Serviços Públicos

O País Precisa de Transportes e Não de Lay-Off

As empresas privadas de transporte rodoviário de passageiros, a que é exemplo o Grupo Barraqueiro Transportes que explora – Mafrense; Frota Azul; Boaviagem; Barraqueiro Oeste; VIMECA e SCOTTURB entre outras, solicitaram o prolongamento do Lay-off, quando é necessário que haja mais oferta tendo em conta o aumento da procura, e ainda mais quando é necessário por questões de saúde pública, garantir as normas de distanciamento determinadas pelo governo (lotação 2/3).

No próximo dia 28 de Maio, a FECTRANS irá realizar uma concentração a partir das 10h30, em frente à presidência do Conselho de Ministros, na rua Prof. Gomes Teixeira, a exigir a intervenção do governo no sentido de haver mais oferta de transporte rodoviário de passageiros, que são da responsabilidade dos privados e o fim das situações de “lay-off”.

Leia mais aqui.

Trabalhadora não docente acusa positivo para o COVID-19 e a Escola mantém-se em funções!

Na Escola Secundária Amélia Rey Colaço- Agrup de Escolas Santa Catarina ( Linda-a-Velha, Oeiras) -uma das trabalhadoras não docentes teve sintomas de possível COVID-19, no final da semana passada. A trabalhadora realizou o teste e teve conhecimento do mesmo , dia 19 Maio. O resultado foi positivo. Dia 20 Maio a Escola e sua Direção tiveram conhecimento desta situação.

As Aulas presenciais de dia 20 de Maio, no período da  manhã decorreram sem interrupções. Também no período da tarde, mesmo  após a Direção saber desta situação as aulas continuaram a decorrer.

Importa referir que  esta trabalhadora esteve sempre em contacto com as restantes trabalhadoras não docentes, bem como em contacto com elementos da Direção da Escola. A trabalhadora fez parte da equipa de não docentes que fez a higienização e organização da Escola.  

7 de Abril - Dia Mundial Da Saúde

O Serviço Nacional De Saude. (SNS) Não Pode Entrar Em Ruptura!

A União dos Sindicatos de LIsboa-CGTP-in através, da Plataforma Lisboa em Defesa do SNS, enviou  uma nota aos órgãos de comunicação Social, no dia em que se assinala, o dia mundial da saúde.

Todos os trabalhadores do SNS merecem o nosso respeito e reconhecimento porque estão a dar o seu melhor (mesmo estando muitos já no máximo do seu esforço), desafiam o cansaço, o stress e o medo. Mas é justo lembrar que estes mesmos profissionais foram alvo, nas últimas décadas de um grande desgaste, dadas as más condições de trabalho, da carência significativa de recursos humanos, técnicos, logísticos e financeiros, do número elevado de emprego precário e da desvalorização das suas carreiras profissionais. E, mesmo assim, estas mulheres e estes homens deram sempre o seu melhor no SNS, para prevenir a doença, para acompanhar e tratar os utentes.

Antes desta calamidade já o SNS demonstrava graves fragilidades, em virtude do seu sub financiamento crónico da responsabilidade de sucessivos governos, com encerramento de serviços e de camas, desinvestimento nos cuidados de saúde primários e na saúde pública, nos equipamentos e no INEM. Por exemplo, só no distrito de Lisboa (a cidade de Lisboa tem agora o maior nº de doentes infectados), no Hospital Pulido Valente foram encerrados parte do serviço de Pneumologia e duas unidades de cuidados intensivos e a urgência do Hospital Curry Cabral também, assim como foi encerrado o Hospital do Barro de Torres Vedras (concebido para doentes com tuberculose).

Não queremos um SNS em ruptura, nem o pânico e a revolta dos profissionais da saúde, e nem erros que podem ser fatais para a segurança e saúde pública da população.

Exigimos o fim das limitações financeiras no SNS para admissão de pessoal com direitos, aquisição de medicamentos, de produtos químicos e farmacêuticos, de material clínico e dispositivos médicos de bens e serviços, e para investir na investigação.

Hoje, é certamente muito mais claro para a generalidade dos portugueses, a importância de todos estarmos protegidos por um SNS que tem de estar dimensionado e estruturado para garantir o direito universal à saúde, plasmado na Constituição da República, aprovada em 2 de Abril de 1976, fruto da Revolução de Abril.

DEFENDER AS CONQUISTAS DE ABRIL TEM DE SER UMA LUTA CONSTANTE COMO GARANTIA DE PROGRESSO, DE JUSTIÇA E INCLUSÃO SOCIAL!

É justo exigir mais ao Governo, ao Ministério da Saúde, à DGS.

Ler comunicado.

Para Derrotar a Pandemia é Necessário um SNS mais Forte!

A União dos Sindicatos de LIsboa/CGTP-in, como membro da Plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde, exprime total solidariedade a todos os profissionais de saúde por estarem a trabalhar incessantemente para proteger as populações e salvar vidas, por vezes, com meios escassos. solidariza-se com todos os trabalhadores que estão na frente da batalha desta pandemia internacional.

Sabemos que se está a exigir o esforço máximo dos profissionais envolvidos no combate desta pandemia - quase um milhar já contagiado – sem que muitas vezes lhes sejam dadas todas as ferramentas para minimizar a grandiosa exigência desta fase gravíssima que se vive.

Neste mundo atacado por uma pandemia global, confirma-se, pelas piores razões, o   quanto é vital para os povos, que cada Estado possa assegurar o controlo público de   sectores estratégicos, com sistemas de protecção social e de saúde, públicos e robustos, que garantam as condições de acesso em igualdade e equidade aos  cuidados de saúde e à assistência social de todos os cidadãos, homens e mulheres.

Ler nota aos OCS.

Plataforma Lisboa em Defesa do SNS

COVID-19 Saiba quais são os procedimentos a ter em caso de Isolamento profiláctico

Face à situação epidemiológica do novo Corona Vírus – Covid-19 muitos trabalhadores necessitam de faltar ao trabalho por assistência inadiável aos filhos dependentes, menores de 12 anos, decorrente do encerramento das escolas a partir do dia 16 de Março.

Assim todos os trabalhadores que necessitem de ficar em casa tem que entregar à entidade patronal um impresso (com base no disposto no Despacho nº3103-A/2020, de 9 de Março, e nas informações constantes do site da segurança social).

Para ter apoio – 66% do salário base (bruto) – cada trabalhador deve apresentar uma declaração à sua entidade empregadora- Chefias dos serviços onde estão integrados e que são responsáveis pelo envio do requerimento à segurança social, no prazo máximo de 5 dias úteis, para efeitos de processamento do correspondente subsídio de doença.

Leia aqui as perguntas e respostas sobre as medidas extraordinárias para fazer face à situação epidemiológica do novo Coronavírus.

É urgente um SNS que sirva toda a população

A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN e outras organizações que integram a Plataforma Lisboa em Defesa do SNS estão na rua, numa acção de denuncia relativamente à situação do SNS. É com desagrado que verificamos que a proposta de Orçamento de Estado para 2020 é claramente insuficiente, quando se verifica que o apoio do estado à Banca totalizou cerca de 19 mil milhões entre 2008 e 2018, a que se irão somar 1,7 mil milhões em 2019 e 2020, constituindo uma de opção política.

É preciso reforçar, com robustez, o investimento público no SNS, já neste Orçamento de Estado, para dar suporte às medidas imprescindíveis e urgentes para resolver os principais problemas de acesso universal e em igualdade de todos os cidadãos.

Infelizmente o Serviço Nacional de Saúde continua  a não dar resposta, aos mais diversos níveis: nas enormes listas de espera para consultas e cirurgias, com o encerramento de vários serviços, com a falta de hospitais públicos,  nos meios complementares de diagnostico; na aquisição de equipamento médico diverso, de cuidados continuados e paliativos, na falta de profissionais de saúde.

Estas e outras reivindicações podem ser lidas no comunicado distribuído à população.

A plataforma cívica promove sessão de esclarecimento contra a construção do aeroporto no Montijo

A Plataforma Cívica decidiu realizar uma Sessão Pública, na Voz do Operário” no dia 6 de Fevereiro a partir das 18h00.

Esta Iniciativa realiza-se após o anúncio da aprovação da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) sobre a infraestrutura do Montijo.

A Sessão terá a participação, como oradores, o Eng.º Carlos Matias Ramos, o Dr. Paulo André, o Eng.º Francisco Ferreira e um outro convidado, se possível na área da Protecção Civil.

 

Mais Trabalhadores, Mais Transportes

Foi o mote dado a uma acção promovida pela FECTRANS em conjunto com a União dos sindicatos de Lisboa e Setubal e o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, que teve lugar no dia 17 Julho junto à residencia oficial do 1º Ministro. Esta é uma acção que não é dirigida só aos trabalhadores do sector, pelo contrário.

Os transportes públicos são um serviço público fundamental para todos os trabalhadores, é por isso importante que todos os sectores estejam envolvidos, este é um direito de todos e que a todos afecta.

A USL/ CGTP-IN alerta para a necessidade urgente de tomada de medidas em defesa, pela melhoria e maior proximidade aos utentes dos transportes públicos.

É fundamental o aumento dos trabalhadores neste sector, que
permita, nomeadamente: a reparação de Comboios, navios e infraestruturas; a garantia da operacionalidade e circulação de Comboios e Navios; O reforço nas estações, bilheteiras e atendimento de utentes.

Na Concentração foi aprovada uma resolução, que aponta para a realização no inicio de Setembro de um encontro de estruturas de trabalhadores e utentes para avaliar oos impactos decorrentes o crescimento dos utentes e a resposta das empresas e decidir outras iniciativas na defesa de mais transportes e mais trabalhadores.

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