Diz Não Ao Banco De Horas Protege A Tua Saúde

O Sindicato do Comercio Escritórios e serviços de Portugal (CESP), lançou uma acção de esclarecimento junto dos trabalhadores do Pingo Doce, grupo jerónimo Martins, sobre as repercussões na vida dos trabalhadores com a implementação do Banco de horas grupal.

Diz não ao banco de Horas, é o lema da campanha contra o referendo que o Pingo Doce vai realizar entre os dia 16 de Julho e 3 de Agosto,  a coberto de um pretenso processo de consulta aos trabalhadores, totalmente organizado e controlado pela empresa, o que  lhe permitirá poder exigir aos trabalhadores períodos de trabalho alargados, sem qualquer compensação remuneratória e que impedem a conciliação entre a vida pessoal e familiar e a vida profissional.

Ler Comunicado.

Vamos à Luta Defender a Saúde e os Direitos Dos Trabalhadores

25 de Junho, Concentração no Rossio – Praça do Município, às 16:00

A União dos Sindicatos de Lisboa vai realizar acções em vários concelhos do distrito de Lisboa na semana de 22 a 26 de Junho integrada na Semana Nacional de Luta com acções nos locais de trabalho e na rua em todos os sectores e regiões, com o lema: Vamos à luta para defender a saúde e os direitos dos trabalhadores! Garantir emprego, salários, serviços públicos.

No dia 25 de Junho vamos estar em Lisboa, concentração às 16:00 no Rossio com desfile para a Praça do Município.

Estas acções de luta realizam-se num quadro de aproveitamento da situação epidémica, o patronato avança na tentativa de retirada de direitos, violando direitos elementares dos trabalhadores, desde o direito à segurança e saúde no local de trabalho, ao direito às férias, a alterações unilaterais de horários de trabalho, à supressão de suplementos remuneratórios, a despedimentos e aos abusos na utilização do teletrabalho e à acumulação do regime do lay-off com a actividade normal e, em alguns casos, mantendo mesmo a sua actividade subsidiada. Para além das questões da saúde, existem reivindicações dos trabalhadores que não podem ficar sem resposta por parte do patronato e do governo, nomeadamente: o aumento geral dos salários para todos os trabalhadores em 90€; a fixação do SMN nos 850€; a erradicação da precariedade; as 35 horas de trabalho semanal para todos, a revogação da caducidade da contratação colectiva e a reposição do principio do tratamento mais favorável.

Por isso vamos à luta para garantir salários, emprego e serviços públicos.

Ler manifesto.

Aumento de 30% do desemprego no Distrito de Lisboa - Mais de 72 mil desempregados no distrito

No mês de Abril, estavam inscritos nos centros de emprego do IEFP no distrito de Lisboa 72.291 desempregados.

Face ao mesmo mês do ano anterior, o desemprego teve um aumento de 30%, correspondendo a mais 16.645 desempregados este ano que no mesmo mês do ano anterior.

Comparando com o mês anterior (Março 2020) ficaram desempregadas mais 12.252 pessoas, o que corresponde a uma média de mais 408 novos desempregados por dia.

Trabalhadores Precários – os mais afectados

60% dos que ficaram desempregados em Lisboa no mês de Abril tiveram como motivo o fim de um contrato não permanente.

Estes dados confirmam, mais uma vez, os efeitos nefastos da precariedade laboral: os trabalhadores precários têm uma relação laboral mais frágil e são os primeiros a perder o seu emprego.

Mulheres constituem a maioria das pessoas no desemprego

54,8% dos desempregados eram mulheres.

Fonte: IEFP (dados tratados pela USL)

Lutar, Defender a Saúde dos Trabalhadores

A Secretária-Geral da CGTP-IN, esteve presente na Conferência de imprensa, promovida pela União dos Sindicatos de Lisboa.  No quadro actual da pandemia COVID-19, a decisão governamental relativa à saída do Estado de Emergência e o retorno gradual à actividade económica, levanta inúmeras preocupações e muitas dúvidas quanto à preparação das empresas e outras entidades para esta nova fase. É o caso dos milhares de trabalhadores da zona industrial e logística da Azambuja, que tem sido amplamente noticiado, onde tem havido um aumento de trabalhadores infectados. Actualmente são mais de 70 casos num espaço de uma semana. Só o Grupo SONAE tem mais de 3000 trabalhadores na logística.

Isabel Camarinha insiste que é necessário garantir condições de segurança sanitárias para todos os trabalhadores. Neste sentido, as empresas têm que fornecer aos trabalhadores equipamento de protecção Individual. Refere ainda que é preciso dar confiança, mas, para que o retorno se faça, é preciso garantir que as populações tenham os EPIs necessários para as deslocações nos transportes públicos. O Governo tem que tomar medidas nesse sentido, sobretudo quando estes trabalhadores têm salários muito próximos do SMN e não têm condições para arcar com mais esta despesa.  A Intersindical afirma, neste quadro de aumento do desemprego, que é urgente dinamizar o emprego de qualidade, revitalizador o aparelho produtivo, fazer mais investimento nos serviços públicos e nas funções sociais do Estado, combater a precariedade e cumprir a necessidade urgente do aumento dos salários.

A USL solicitou uma reunião à DGS, a propósito do aumento da infecção com COVID-19, tendo em conta que a maioria das entidades patronais apresenta enormes deficiências no que respeita à segurança e saúde dos trabalhadores nos locais de trabalho o que, em matéria de COVID-19 e face ao alarme que muito justificadamente se levantou, suscita fortes receios e preocupações aos trabalhadores. Os sindicatos estão preocupados com os possíveis focos de contágio e que possam estar relacionados com as condições de transporte e acesso dos trabalhadores às empresas desta zona industrial e logística.

Combater o Vírus, Proteger os Trabalhadores

A secretária-Geral da CGTP, Isabel Camarinha, vai estar presente na acção, promovida pela união dos sindicatos de Lisboa (USL/CGTP-IN) em conjunto com os sindicatos do Comércio (CESP), da indústria alimentar (SINTAB), dos transportes (STRUP) e dos ferroviários (SNTF) no dia 20 de Maio pelas 17h00, junto à SONAE, no Espadanal da Azambuja.

O polo da Azambuja tem sido amplamente referenciado a propósito da verificação de casos positivos de contágio pelo vírus, que teve o seu primeiro foco na AVIPRONTO e tem alastrado para outras empresas. Os trabalhadores infectados são já mais de 26 na SONAE.

A desejada normalidade social só se consegue com a protecção dos trabalhadores.

Os sindicatos exigem que sejam tomadas medidas urgentes não só a nível dos locais de trabalho, efectivando medidas sanitárias de higiene, saúde e segurança, que tornem os locais de trabalho lugares Seguros. Para esta retoma é também fundamental a mobilidade dos trabalhadores em segurança.  Os trabalhadores são essenciais à Economia.

Ler documento.

Regras de higienização das Escolas Obrigam à Contratação de mais Trabalhadores não Docentes

O sindicato dos trabalhadores em funções públicas do Sul e regiões autónomas, alerta para o facto de a poucos dias da reabertura das escolas, não existir o número adequado de trabalhadores não docentes bem como materiais equipamentos de proteção individual, para se proceder a higienização e limpezas das escolas.

É urgente a implementação de medidas verdadeiramente protetoras dos trabalhadores não docentes.

É tempo do Governo rever a sua posição de não contratar mais trabalhadores não docentes essa contratação não deveria ser nem com recurso ao trabalho precário, nem a meio tempo, nem a recibos verdes, nem com recurso a trabalho temporário.

Queremos uma escola pública de qualidade é tempo de contratar mais trabalhadores não docentes por tempo indeterminado.

Ler nota aos OCS.

Aumento dos Desempregados Inscritos no Distrito de Lisboa

Em Março estavam inscritos nos Centros de Emprego do IEFP no Distrito de Lisboa, 60.039 desempregados.

Em apenas um mês (entre Fevereiro e Março de 2020) o número de desempregados inscritos no distrito de Lisboa aumentou 9,2%, correspondendo a mais 5.000 pessoas desempregadas. Estes são apenas os números referentes a Março, prevendo-se que em Abril traduzam uma realidade ainda mais grave.

Trabalhadores Precários – os mais afectados

Estes dados do IEFP confirmam que os trabalhadores precários têm uma relação laboral mais frágil e que são os primeiros a perder o seu emprego. Assim, mais de metade dos que ficaram desempregados no mês de Março (53%) tiveram como motivo o fim de um contrato não permanente.

Mulheres constituem a maioria das pessoas no desemprego

56% dos desempregados eram mulheres

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