na estação Marquês de Pombal. A vergonhosa degradação do serviço, a redução dos tempos de espera, a exigência da resolução do problema das carruagens sobrelotadas, a contratação de mais meios humanosa atempada reparação das escadas rolantes e outros equipamentos, e a criação de verdadeiras acessibilidades nas estações do Metro, bem como a luta contra o brutal aumento dos preços e o desinvestimento,são o mote desta Campanha.

 

Esta primeira acção de Campanha contou com uma presença especial

o Vitor Utente - um utente que de tanto esperar pelo Metro virou esqueleto!

 

Leia aqui  o comunicado distribuído à população.

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