Políticas sociais

A Urgência De Alargar A Resposta No SNS

Não há espaço para mais falhas no combate à pandemia

A Plataforma Lisboa em defesa do SNS, organização que a USL/CGTP IN integra, fez sair uma tomada de posição e aponta 11 medidas fundamentais, para o Governo assumir de forma a reforçar o SNS e dar resposta a todos, doentes e profissionais de saúde.

A actual situação epidémica e a dimensão da incidência deste surto representam um elevado grau de exigência ao nível das necessidades na saúde e de sobrecarga dos hospitais, centros de saúde e dos profissionais, sendo cada vez mais premente reforçar as medidas para conter a transmissão da infecção na comunidade e evitar a rotura do Serviço Nacional de Saúde - SNS.

Tem sido notável a luta empenhada dos profissionais do SNS para cuidar e salvar vidas humanas, tantas vezes com deficientes recursos, evidenciando uma capacidade de organização extraordinária, a par de uma reconhecida qualidade técnica e humana. A população começa a sofrer de “fadiga pandémica”, conforme já alertou a OMS, o que conduz a uma menor percepção dos comportamentos a assumir.

É preciso aprender com os erros das más políticas, para o SNS dar resposta à população

Para se atingir o necessário e urgente combate à pandemia, sem descurar a prestação de cuidados de saúde a patologias não COVID-19, é necessário e imperioso reforçar o SNS, a única estrutura nacional com competência e capacidade instalada para prover às necessidades de saúde da população. A maior responsabilidade de tratar deste gravíssimo problema de saúde pública cabe ao Governo que tem de antecipar as respostas adequadas para minimizar as consequências do elevado nível da epidemia no nosso país. Hoje, mais do que nunca, é preciso valorizar o SNS como serviço público essencial pois, apesar das dificuldades, foi quem respondeu às exigências dos novos tempos. A pandemia veio expor décadas de políticas de não investimento público seguidas pelo PS, PSD e CDS, que provocaram o encerramento de serviços e de milhares de camas hospitalares, e a sistemática falta de recursos humanos e de equipamentos clínicos.

Ler tomada de posição.

População Precisa De Um SNS Melhor!

A Plataforma Lisboa em defesa do SNS, alerta para a necessidade urgente de mais investimento no SNS e relevam como essencial:

·        A adequada e atempada contratação de profissionais com vínculo permanente, uma vez que a carência estrutural foi agravada;

·        A valorização das Carreiras e remunerações dos vários profissionais de saúde;

·        A reabertura de camas encerradas, nomeadamente no Hospital Pulido Valente e Hospital do Barro;

·        O reforço dos cuidados de saúde primários, hospitalares, de emergência, reabilitação, continuados, paliativos e domiciliários.

·        A produção nacional de medicamentos, material e equipamentos clínicos;

·        A criação do Laboratório Nacional do Medicamento já decidida na Assembleia da República.

Nos últimos tempos acentuaram-se de forma preocupante atrasos de cuidados essenciais à população e estão por apurar as consequências ao nível da saúde da população e até de mortes por falta de assistência atempada.

Ler comunicado.

Situação Epidemiológica Reforça A Necessidade De Ministério Da Educação Distribuir Livros Novos Em Toda A Escolaridade Obrigatória

A FENPROF defende que na actual situação epidemiológica, ainda mais se justifica que os alunos tenham acesso a livros novos, por razões sanitárias, mas também porque os manuais serão necessários durante o período em que as escolas irão procurar compensar perdas que o ensino a distância gerou e não consegue resolver.

Esta Federação exige e reclama do governo, já com efeitos no próximo ano lectivo, a distribuição de manuais novos aos alunos, abrindo, desde já, o debate sobre a sua desmaterialização, medida anunciada no âmbito do programa escola digital, financiado por fundos comunitários. É necessário que antes da sua concretização se percebam, com rigor, os constrangimentos de forma a que, do mesmo, não resultem ainda mais desigualdades, como aconteceu em relação ao ensino remoto.

Ler a notícia na integra aqui.

Professores Assinalam Aumento das Desigualdades e Cansaço Extremo

A FENPROF lançou um questionário aos Professores, sobre o teletrabalho ou o ensino à distância, cuja sigla é [email protected] A opinião maioritária dos professores, pode-se resumir, segundo a FENPROF... “O ensino não é isto, nem nada que se pareça!”

A federação lembra que os professores, colocaram ao serviço dos alunos as casas, o computador, a Internet, o telemóvel e, até, a sua privacidade. os professores destacam:

- A desigualdade entre os alunos, que se agravou, em alguns casos, perigosamente. Assinalam, como principais razões, a falta de apoios, que, para alguns, são absolutamente indispensáveis e, também, as questões de ordem social que, já tendo contornos graves, se tornaram ainda mais problemáticas, com dois milhões de trabalhadores a ficarem em lay-off ou no desemprego. Esta situação tem forte repercussão no funcionamento das famílias, designadamente no acompanhamento dos filhos;

- O desgaste dos professores, que manifestam enorme cansaço, decorre de diversos factores, que vão da necessidade de adaptação a um modelo inédito de actividade até ao facto de ser bastante mais complicado, estando distante, acompanhar todos os alunos e satisfazer as necessidades educativas específicas de cada um; contribui, ainda, para este desgaste o facto de a actividade profissional ter tomado conta de todas as horas do dia e, ao invadir a casa de cada professor, dificultar a sua indispensável e saudável separação da vida familiar. Os professores consideram inevitável, em 2020-2021, que haja um reforço dos apoios pedagógicos aos alunos.

Ler documento.

Não fazer testes nas Escolas com suspeitas e confirmações de COVID-19 está a tornar-se o "novo normal"!

O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, enviou uma nota aos Órgãos de Comunicação Social, a denunciar situações em várias escolas do distrito de Lisboa, onde há confirmação de casos COVID 19, acontece é que não estão a testar todos aqueles, que estiveram em contacto com o hospedeiro do vírus, o que pode contribuir para aumentar o número de pessoas infectadas.

Desconfinar, não significa "abandalhar", é a saúde de todos que está em risco.

Ler nota aos OCS.

Parados, Nunca Calados

4 de Junho, 18h00, Rossio

Manifestação Nacional de Trabalhadores da Cultura, Artes, Espectáculo, Audiovisual

Passaram três meses desde que a pandemia mudou a vida de todos e de forma muito violenta a dos músicos, trabalhadores de espectáculos e do audiovisual.

Num sector em que domina a precariedade, os efeitos são catastróficos e à medida que o tempo passa, sem que sejam tomadas medidas de emergência e de fundo, as consequências são cada vez mais devastadoras e auguram um efeito prolongado sobre a vida dos profissionais e sobre a Cultura.

Porque este é o momento de reforçar a unidade e a luta, porque este é o momento de dizer com clareza o que queremos para a Cultura e para os seus trabalhadores tomamos a rua numa Manifestação Nacional, dia 4 de Junho, às 18h no Rossio em Lisboa (e também no Porto e em Faro).

A cultura é um bem que queremos que seja de todos e para todos! Neste sentido, USL associa-se a esta manifestação, ao lado dos trabalhadores da cultura, dos seus direitos e da sua dignidade; ao lado de todos os trabalhadores, porque a cultura é um direito!

Considerando o momento actual, foi elaborado um conjunto de procedimentos de distanciamento a ter em consideração, que podem ser acedidos aqui.

Manual de Bordo

Reabertura Presencial do Ensino Superior e Investigação Tem de Respeitar a Segurança Sanitária, a Saúde Pública, as Leis e a Equidade

A FENPROF reuniu com vista a analisar a situação nas instituições de ensino superior públicas (universidades e institutos politécnicos) e unidades de investigação relativamente ao regresso progressivo à actividade presencial.

Para a federação e os seus sindicatos, a prioridade tem de ser dada à saúde pública. Não descurando que estamos a viver uma situação extraordinária, a qual coloca desafios aos quais é necessário dar respostas, a FENPROF entende que as decisões tomadas pelos dirigentes das IES, diferentes de instituição para instituição, e muitas delas mesmo contrárias, não podem pôr em a causa a segurança e a saúde de docentes, investigadores (com contrato de trabalho ou de bolsa), trabalhadores não docentes e estudantes, bem como das comunidades envolventes que com eles interagem.

Leia aqui a notícia completa.

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