Políticas sociais

PELO AUMENTO REAL DAS REFORMAS E SALÁRIOS

A Inter-Reformados de Lisboa, Setúbal e Santarém em conjunto com o MURPI vão realizar no próximo dia 10 de Maio uma acção de luta, pelo aumento real das reformas e dos salários, a partir das 15h00, com concentração na Pça. Do Campo Pequeno seguido de desfile para a Segurança Social, na Av. De Berna. Esta iniciativa realiza-se também no Porto, Coimbra, Évora e Faro.

A luta dos trabalhadores reformados e pensionistas pela melhoria das suas condições de vida, pelo aumento real das suas pensões é fundamental!

Num quadro de baixas pensões de reforma, incapazes de dar uma vida digna à grande maioria dos reformados; num quadro de enorme aumento do custo de vida e de uma actualização de reformas quase inexistente e completamente insuficiente para fazer face ao aumento dos preços de bens essenciais - vivemos uma situação de verdadeira emergência social, que exige o real aumento das reformas!

Esta Luta é uma luta que envolve os trabalhadores e trabalhadoras que no activo sempre lutaram pela melhorias das condições de trabalho e de vida e que hoje continuam a lutar pelos direitos da sua geração e pelas novas gerações de trabalhadores!

A Alameda voltou a encher com a manifestação do dia Internacional do Trabalhador

A Alameda voltou a encher com a manifestação do Dia Internacional do Trabalhador, “Lutar e Conquistar, Para o País Avançar “, foi o lema , neste dia que é acima de tudo um dia de luta mas também de festa e esperança forjada na luta pela melhoria condições de trabalho.

Este ano celebramos os 48 anos do 1º de Maio em Liberdade, pelos Direitos de Abril pelo emprego com direitos, pelos salários, pela igualdade no trabalho, contra a discriminação e a exploração.

Neste dia saímos à rua pelo aumento geral dos salários, está provado que os salários não promovem a escalada da inflação, o aumento gral dos salários e das pensões é determinante para a dinamização da economia, a criação de emprego, a sustentabilidade financeira da segurança social e o reforço das Funções Sociais do Estado.

A Secretária Geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha referiu na sua intervenção …“ a subida dos preços com a electricidade, combustíveis e outros bens essenciais”… “têm como consequência o aumento do custo de vida, sobrando cada vez mais mês aos magros salários da generalidade dos trabalhadores”. O aumento da pobreza é preocupante, 1 em cada 10 trabalhadores é pobre. 1 em cada 5 crianças é pobre - porque os seus pais não ganham o suficiente para garantir a resposta às suas necessidades básicas.

A CGTP-IN exige medidas extraordinárias para responder ao aumento da inflação e defende o aumento extraordinário do salário mínimo para os 800 euros a partir de 1 de Julho, porque o aumento realizado já foi absorvido pela inflação.

 

NATALIDADE, FECUNDIDADE E GOZO DE LICENÇAS PARENTAIS

A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, com a colaboração o do gabinete de estudos da central, lançaram um último estudo sobre o problema da natalidade e a fecundidade estarem a diminuir no nosso país há várias décadas.
Há factores sociológicos que explicam essa redução ou o seu adiamento, mas também há condicionantes económicas e laborais, como o ter ou não emprego, a estabilidade dos vínculos, os salários auferidos, a organização e o tempo de trabalho, o acesso à habitação, entre outros factores, que levam a que a fecundidade desejada não seja muitas vezes concretizada ou que seja adiada, o que tem reflexos na natalidade.
A grande maioria dos inquiridos (cerca de 90% no caso das mulheres) considerou que devem existir incentivos à natalidade, sendo o alargamento da rede e o acesso a creches, jardins-de-infância e ATL a opção que teve mais respostas.

SEP Promove Hospital de Campanha na Rua Augusta em Lisboa

No dia 11 de Agosto, dezenas de pessoas avaliaram o seu estado de saúde, no hospital de Campanha montado pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), na Rua Augusta, esta iniciativa teve como propósito alertar a população para a importância dos Enfermeiros e do SNS, na promoção da prevenção da saúde da população. Durante a iniciativa foi distribuído um documento à população com as principais reivindicações destes profissionais de saúde.

 

Isabel Barbosa, coordenadora da Direcção regional do SEP,  salientou algumas das exigências que estão a fazer junto do  Governo, entre as quais, a contratação de mais enfermeiros e a conversão dos contratos de trabalho a termo em contratos de trabalho com vínculo efectivo; a necessidade da justa contagem de pontos para efeitos de progressão na carreira para todos os enfermeiros, estas são condições fundamentais para o exercício da profissão e para travar a saída de enfermeiros por falta de condições de trabalho.

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Tomada de posição pública da CDIMH

Os cuidados de saúde das grávidas e das crianças não podem ser secundarizados pelo Hospital de Cascais!

A Administração do Hospital de Cascais/PPP, em vez de apostar no reforço e na contratação directa de obstetras e ginecologistas, anunciou recentemente a intenção de substituir estes médicos especialistas pela contratação de médicos de Medicina Geral e Familiar através de empresas de trabalho temporário, para o efeito.

Esta intenção da Parceria Público-Privada (PPP) ameaça colocar em causa a prestação de cuidados de saúde com qualidade e acessíveis para milhares de grávidas e crianças, em especial de mulheres trabalhadoras dos concelhos de Cascais e Sintra.

Não queremos andar para trás!

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A Urgência De Alargar A Resposta No SNS

Não há espaço para mais falhas no combate à pandemia

A Plataforma Lisboa em defesa do SNS, organização que a USL/CGTP IN integra, fez sair uma tomada de posição e aponta 11 medidas fundamentais, para o Governo assumir de forma a reforçar o SNS e dar resposta a todos, doentes e profissionais de saúde.

A actual situação epidémica e a dimensão da incidência deste surto representam um elevado grau de exigência ao nível das necessidades na saúde e de sobrecarga dos hospitais, centros de saúde e dos profissionais, sendo cada vez mais premente reforçar as medidas para conter a transmissão da infecção na comunidade e evitar a rotura do Serviço Nacional de Saúde - SNS.

Tem sido notável a luta empenhada dos profissionais do SNS para cuidar e salvar vidas humanas, tantas vezes com deficientes recursos, evidenciando uma capacidade de organização extraordinária, a par de uma reconhecida qualidade técnica e humana. A população começa a sofrer de “fadiga pandémica”, conforme já alertou a OMS, o que conduz a uma menor percepção dos comportamentos a assumir.

É preciso aprender com os erros das más políticas, para o SNS dar resposta à população

Para se atingir o necessário e urgente combate à pandemia, sem descurar a prestação de cuidados de saúde a patologias não COVID-19, é necessário e imperioso reforçar o SNS, a única estrutura nacional com competência e capacidade instalada para prover às necessidades de saúde da população. A maior responsabilidade de tratar deste gravíssimo problema de saúde pública cabe ao Governo que tem de antecipar as respostas adequadas para minimizar as consequências do elevado nível da epidemia no nosso país. Hoje, mais do que nunca, é preciso valorizar o SNS como serviço público essencial pois, apesar das dificuldades, foi quem respondeu às exigências dos novos tempos. A pandemia veio expor décadas de políticas de não investimento público seguidas pelo PS, PSD e CDS, que provocaram o encerramento de serviços e de milhares de camas hospitalares, e a sistemática falta de recursos humanos e de equipamentos clínicos.

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População Precisa De Um SNS Melhor!

A Plataforma Lisboa em defesa do SNS, alerta para a necessidade urgente de mais investimento no SNS e relevam como essencial:

·        A adequada e atempada contratação de profissionais com vínculo permanente, uma vez que a carência estrutural foi agravada;

·        A valorização das Carreiras e remunerações dos vários profissionais de saúde;

·        A reabertura de camas encerradas, nomeadamente no Hospital Pulido Valente e Hospital do Barro;

·        O reforço dos cuidados de saúde primários, hospitalares, de emergência, reabilitação, continuados, paliativos e domiciliários.

·        A produção nacional de medicamentos, material e equipamentos clínicos;

·        A criação do Laboratório Nacional do Medicamento já decidida na Assembleia da República.

Nos últimos tempos acentuaram-se de forma preocupante atrasos de cuidados essenciais à população e estão por apurar as consequências ao nível da saúde da população e até de mortes por falta de assistência atempada.

Ler comunicado.

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